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Homem é suspeito de abusar sexualmente de duas filhas menores na Capital Homem é suspeito de abusar sexualmente de duas filhas menores na Capital

Um pai de 38 anos está na mira da polícia por suspeita de abusar de duas filhas de 14 e 17 anos em Campo Grande. O fato estaria acontecendo há mais de três anos.

Foto Ilustrativa

O inquérito foi aberto no dia 22 de agosto, mas ele, porém, responde em liberdade.

O suspeito tinha a guarda das filhas há mais de cinco anos. Segundo a Polícia Civil, o caso será entregue ao Judiciário após o próximo dia 22. Elas passaram por exames no Imol (Instituto Médico Odontológico Legal), e o caso está em segredo de justiça.

A mãe das adolescentes, que tem 38 anos, e está separada do ex-marido há mais de dez anos, ficou sabendo por meio da escola que as meninas estariam sendo abusadas pelo próprio pai.

O Conselho Tutelar foi acionado e, posteriormente, o caso foi registrado na DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Ainda de acordo com a polícia, as jovens também passarão por consultas psicológicas quando o caso já estiver com a Justiça.

A mãe das menores, que mora no interior e veio a Campo Grande para ser ouvida, chegou a fazer outro boletim de ameaça contra o ex-marido, que a teria ameaçado ontem (20) nos corredores da Defensoria Pública.

Ela disse na delegacia que procurou a Defensoria porque o suspeito não teria deixado ela ver as filhas.

 

Polícia cumpre mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Guia Lopes e na Capital Polícia cumpre mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Guia Lopes e na Capital

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, através da Delegacia Regional de Jardim e da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco), cumpriu nesta quinta-feira (20), mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande e Guia Lopes da Laguna (MS), em investigação que apura desvio de verbas públicas da Prefeitura de Guia Lopes.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A investigação apura pagamentos irregulares de hospedagem em pensão localizada em Campo Grande a pacientes atendidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Guia Lopes da Laguna, os quais não se utilizavam dos serviços. Mesmo assim, os serviços eram pagos indevidamente pela Prefeitura.

Os mandados de busca foram cumpridos na sede da Prefeitura de Guia Lopes da Laguna, Secretaria Municipal de Finanças, Secretaria Municipal de Saúde, residência de funcionários e ex-funcionários da Prefeitura de Guia Lopes, bem como na pensão localizada em Campo Grande e na residência de seus proprietários.

De acordo com o delegado Davanço, a “Operação Salus” é um desdobramento do Inquérito Policial iniciado pela Deco e que resultou no afastamento de Edivaldo Soares Pereira, 39 anos, ex-secretário de Assistência Social de Guia Lopes da Laguna, de qualquer função no Município, o qual foi indiciado, juntamente com um empresário de Guia Lopes, pelos crimes de Lavagem de Dinheiro, Fraude à Licitação, Peculato e Posse Ilegal de Munição de Uso Permitido.

Participam da Operação Policiais Civis da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado, Delegacia Regional de Jardim, Primeira Delegacia de Jardim, Delegacia de Atendimento à Mulher de Jardim e Delegacia de Guia Lopes Laguna. O nome da Operação faz referência a Salus, que segunda a mitologia Romana,era a deusa da saúde, limpeza e sanidade.

Professores da Capital encerram greve e briga por reajuste fica nos tribunais Professores da Capital encerram greve e briga por reajuste fica nos tribunais

Após 14 dias fora das salas de aulas, os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande suspenderam a greve. Em assembleia geral realizada na manhã desta quarta-feira (19), os docentes votaram e decidiram pelo fim da paralisação. Os professores devem voltar ao trabalho na quinta-feira (20).

Paralisação durou 14 dias nas escolas da Capital Foto Mayara Bueno

Segundo o presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Gonçalves, nos últimos dias o movimento perdeu adesão. Nesta quarta, apenas 17% dos professores da Reme estavam em greve.

Gonçalves informou ainda que, mesmo com o fim da greve, a entidade vai recorrer contra as decisões judiciais que determinaram a volta dos docentes para a sala de aula e que suspenderam o inciso da lei que previa o pagamento da porcentagem reivindicada pelos professores ainda no ano de 2014.

Greve

Os profissionais da Reme paralisaram as atividades na manhã do dia 6 de novembro. Segundo a ACP, todas as propostas apresentadas por Olarte foram rejeitadas pela categoria. Os professores reivindicaram o pagamento dos 8,46% que faltam para a integralização do piso salarial municipal ao piso salarial nacional.

Durante a greve, os professores fizeram manifestações nas ruas, no prédio da Prefeitura de Campo Grande e na Câmara de Vereadores.

Batalha judicial

Na última quinta-feira (13), o desembargador Romero Osme Dias Lopes determinou a volta de 80% dos docentes ao trabalhar dentro de vinte e quatro horas, sob pena de multa diária de R$ 25 mil em caso de descumprimento. Segundo o processo, a prefeitura alegou que o movimento grevista é ilegal e que o serviço público de educação é essencial e não pode ser interrompido.

Na última sexta-feira (14), a Justiça de Mato Grosso do Sul acatou pedido da Prefeitura de Campo Grande e suspendeu o inciso da Lei Municipal 5.189/2013 que estipulava, em 1º de outubro de 2014, o pagamento do reajuste para a integralização do piso salarial com incidência sobre os valores vigentes em abril de 2013. A decisão foi tomada pelo desembargador Fernando Mauro Moreira Marinho.

Agora, o ACP prepara o contra ataque e, por hora, a briga pelo reajuste dos professores ficará a cargo dos tribunais. O sindicato informou que vai entrar com uma reconvenção – em outras palavras, vai processar o prefeito cobrando o cumprimento da lei.

Há, ainda, intenção do ACP em impetrar ação por danos morais em favor dos associados. Outra medida será a tentativa de incluir o sindicato como parte interessada na Adin da Prefeitura contra a Câmara em relação à Lei do Piso.

Com Informações do G1 e da TV Morena

Olarte quer antecipar cobrança do IPVA para dezembro para reduzir aperto financeiro da Capital Olarte quer antecipar cobrança do IPVA para dezembro para reduzir aperto financeiro da Capital

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP) negocia com o governo do Estado a antecipação de repasse referente ao IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor) 2015. Seria uma forma de tirar o Executivo municipal do aperto financeiro que passa.

Foto Ilustrativa

Olarte se reuniu na noite desta segunda-feira (17) com o governador André Puccinelli e o vereador Edil Albuquerque, ambos do PMDB, para discutir a antecipação da cobrança do IPVA de janeiro para o mês de dezembro.

Desta forma, o valor referente a 50% da cobrança chegaria aos cofres da prefeitura com tempo suficiente para possibilitar o pagamento do 13º salário dos servidores municipais.

Edil não falou em valores – em 2013, segundo o Portal da Transparência, o governo estadual repassou R$ 61,4 milhões à Capital referentes à receita com IPVA.

O vereador ressaltou que Olarte tenta, “de todas as formas”, melhoras as contas da Prefeitura e garantir, por exemplo, o reajuste de 8,46% aos professores, que estão em greve.

Corpo de professor assassinado na Capital será sepultado em Pedro Gomes Corpo de professor assassinado na Capital será sepultado em Pedro Gomes

O corpo do professor Francisco Borges da Silva, 39 anos, mais conhecido como “Zico”, encontrado na tarde desta segunda-feira (17), às margens da BR-163 em Campo Grande será velado e sepultado em Pedro Gomes, onde mora sua família.

Foto: Via WhatsApp/Edição de Notícias

A família aguarda a liberação do corpo do educador, que passa por um exame necroscópico no IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) para apontar as causas da morte e a arma utilizada no crime. A polícia descartou o uso de arma de fogo.

A previsão é de que, ainda nesta terça-feira (18), o corpo do docente deve ser levado para Pedro Gomes onde a família realizará uma celebração religiosa e em seguida o sepultamento no Cemitério Municipal. Os horários ainda não foram definidos.

Entenda o caso

“Zico” foi visto pela última vez por volta das 20 horas no domingo (9), saindo em seu veículo, um VW Gol branco placas 00L-9955, do condomínio Vale do Sol, onde morava, localizado no bairro Monte Castelo em Campo Grande. Depois de várias ligações para o celular dele sem nenhuma resposta, a família procurou a polícia.

Na quarta-feira (12), os investigadores que trabalham no caso teriam interceptado uma mensagem de texto recebida no celular do professor antes do desaparecimento. A polícia revelou que chegou até os envolvidos depois que as investigações revelaram que a mensagem havia sido enviada pelos autores, marcando um encontro com o professor em uma pousada, na região da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), onde foi executado.

Como ele foi executado na pousada e o barulho de disparos de tiros chamaria a atenção dos trabalhadores, a polícia descartou o uso de arma de fogo.

“Zico” teria sido morto no dia do desaparecimento e o corpo dele foi desovado às margens da BR-163 na saída para Cuiabá. O veículo foi encontrado no estacionamento de um supermercado a aproximadamente 6 quilômetros do local em que o corpo estava.

Pelo menos duas pessoas foram presas pelo crime e outras várias foram ouvidas. Os autores, que ainda não tiveram o nome revelado, confirmaram à polícia que conheceram o docente pela internet e trocavam mensagens com ele com a intenção de roubar o veículo.

Os autores disseram ainda, que não levaram o carro porque ele estava sem a documentação e sabiam que seria difícil retirar o veículo do Estado sem os documentos.

A polícia deve apresentar os envolvidos à imprensa ainda hoje.

Edição de Notícias
Vereadores e servidores gastaram mais de R$ 25 mil  em churrascarias da Capital Vereadores e servidores gastaram mais de R$ 25 mil em churrascarias da Capital

Durante a Operação Viajantes, que apurava a “farra das diárias” na Câmara Municipal de Ribas do Rio Pardo (MS), o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) apreendeu na casa do presidente da Casa, Adalberto Alexandre (PRTB), cupons fiscais de despesas de vereadores e servidores em churrascarias do município e de Campo Grande, pagas com dinheiro público.

Operação Viajantes foi deflagrada no dia 4 de novembro
(Foto: Divulgação)

Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), pelos levantamentos iniciais, só os banquetes nas churrascarias da Capital custaram R$ 9.554,60, R$ 13.100, R$ 1.426 e R$ 1.760, ou seja, mais de R$ 25 mil.

Ainda de acordo com o MPE, outros documentos foram apreendidos pelo Gaeco e existe suspeitas de desvios que superam R$ 3,5 milhões. Mais de R$ 600 mil com gastos em publicidade e quase R$ 900 mil em informática.

Afastados 

Sete vereadores e cinco servidores públicos municipais foram afastados liminarmente de seus cargos. Os representantes do Poder Legislativo ainda tiveram decretada a indisponibilidade de bens, em decisão do juiz substituto da Comarca de Ribas do Rio Pardo, Evandro Endo, baseada em ação civil pública por ato de improbidade administrativa, com pedido de afastamento cautelar do cargo e indisponibilidade de bens, ajuizada pelo MPE.

Foram afastados os vereadores: Adalberto Alexandre Domingues (presidente da Câmara), Antonino Ângelo (vice-presidente da Câmara),Diony Erick (1º secretário da Mesa Diretora), Cláudio Lins (2º secretário), Fabiano Duarte (ex-secretário), Célia Regina e Justino Machado. E os servidores públicos: o diretor administrativo Cacildo Pedro Camargo, o contador Walter Antonio, o presidente da Comissão de Licitação Marcos Gomes da Silva Junior, o pregoeiro Gil Nei Paes da Silva e o assessor jurídico Natanael Fernandes Godoy Neto.

O MPE descreve o presidente da Câmara como autor intelectual e articulador dos pagamentos indevidos de diárias, contratação irregular de empresas, pagamento de pensão alimentícia de filha com dinheiro público, saques na boca do caixa do Supermercado São Marcos, lista de pagamentos ao empresário Rinaldo Nunes Rocha, possuindo poder de mando sobre os demais colegas, com elaboração de estratégias de defesa perante autoridade policial e do MP, além da aquisição de bens em nome de “laranjas”.

“Farra das diárias”

O caso se refere às diárias pagas indevidamente para aumentar os ganhos mensais dos vereadores, além de gastos exagerados com contratações de empresas terceirizadas de informática, publicidade, assessorias jurídicas, contábeis e fornecedores diversos, com realização de procedimentos licitatórios fraudulentos.

A ação é resultado de investigação conduzida pela Promotoria de Justiça de Ribas do Rio Pardo, que apurou irregularidades no pagamento de diárias a vereadores e servidores, além de “esquema criminoso” de desvio de recursos públicos, por meio de contratações de empresas sem licitação e/ou por meio de procedimentos licitatórios que não passavam de um farsa, para beneficiar empresas de familiares e de amigos dos agentes públicos. Algumas empresas contratadas possuem características de “fachada”.

Segundo revelou a investigação, os agentes políticos teriam forjado viagens e participações em eventos e reuniões fora do Município, isto para receberem indevidamente valores relativos à diárias. Conforme levantamento realizado, de janeiro a setembro de 2014, o Legislativo do Município teria consumido cerca de R$ 600 mil de recursos públicos com o pagamento de diárias, que chegariam ao valor de R$ 750 para cada dia de deslocamento dentro do Estado, e R$ 1.500 para cada dia de viagem fora de Mato Grosso do Sul.

Professores rejeitam proposta de parcelamento do reajuste e greve continua na Capital Professores rejeitam proposta de parcelamento do reajuste e greve continua na Capital

Os professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) se reuniram novamente em assembleia nesta segunda-feira (10).

Desta vez, os profissionais discutiram a proposta oferecida pelo prefeito Gilmar Olarte (PP), de pagamento fracionado em sete parcelas de 1.2086% até abril de 2015, totalizando aumento de 8,87% no período. O 13º salário e 1/3 de férias seriam pagos com o valor do salário de dezembro de 2014.​

Parcelamento de aumento foi última cartada da prefeitura
Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado

Eles rejeitaram a proposta da prefeitura. Com esta definição, continua a greve dos cerca de 5,5 mil professores, que começou na quinta-feira passada.

Ontem, o secretário de Planejamento, Finanças e Controle (Seplanfic), André Scaff, afirmou que o parcelamento do reajuste de 8,46%, percentual que já deveria ter sido acrescido no salário da categoria já no mês passado, “é a única e possível” proposta do município.“Ao menos até dezembro, é o que a prefeitura pode cumprir. Não há como tirar dinheiro de outra fonte, não há previsão de ganhos extras”, avisou o secretário.

Com Informações Correio do Estado
Professores entram em greve  e deixam 94 mil alunos sem aula na Capital Professores entram em greve e deixam 94 mil alunos sem aula na Capital

Sem acordo, os professores da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande definiram paralisar aas aulas. A confirmação saiu ontem no final da tarde, depois que o prefeito Gilmar Olarte (PP) não quis assinar um documento oficializando o reajuste da categoria para 1º de dezembro, acrescido do retroativo. Hoje os professores se reuniram na sede da Associação Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), às 8h e depois seguem para a Câmara de Vereadores. A greve deixa ao menos 94 mil estudantes sem aula.

Escola Arassuay Gomes de Castro está sem aulas nesta quinta-feira (Foto: Fernando da Mata/ G1 MS)

Algumas escolas da capital sul-mato-grossense amenheceram fechadas e outras funcionam parcialmente.

A categoria deve fazer uma manifestação, nesta manhã, na Câmara de Vereadores, para reivindicar o cumprimento da lei municipal 5.189/2013, que determina a integralização do piso salarial municipal, que atualmente é de R$ 1.564,97, ao piso salarial nacional dos professores, de R$ 1.697,37.

Segundo o presidente do sindicato, Geraldo Alves Gonçalves, a proposta apresentada por Olarte prevê o pagamento dos 8,46% que faltam para a integralização do piso salarial municipal retroativo ao mês de novembro. A categoria reivindica o pagamento retroativo ao mês de outubro.

Em nota, a prefeitura de Campo Grande afirmou que os professores da capital têm o maior piso salarial da rede pública de Mato Grosso do Sul. “No quadro do magistério, há 8.569 professores com média salarial entre R$ 2.990.02 e R$ 3.983,93″, diz a nota.

Em nota divulgada na noite de quarta-feira (5), a prefeitura de Campo Grande afirmou que a concessão da parcela complementar de 8,46%, a partir de outubro, dependeria da capacidade financeira do município de honrar o compromisso.

“Neste período houve um esforço para garantir o incremento da arrecadação e ainda estão sendo mantidas negociações visando a obtenção de recursos suplementares que garantam o pagamento deste reajuste complementar”.

Na manhã de sexta-feira (7), a categoria deve fazer uma passeata na região central da cidade, da sede do sindicato até o prédio da prefeitura. No período da tarde, os professores devem participar de uma nova assembleia.

Norte-americanos aprovam legalização da maconha no Oregon, Alasca e capital dos EUA Norte-americanos aprovam legalização da maconha no Oregon, Alasca e capital dos EUA

Eleitores nos Estados norte-americanos do Oregon e do Alasca e na capital federal dos Estados Unidos decidiram, na terça-feira, legalizar o uso recreativo da maconha, em vitórias cruciais que podem dar impulso ao movimento pela legalização.

A proposta no distrito de Columbia, segundo a qual estaria permitida a posse de maconha mas não sua venda no varejo, foi aprovada com cerca de 65 por cento dos votos, mostraram resultados não oficiais.

Já as medidas no Oregon e no Alasca vão mais longe e estabelecem uma rede de lojas de maconha regulares, similares àquelas que já operam nos Estados de Colorado e Washington, após votações pela legalização realizadas em 2012.

Os referendos ocorreram em meio a uma mudança de opinião dos norte-americanos sobre a maconha nos últimos anos, o que tem dado impulso aos esforços para legalizar a cannabis, uma droga que continua ilegal sob a lei federal norte-americana.

A proposta do distrito federal dos EUA tinha a aprovação prevista, mas pode ser revertida em uma revisão feita pelo Congresso dos EUA, que possui jurisdição sobre a legislação da capital do país.

A medida prevê a permissão a pessoas de ao menos 21 anos para portarem até 57 gramas de maconha e cultivarem até seis plantas.

Enquanto isso, uma proposta de emenda constitucional para tornar a Flórida o 24º Estado norte-americano, e o primeiro na região sul, a permitir o uso medicinal da maconha foi reprovada após ter recebido pouco menos dos 60 por cento dos votos necessários para a aprovação, de acordo com grupos tanto a favor como contra a medida.

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