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Mãe e filho morrem carbonizados em incêndio em Aquidauana Mãe e filho morrem carbonizados em incêndio em Aquidauana

Mãe e filho, morreram em incêndio na madrugada desta quinta-feira em Aquidauana, a 135 quilômetros de Campo Grande. O imóvel fica localizado na rua Felipe Orro, Vila Pinheiro.

Segundo a polícia, porta da casa estava aberta Foto: O Pantaneiro

Segundo informações da polícia e Corpo de Bombeiros, o fogo estava concentrado em um dos quartos da casa.

Os socorristas cortaram um cadeado para ter acesso ao imóvel, no entanto, perceberam que a porta da frente estava aberta.

As chamas consumiram todos os móveis do quarto e, durante o rescaldo, bombeiros encontraram carbonizados os corpos de mãe Gisele Mieres Marçal de 26 anos e do filho José Augusto Marçal de Oliveira de um ano por volta das 4 horas.

O local foi preservado pela Policia Militar até a chegada da perícia. De acordo com o site O Pantaneiro, há hipótese de que o incêndio seja criminoso.

Com Informações O Pantaneiro

Foragido na Capital é capturado com arma em Aquidauana Foragido na Capital é capturado com arma em Aquidauana

Um foragido da Colônia Pena Agrícola de Campo Grande foi capturado ontem (15), em Aquidauana, com um revólver calibre 38, sem munição, com numeração raspada. Ele tentou fugir na motocicleta que pilotava, mas acabou sendo alcançado.

Arma e motocicleta foram apreendidas Foto: Divulgação

Na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Aquidauana, os PMs descobriram que o autor, além do porte ilegal de arma de fogo, também não possuía CNH. A ficha criminal dele é extensa, com diversas passagens pela polícia, incluindo furto, roubo com emprego de arma de fogo, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas, violência doméstica, entre outras. O jovem confessou que estava foragido e que procurava um lugar para se esconder em Aquidauana.

Arma de fogo e moto foram apreendidas.

CPI da Saúde em MS vai ouvir depoimentos em Aquidauana CPI da Saúde em MS vai ouvir depoimentos em Aquidauana

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa que investiga possíveis irregularidades nos repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) para 11 municípios de Mato Grosso do Sul estará na próxima quinta-feira (11) na cidade de Aquidauana. A oitiva vai acontecer a partir das 14 horas, na Câmara Municipal.

Comissão vai ouvir depoimentos em Aquidauana

Os deputados vão ouvir a diretora da Associação Aquidauanense de Assistência Hospitalar Dr. Estácio Muniz, Irene Franco Ferreira, o ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Florêncio Garcia Escobar, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Francisco Tavares da Câmara, o ex-secretário Municipal de Saúde, Francisco Roberto Rossi, e a Secretária Municipal de Saúde, Ângela Maria Lelis Spada.

A CPI é composta pelos deputados Amarildo Cruz (PT), Lauro Davi (PSB), Junior Mochi (PMDB), Mauricio Picarelli (PMDB) e Onevan de Matos (PSDB).

Indígenas ocupam mais uma fazenda em Aquidauana e dão 24h para dona retirar pertences Indígenas ocupam mais uma fazenda em Aquidauana e dão 24h para dona retirar pertences

Índios ocuparam a Fazenda Fazendinha, no Distrito de Taunay, em Aquidauana (MS). De acordo com o indígena Jorge Luiz, da rádio comunitária FM Alternativa, foi dado um prazo de 24 horas para que a proprietária retire todos os seus pertences.

Funcionários da propriedade já tiram os pertences do local Foto Jorge Luiz/Rádio Sua Alternativa

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Na manhã de hoje (24), funcionários começaram a retirada dos bens em uma caminhonete.

No início desta tarde de segunda-feira (24), os funcionários da propriedade já retiravam, em uma caminhonete, os pertences.

Ainda segundo Jorge Luiz, a retomada é uma resposta à decisão judicial que determinou a saída dos índios da Fazenda Esperança, propriedade vizinha que está ocupada desde o dia 30 de maio.

Decisão que afastou prefeito e vice de Aquidauana foi revogada Decisão que afastou prefeito e vice de Aquidauana foi revogada

A decisão da Justiça Eleitoral de Aquidauana que intimou ontem (18) o prefeito José Henrique Trindade (PDT) e o vice Sebastião Souza Alves (PP) para que deixassem os cargos imediatamente foi revogada. Segundo Zé Trindade, ele entrou com o pedido de liminar para se manter no cargo e este foi deferido.

O prefeito Zé Henrique Trindade

Ele explicou, que conforme a legislação, não há necessidade do afastamento do cargo até que haja o julgamento do recurso. Por isso, a prerrogativa para se manter na prefeitura.

Para o prefeito, o afastamento dele antes que haja o julgamento do recurso prejudica o andamento da cidade. “A cidade tem muitas atribuições, até trocar todos os secretários e fazer a cidade andar novamente. É coleta e saúde, pronto-socorro, merenda, transporte escolar. Essa paralisação não é boa”, disse, lembrando que todos devem acatar as decisões do poder judiciário.

O PANTANEIRO
Prefeito e vice de Aquidauana são cassados por uso de servidores em campanha Prefeito e vice de Aquidauana são cassados por uso de servidores em campanha

A Justiça Eleitoral de Aquidauana, por meio de sentença divulgada pelo juiz José de Andrade Neto, cassou os diplomas do prefeito José Henrique Trindade (PDT), e do seu vice, Sebastião Souza “Tião Sereia” Alves.

Zé Henrique (dir.) e vice (esq.) foram diplomados em dezembro de 2012
Foto: Pantanal News

Para o juiz Andrade Neto, “… os requeridos [José Henrique Trindade e Tão Sereia] praticaram a conduta vedada prevista no artigo 73 , III, da Lei das Eleições.” Por isso, ambos são condenados, juntamente com o deputado estadual Felipe Orro (PDT), “a pagarem, de forma solidária, uma pena de multa no valor da metade do teto máximo previsto em lei, qual seja, a metade da quantia de R$ 106.410,00 (Cento e Seis Mil, Quatrocentos e Dez Reais), resultado em R$ 53.250,00 (Cinquenta e Tres Mil, Dusentos e Cinquenta Reais).”

A decisão do juiz José de Andrade Neto, na representação eleitoral nº 626-30.2012.6.12.0010, que tramita em segredo de justiça para não haver quebra de sigilo de telefones, decorreu de ação proposta pelo Ministério Público e de impugnação de mandato eletivo pedida pela coligação oponente.

A acusação contra os dois políticos foi protocolada em 19 de dezembro de 2012, dia da diplomação dos mesmos. Prefeito e vice foram acusados, pelo promotor José Maurício de Albuquerque, de terem utilizado, durante a campanha eleitoral, funcionários do gabinete do deputado estadual Felipe Orro (PDT).

O juiz eleitoral José de Andrade Neto também julgou “inteiramente procedente o pedido presentado às folhas 2 a 14, para o fim de cassar o mandato eletivo do prefeito e do vice-prefeito, que foram conquistados pelos réus José Henrique Gonçalves Trindade e Sebastião Souza Alves, respectivamente.”

Além da cassação, Zé Henrique, o vice Sebastião Alves e o deputado estadual Felipe Orro foram multados, solidariamente, em R$ 53.250,00. Era no gabinete de Felipe Orro que estavam lotados os servidores que teriam atuado na campanha eleitoral de Zé Henrique.

Como a decisão é de primeira instância, Zé Henrique e dos demais réus podem recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no prazo de 15 dias a contar da publicação da sentença, o que deve ocorrer até a próxima sexta-feira (14). Lá Zé Henrique pode obter efeito suspensivo e, assim, permanecer no cargo até o julgamento final do processo.

COM INFORMAÇÕES PANTANAL NEWS
Sem proteção, casal deve deixar Fazenda Esperança em Aquidauana Sem proteção, casal deve deixar Fazenda Esperança em Aquidauana

Em sua página pessoal no Facebook, Miriam Alves Corrêa, de família tradicional em Aquidauana reclama da falta de segurança no local. “Cadê a Policia Federal, Governo Estadual e Federal? “, postou.

As estradas estão bloqueadas é a situação é extremamente tensa Foto Minamar Júnior

As estradas estão bloqueadas é a situação é extremamente tensa e não há nenhuma autoridade no local para mediar o conflito. “Inércia do poder publico assusta”, escreveu.

Miriam Alves Correa ainda informou pelo Facebook que os índios começaram a se movimentar por volta de 5 da manhã e estão se agrupando na sede da fazenda Esperança de propiedade de Monica e Nilton Carvalho. “As informações que tenho neste momento é que ainda não entraram na minha sede mas acho que será o próximo passo”, escreveu Miriam.

Em contato com liderança indígena que está envolvida na mobilização do que chamam de “retomada” da Fazenda Esperança, recebemos a informação de que Nilton após a saída dos funcionários, fez um pronunciamento dizendo que também vai deixar a sede da fazenda.

Os indígenas reivindicam 33,9 mil hectares da região. A Fazenda Esperança atualmente possui 4.6 mil hectares e 1.5 mil cabeças de gado e seria herança do fundador da cidade de Aquidauana, Estevão Alves Correa e está em posse da família há mais de 100 anos.

Índios Terena invadem fazenda Esperança em Aquidauana Índios Terena invadem fazenda Esperança em Aquidauana

Indígenas da etnia terena invadiram a Fazenda Esperança, no município de Aquidauana, a 143 km de Campo Grande, na madrugada desta sexta-feira (31). São cerca de 70 índios de sete aldeias. Eles querem a ampliação da terra indígena Taunay Ipegue.

A ocupação foi confirmada pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

As famílias resolveram acampar na propriedade da família Alves Correa, que é dividida em Esperança 1, 2, 3 e 4. A ideia inicial era bloquear a BR -262, mas com a morte do índio Oziel Gabriel, 35 anos, ontem em Sidrolândia, houve a mudança dos planos.

Foto: Josafá Brito / TV MS Record

Os índios que estão na fazenda Esperança vieram das aldeias Taunay, Ipegue, Colônia Nova, Água Branca, Imbirussu. Bananal e Lagoinha.

O grupo deu prazo até às 12h para o segurança e o capataz que cuidam da propriedade retirarem os pertences da sede.

Os proprietários da Fazenda Esperança, Nilton Carvalho e Mônica Alves Corrêa, disseram que não vão sair do local, apesar do ultimato dado por indígenas.

O clima tenso entre índios e fazendeiros aumentou no mês de maio em Mato Grosso do Sul e provocou debates sobre demarcações de terra.

Em Sidrolândia, a Fazenda Buriti, do ex-deputado estadual Ricardo Bacha, foi invadida no último dia 14.

A decisão judicial de reintegração de posse estava sendo ignorada pelos indígenas e, durante conflito, o indígena Oziel foi morto com um tiro. Na mesma semana da invasão, índios também ocuparam outras três propriedades na região: Cambará, Santa Helena e Querência, as quais já foram desocupadas. A Buriti também foi desocupada.

Em Aquidauana a briga judicial entre fazendeiros e o povo terena é muito parecida com a situação da Fazenda Buriti. Os índios vivem em pouco mais de 6 mil hectares, mas lutam pela ampliação para 33 mil. Essa área já foi identificada como indígena por estudos antropológicos e abrange todo o distrito de Taunay, que hoje tem 93 imóveis.

Os terena resolveram entrar na fazenda Esperança, porque a propriedade é a que mais preserva resquícios dos ancestrais. Na área existe um cemitério indígena e vestígios da primeira aldeia terena de Mato Grosso do Sul.

Felipe Orro compara impacto da BR-419 para Aquidauana e Anastácio à chegada do trem Felipe Orro compara impacto da BR-419 para Aquidauana e Anastácio à chegada do trem

A pavimentação da BR-419 – rodovia que se estende entre o baixo e o alto Pantanal por 233 quilômetros desde Rio Verde até Aquidauana – terá impacto econômico idêntico à chegada da estrada de ferro nas cidades pantaneiras, na comparação feita pelo deputado estadual Felipe Orro (PDT). “Em 1920, o trem simbolizou para os moradores de Corumbá, Miranda, Aquidauana, a saída do isolamento e uma vasta perspectiva de crescimento econômico. Era o progresso chegando e transformando tudo, como de fato ocorreu. Mas infelizmente o trem se foi, a estrada de ferro está sucateada e o progresso mudou de eixo, ficamos parados no tempo. Agora temos a oportunidade de recolocar as cidades pantaneiras no trilho do desenvolvimento com a pavimentação da BR-419”, disse Felipe Orro.

Orro destaca a oportunidade de recolocar as cidades pantaneiras no trilho do desenvolvimento com a pavimentação da BR-419

A pavimentação da BR-419, um sonho que começou a tomar volume na mesma proporção em que definhava o trem do Pantanal, está prestes a se tornar realidade. Em sua recente vinda a Mato Grosso do Sul, no dia 29 de abril, a presidente Dilma Rousseff prometeu analisar o projeto executivo já elaborado pelo governo do Estado e destinar recursos para iniciar a obra. Com esse gesto, no entender do deputado, chegou ao fim uma luta de décadas que mobilizou lideranças políticas e embalou o sonho de toda população das cidades contempladas.

“Meu tio, o ex-governador José Fragelli, já defendia a pavimentação da BR-419 nas décadas de 70 e 80. Aliás, foi nessa época que a rodovia foi federalizada, prevendo exatamente o alto custo da obra e a necessidade de se aportar dinheiro da União. Muitas outras vozes têm defendido essa bandeira ao longo dos anos, e não posso me esquecer do saudoso Clealdon Alves de Assis, o Baiano, que liderou uma campanha pública nos meios de comunicação e onde fosse possível defendendo a obra. Tanto que foi lembrado para nominar a rodovia, o que considero justo.”

O próprio Felipe Orro, quando vereador entre 1997 e 2000 e prefeito de Aquidauana de 2001 a 2008, fez da pavimentação da BR-419 uma de suas principais bandeiras. “Como prefeito fiz o que estava ao meu alcance: audiências públicas, fui a Brasília várias vezes pedir o empenho dos deputados e senadores, lembro que quando o Zeca era governador, o irmão dele, vereador Osório, fez uma reunião grande em Aquidauana para discutir a saída ao Pacífico e a pavimentação da BR-419 fazia parte desse grande projeto para viabilizar os portos de Corumbá e Porto Murtinho”, conta Felipe Orro.

Foto: Marcos Quinhonez

Houve um momento em que a rodovia esteve muito perto de ser pavimentada. O deputado lembra que Ramez Tebet era presidente do Senado, em 2002, e esteve em Aquidauana para tratar do assunto. “O Ramez prometeu se empenhar para incluir essa obra no Orçamento da União. Foi uma boa notícia, mas, enfim, por uma série de circunstâncias o sonho foi adiado novamente”.

Como deputado estadual, uma das primeiras medidas de Felipe Orro foi defender a pavimentação da BR-419. Fez isso em pronunciamento da Tribuna da Assembleia, já na primeira sessão legislativa, quando discursou representando os pequenos partidos. No dia 29 de junho de 2011, Felipe Orro formalizou pedido ao governador André Puccinelli para asfaltar a rodovia. “Esta obra será de suma importância para estabelecer uma alternativa de ligação entre o Norte e o Oeste do Estado”, argumentou na época.

Em outubro daquele mesmo ano, Felipe Orro foi informado pelo governador André Puccinelli que o Estado havia decidido bancar o custo do projeto executivo, exigência do governo federal para aprovar a obra. Esse projeto demorou mais de seis meses para ser concluído, devido às peculiaridades da região, e será agora analisado pela presidente Dilma Rousseff.

Além da pavimentação da BR-419, que por si só já representa um investimento transformador para toda a regão, Felipe Orro já se adiantou e pediu outras melhorias complementares, como o término da pavimentação da Estrada-Parque Palmeiras a Piraputanga e os acessos aos distritos de Taboco, em Corguinho, e de Cipolândia, em Aquidauana. “São trechos curtos, 10, 20 quilômetros, mas que são fundamentais para levar o progresso, de fato, às populações desses distritos, já que a rodovia não passa por dentro dos povoados. Por isso apresentamos indicação neste sentido ao governo do Estado, que se prontificou de imediato a estudar o caso”, completou.

A BR-419 liga Rio Verde, na região Norte, a Aquidauana e Anastácio, no Oeste do Estado. Aberta na década de 70 pelo então governador Fragelli, a rodovia tem a missão de encurtar a distância entre essas cidades em mais de 150 quilômetros, além de servir, em seu trajeto de 233 quilômetros, a uma vasta região de povoamento antigo onde se instalaram inúmeras pousadas devido ao potencial turístico do local. De Anastácio a BR-419 segue até Jardim, onde se encontra com a BR-060. Nesse trecho já é pavimentada.

ASSESSORIA
Em Aquidauana, 33 famílias estão desabrigadas até agora devido ao temporal Em Aquidauana, 33 famílias estão desabrigadas até agora devido ao temporal

O nível do rio em Aquidauana, a 143 km de Campo Grande, chegou a 9 metros na manhã deste domingo (7), segundo o coordenador da Defesa Civil do município, Claudinei Quintana. O volume no rio Aquidauana está seis metros acima do considerado normal.

Segundo informações dos Bombeiros, 33 famílias estão desabrigadas Foto Rhobson T Lima/O Pantaneiro

Conforme o Corpo de Bombeiros, até esta tarde, 33 famílias estão desabrigadas e outras 15, em situação de remoção. “O rio está atingindo as casas e estamos tentando retirar todo mundo, mas tem gente que se recusa a sair. Eles acreditam que o rio vai baixar”, relatou Quintana.

Bombeiros e equipes da Defesa Civil auxiliam famílias na retirada de móveis das casas. Segundo informação da corporação militar, algumas famílias estão abrigadas no ginásio Poliesportivo da cidade e outras recorreram a residências de familiares e amigos.

A meteorologista do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) Helena Balbino explicou que a chuva começa a diminuir em Aquidauana na próxima quarta-feira (10). Ainda segundo o Inmet, neste domingo, a mínima é de 21°C e a máxima, de 33°C no município.

Com informações do G1

 

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