Policial voltar para a home

Operação ‘Gato Preto’ prende quatro e flagra dinheiro e armamento Operação ‘Gato Preto’ prende quatro e flagra dinheiro e armamento

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Polícia Civil e o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) deflagraram a operação “Gato Preto” na manhã desta terça-feira (5), nas cidades de Campo Grande e Ponta Porã, a 346 km da capital sul-mato-grossense.

Operação combate jogos de azar em Campo Grande e Ponta Porã. (Foto: Waléria Leite/MPE)

 

O objetivo da operação é combater crimes como lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar, como máquinas caça-níquel e jogo do bicho.

Até o momento na ação, foram detidas 4 pessoas, e apreendidas uma submetralhadora UZI, calibre 9 milímetros; um fuzil Mosquefal, calibre .762; uma carabina calibre .12; 01 pistola calibre 9 milímetros; duas pistolas calibre .635; quatro revólveres calibre .38; R$ 90.250 mil em dinheiro; dezenas de cheques e diversos documentos referentes a controle de apostas, sorteios e movimentação do jogo do bicho.

 

Segundo informações do Gaeco, serão cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nas duas cidades. A operação conta com 50 agentes policiais, além de dois delegados e três promotores de Justiça.

Armas e munições foram apreendidas na ação. (Foto: Waléria Leite/MPE)

Em Campo Grande, um policial civil aposentado e um empresário foram detidos nesta manhã, com armas de fogo. Policiais encontraram um fuzil na casa do policial. A arma encontrada com o empresário não foi divulgada.

Os presos em Ponta Porã foram apresentados na Delegacia de Polícia local. Em Campo Grande, os presos estão sendo encaminhados para a sede da DECO (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) e DENAR.

A operação é resultado de dez meses de investigação. No período foram apreendidas cerca de 60 máquinas caça-níquel em Campo Grande, além de componentes eletrônicos utilizados para a montagem do equipamento.

Ainda segundo o Gaeco, a investigação apontou o envolvimento de um grupo criminoso na exploração da contravenção do “jogo do bicho” na região sul do estado e na região de fronteira do Brasil com o Paraguai.

Os suspeitos utilizavam contas bancárias, de pessoas físicas e jurídicas, para dissimular a origem e a movimentação de recursos provenientes da contravenção.

Gaeco deflagra operação contra jogos de azar em Campo Grande e Ponta Porã Gaeco deflagra operação contra jogos de azar em Campo Grande e Ponta Porã

Na manhã desta terça-feira (05/11), o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Polícia Civil e o Batalhão de Choque da Polícia Militar, deflagraram nas cidades de Campo Grande (MS) e Ponta Porã (MS) operação conjunta batizada de “Gato Preto”, voltada ao cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário da comarca de Campo Grande.

A operação policial é resultado de dez meses de investigações voltadas a apurar a prática dos delitos de lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar (máquinas caça-níquel e jogo do bicho), por integrantes de organização criminosa com atuação principalmente nas cidades de Ponta Porã e Campo Grande.

Durante as investigações foram apreendidas mais de 60 máquinas caça-níquel na Capital, além de diversos componentes eletrônicos utilizados para a montagem das mesmas. Também foi apurado o envolvimento do grupo criminoso com exploração da contravenção do “jogo do bicho” na região do Conesul do Estado, bem como na fronteira do Brasil com o Paraguai, além da utilização, pelos investigados, de diversas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, para dissimular a origem e movimentação dos recursos provenientes da contravenção.

A operação de hoje conta com a participação de cerca de cinquenta agentes policiais do GAECO, Polícia Civil e Batalhão de Choque, além de dois Delegados de Polícia e três Promotores de Justiça.

Gato Preto, nome dado à operação policial, é a denominação dada pelos investigados para identificar o grupo responsável pela exploração dos jogos de azar.

Policia apreende gangue com 11 adolescentes no centro da Capital Policia apreende gangue com 11 adolescentes no centro da Capital

Um grupo de 11 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, foi apreendido pela Polícia Militar (PM), na madrugada desta segunda-feia (5), na avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Segundo a Polícia Civil, os garotos são suspeitos de roubar a mochila, o celular e o par de tênis de outro adolescente, na noite de domingo (4). Conforme a polícia, eles não estavam armados.

A ação ocorreu após um show no Parque das Nações Indígenas, mas o grupo só foi localizado pela PM perto da avenida Ernesto Geisel. Segundo a Polícia Militar, nenhum outro caso de roubo ou briga foi registrado após o evento.

Ainda segundo a Polícia Civil, os adolescentes serão ouvidos pela Promotoria da Infância e Juventude e depois devem ser encaminhados para uma Unidade Educacional de Internação (Unei).

Marcelina Azambuja, 31 anos, vigilante, foi até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento do Centro) porque um dos jovens apreendidos é seu filho de 15 anos. Ela acredita que o envolvimento do filho é devido às más companhias que o influenciaram a participar do crime.

Todos os adolescente serão encaminhados para a Unei (Unidade Educacional de Internação) para as devidas providências legais.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro como ato infracional análogo a roubo pelo concurso de pessoas.

Policial leva preso para dar um ‘rolé’ em viatura e acaba preso na Capital Policial leva preso para dar um ‘rolé’ em viatura e acaba preso na Capital

O investigador da Polícia Civil, Carlos Peterson Fernandes, 34 anos, preso na tarde de sábado (2) em Campo Grande, depois de pegar, sem autorização, uma viatura na delegacia em que trabalha e sair para dar um ‘rolé’ com o preso Ryan Douglas Vieira, 21 anos, pela cidade, teve reabilitação negada pelo Conselho Superior da corporação em junho de 2010.

No sábado, Carlos Peterson e Ryan foram até o bairro Aero Rancho e ameaçavam pessoas que passavam pela rua.

Ryan, está preso na unidade, acusado de participar de um racha na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande na noite de 31 de março que resultou na morte de Marcus Vinícius Henrique de Abreu, de 22 anos. Ryan dirigia um Citroën C3 e tinha um colega como passageiro.

Os dois negam que estivessem em uma disputa de carros. Além de ter sido constatado que ele tinha consumido bebida alcoólica, testemunhas disseram que o C3 e o Pólo dirigido por Marcus estavam em um racha e por isso a acusação sustenta a tese de homicídio doloso.

No sábado, de acordo com a polícia, Carlos Peterson e Ryan foram até o bairro Aero Rancho, onde andavam em alta velocidade. Enquanto o preso estava na direção, o investigador ameaçava com a arma as pessoas que passavam pela rua.

Segundo nota divulgada pela Polícia Civil, a dupla estava em um Renault Logan de cor preta. Embora não estivesse de plantão no sábado, o investigador pegou a viatura da 7ª Delegacia de Polícia da Capital, onde é lotado, sem autorização.

Policiais ao serem informados da placa do carro constataram que se tratava de uma viatura da Polícia Civil e pertencente à 7ª Delegacia de Polícia da Capital.

Assim que avistou a viatura da Polícia Militar o veículo empreendeu fuga e ao ser alcançado o passageiro foi reconhecido como sendo investigador de polícia.

Ambos foram encaminhados à DEPAC Piratininga. O policial foi preso e vai responder aos crimes de desobediência, ameaça, desacato, peculato e por entregar veículo a pessoa não habilitada.

Histórico

Segundo deliberação da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em junho de 2010, o policial recorreu de três penalidades. Uma delas trata de suspensão, aplicada em abril de 2005, em sindicância, que apurava o fato de ele ter se apresentado em público embriagado e ofendido uma policial e outras pessoas.

A outra punição, ainda conforme a deliberação, refere-se a uma repreensão, aplicada em 4 de julho de 2007, em outra sindicância, que apurava “sua conduta na apreensão” de um veículo “sem a devida comunicação à Autoridade Policial”.

A terceira penalidade que a deliberação da Sejusp menciona é de 35 dias de suspensão, aplicada em 3 de janeiro de 2008, em processo administrativo disciplinar. Nesta, segundo a publicação, o investigador e outro policial “aparentavam embriaguez e empunhavam armas de fogo, quando agrediram pessoas e colocaram em risco as vidas de outras, além de provocarem animosidade com policiais militares, em serviço no local”.

O relator do caso votou pela procedência da reabilitação das penas sob argumento de que o servidor público apresentava “ficha de assentamentos funcionais e parecer fundamentado do chefe imediato, provando bom comportamento nos últimos dois anos, a contar da última punição sofrida”.

No texto, o relator ainda cita o curto período do investigador na Polícia Civil, já que foi nomeado em outubro de 2004 e a primeira punição ocorreu em 2005. Contudo, ressalva que o policial se envolveu em faltas administrativas, “algumas consideradas graves”, no entanto, deveria haver “mais uma chance”.

Contrariando o voto do relator, o Conselho Superior da Polícia Civil decidiu, na época, por maioria, negar a reabilitação pleiteada pelo servidor.

Com Informações do G1
Rapaz é baleado na cabeça e no tórax por dupla de moto na Piratininga Rapaz é baleado na cabeça e no tórax por dupla de moto na Piratininga

Robson Jorge da Silva, de 25 anos, está internado em estado grave na Santa Casa de Campo Grande, depois de ter sido baleado na cabeça e no tórax, na madrugada de hoje (1º), por volta das 4h20min, próximo da casa de shows Tapera na Rua Coroados, no bairro Piratininga, em Campo Grande.

Jovem foi atingido por dois tiros em casa de show (Foto: Gustavo Arakaki/G1 MS)

Ele foi foi ferido por dois tiros, um na cabeça e um no tórax.

De acordo com boletim de ocorrência, testemunhas disseram que dois homens de moto se aproximaram e o garupa disparou três tiros contra a vítima. Em seguida eles fugiram.

Robson foi socorrido em estado grave e encaminhado para a Santa Casa. O caso foi registrado como homicídio doloso na forma tentada na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga.

Homem que manteve mãe e filha presas colocou criança em máquina de lavar roupas Homem que manteve mãe e filha presas colocou criança em máquina de lavar roupas

Um homem de 21 anos foi preso acusado de agredir e abusar sexualmente uma menina de 2 anos, em Campo Grande. Ele chegou a colocar a criança dentro de uma máquina de lavar roupas, segundo relatos da mãe dela à polícia. A informação é do delegado que apura o caso, Paulo Sérgio Lauretto, na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

Marcas nas pernas da criança indicam as agressões (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)

Segundo ele, a mãe da menina é namorada do jovem e teria sido mantida em cárcere privado por cinco dias. Os crimes aconteceram na semana passada, no Jardim Bálsamo. O acusado ainda não prestou depoimento à polícia.

“A mãe relatou que ele colocou a menina dentro da máquina de lavar roupas com água, ligou e desligou em seguida, só para dar um susto”, fala o delegado. Segundo ele, a jovem, que tem 19 anos, contou que conhece o suspeito “há bastante tempo”, mas que perderam contato e se reencontraram há cerca de um mês.

Os dois iniciaram relacionamento e na semana passada, segundo relatos da jovem à polícia, o homem teria insistido para que ela fosse morar com ele. A jovem aceitou, “mas para passar um tempo”, diz o delegado.

Conforme Lauretto, a jovem se mudou com a filha para a casa do namorado na quarta-feira (23) e no dia seguinte ele passou a se incomodar com a criança e a ser violento. “Tinha de tudo. Soco, chute, apertava a menina pelo pescoço”, fala o delegado, com base nas declarações da mãe da menina. Ele diz ainda que o suspeito também colocava o rosto da criança no chão do banheiro com o chuveiro ligado.

A autoridade policial disse que a jovem, ao saber da violência contra a filha, passou a ser ameaçada. O suspeito, conforme os relatos dela à polícia, dizia que caso houvesse interferência, seria mais agressivo com a criança e com ela.

Na noite de sexta-feira (25), a jovem convenceu o namorado a deixar a criança com a avó. “Mas ela não podia dizer nada sobre o que havia acontecido”, diz o delegado. A mulher percebeu as lesões, levou a neta para uma unidade de saúde pública. Constatada a violência, a menina foi encaminhada para exame de corpo de delito para verificar se também houve abuso sexual, situação que está sob investigação.

A jovem continuou com o namorado, segundo o delegado, sob ameaças e sem poder sair de casa e se comunicar com ninguém. No domingo (27), o casal foi para a residência da mãe dele, na área central da capital sul-mato-grossense e lá, a vítima conseguiu mandar mensagem de celular para um amigo, o qual acionou a polícia e o rapaz foi preso em flagrante por cárcere privado, tortura e sequestro, em relação à namorada.

O rapaz responde a inquérito na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) pela violência contra a namorada e a outro na Depca, pelas agressões contra a criança. Lauretto já pediu a prisão preventiva do suspeito, que quando adolescente, respondeu por ameaça e lesão corporal.

G1
Catador de papelão é socorrido após ser atingido por 3 tiros no bairro Seminário Catador de papelão é socorrido após ser atingido por 3 tiros no bairro Seminário

Por volta do meio dia de hoje (29), o catador de papelão Divinhalli Ras Ferreira de Araújo de 23 anos foi alvejado por três disparos de arma de fogo quando passava pela rua Almerinda Leite, próximo a avenida Tamandaré, no bairro Seminário, em Campo Grande.

A vítima foi atingida por tiros que acertaram o braço esquerdo, o lado direito do pulmão e as costas. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado por populares e prestou os primeiros atendimentos por volta as 13h30 e encaminhou a vítima para o PS da Santa Casa.

Segundo informou uma moradora, a mãe da vítima estava junto com ela e ambas tentaram reanimá-la. Ela disse ainda que ele esguichava sangue pelo pulmão e pedia água.

De acordo com outras testemunhas, Divinhares estava na rua quando foi atingido pelos tiros. Ele chegou a correr e entrar na casa de uma mulher. Ela tentou fazer com que ele se sentasse numa cadeira, mas ele voltou a correr e acabou caindo na rua.

O autor dos disparos, segundo pessoas que presenciaram o crime, foi um vizinho e morador na mesma rua da vítima, se trata de Edilberto Saminiego Junior, 24 anos. conhecido por Corumbá que fugiu do local em uma motocicleta Honda Biz preta.

Seus vizinhos garantem que ele é um homem trabalhador e ganha vida com reciclagem e capina de quintais. Porém, ninguém soube informar se ele tinha alguma rixa com o criminoso.

Detento é encontrado morto com cocaína no nariz na Máxima Detento é encontrado morto com cocaína no nariz na Máxima

Um homem de 31 anos foi encontrado morto por volta das 14h30 desta segunda-feira (28), no Estabelecimento Penal de Segurança Máxima, em Campo Grande. A informação é da Polícia Civil.

De acordo com o delegado Luís Thomaz Ribeiro, o corpo do detento foi localizado na área reservada para o banho de sol, logo após o recolhimento dos presos. No nariz dele havia resquícios de uso de cocaína.

Conforme a autoridade policial, será apurado se o detento fez uso de entorpecente e, caso a resposta seja positiva, se foi induzido ou por vontade própria.

Segundo a polícia, o homem está custodiado pelo menos desde 2011. Nestes dois anos, já foi para cela disciplinar por estar com fermento e com celular.

Policial matou ex-mulher com 5 tiros e se matou no Centro de Campo Grande Policial matou ex-mulher com 5 tiros e se matou no Centro de Campo Grande

O investigador de polícia Marlon Robin de Melo de 36 anos e a ex-mulher dele, Márcia Holanda, foram encontrados mortos na tarde desta segunda-feira (28) em um estacionamento na esquina das ruas 13 de Maio e 26 de Agosto, região central de Campo Grande.

Corpos ficaram próximos à moto da mulher, no estacionamento particular Foto Luiz Alberto / midiamax.com

O delegado Luis Thomaz Ribeiro, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, concluiu que se trata de um homicídio seguido de suicídio.

Testemunhas disseram à polícia que Melo chegou ao estabelecimento a pé e funcionários do local o deixaram entrar porque ele era conhecido e sempre ia lá conversar com a vítima. Márcia, segundo Ribeiro, trabalha na cantina do Colégio Mace e foi ao local pegar sua motocicleta para ir embora quando foi surpreendida pelo ex.

Houve uma discussão rápida e, conforme os relatos de testemunhas, ouviram-se em seguida os tiros. A mulher foi atingida pelo menos cinco vezes, nas costas, rosto e tórax. Ele caiu de lado com as mãos no rosto.

O investigador tinha apenas uma marca de tiro, na cabeça. Foi constatado que a arma usada era uma pistola ponto quarenta, de uso restrito da polícia. A área foi isolada e os corpos cobertos. O policial estava com um revólver calibre 38 na cintura. Já a pistola usada no crime foi encontrado pela perícia embaixo do corpo de Marlon.

Segundo Ribeiro, junto ao corpo do homem foi encontrada uma carta escrita à mão em folha de caderno que, segundo o delegado, representa um “ritual de alívio”. Ele não divulgou o conteúdo do manuscrito.

De acordo com um funcionário da escola que não quis se identificar, o marido havia mandado flores para ela e teria ligado para eles se encontrarem no estacionamento.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou a ser acionado, mas quando os socorristas chegaram ao local, as vítimas já estavam mortas.

Comportamento

Anderson Sertão, 26 anos, disse que é primo de Márcia e atualmente estava morando com ela. Segundo ele, os dois já tinham brigado outras vezes e Melo sempre a ameaçava

O delegado Dimitri Palermo, titular da 3ª DP, a qual Melo era lotado, disse que o investigador “era uma pessoa bem tranquila, calma, jamais imaginava que isso podia acontecer”, afirma.

Segundo ele, em uma ocasião o casal havia brigado, uma viatura foi encaminhada ao local e, por precaução, recolheu as armas do homem, que posteriormente foram devoldidas. O policial tinha, além da pistola, um revólver calibre 38.

Uma mulher de 36 anos foi ao local e se apresentou como psicóloga de Melo. Abalada, ela não quis se identificar e contou que o policial estava em terapia há cerca de 30 dias, tinha quadro de depressão, não aceitava o fim do relacionamento e que Márcia iria ao consultório dela nesta segunda-feira quando saísse do trabalho. Ela relatou ainda que havia pedido que o paciente não portasse arma de fogo.

Com Informações G1
Homem é executado a tiros por dupla de moto no Bairro Aero Rancho Homem é executado a tiros por dupla de moto no Bairro Aero Rancho

Jonas Celestino Teixeira de 53 anos foi morto a tiros, à 0h15 desta terça-feira (29), na Rua Ezequiel Ferreira Lima no bairro Aero Rancho, região sul de Campo Grande.

Polícia Militar esteve no local depois de ser acionada por testemunha Foto: Cláudio Gonçalves

 

Conforme o boletim de ocorrência, ele estava em um carro Ford KA parado em frente de uma casa, quando chegaram dois homens em uma moto escura e o garupa atirou. Jonas foi atingido por três disparos, na cabeça, no pescoço e no ombro.

Segundo a polícia, o homem, que estava acompanhado de um amigo, havia ido a um posto de combustíveis e retornado até a casa de outro conhecido. O passageiro desceu do veículo e quando entrava na residência, escutou o barulho dos disparos.

A testemunha relatou à polícia que, ao voltar para ver o que havia acontecido, conseguiu ver duas pessoas em uma motocicleta, sendo que o garupa estava com uma arma. Porém, não conseguiu os identificar. O amigo disse ainda aos policiais que a única desavença da vítima era com uma mulher que, dias atrás, havia discutido com ele.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para fazer o socorro, mas o homem não resistiu aos ferimentos

Nenhum suspeito foi encontrado. O caso foi registrado como homicídio doloso na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga.

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