| Operação busca quadrilha acusada de adulterar leite no RS O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) deflagrou hoje (8) a Operação Leite Compensado para desarticular um esquema de adulteração de leite. De acordo com as investigações, cinco empresas de transporte de leite adicionavam ao produto cru, entregue à indústria, uma substância semelhante à ureia, que tem formol na composição e é considerada cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até agora, oito pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no esquema. Substância colocada em leite é considerada cancerígena pela OMS Foto: Divulgação / AbrSegundo o MP-RS, esse tipo de adulteração é considerada crime hediondo de corrupção de produtos alimentícios, previsto no Artigo 272 do Código Penal. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 13 de busca e apreensão em três cidades do Rio Grande do Sul (Ibirubá, Guaporé e Horizontina). Cerca de 100 pessoas participam da operação, que conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Receita Estadual e da Polícia Militar gaúcha. De acordo com o Ministério Público, as empresas investigadas transportaram aproximadamente 100 milhões de litros de leite entre abril de 2012 e maio de 2013. O órgão estima que, desse total, 1 milhão de quilos de ureia contendo formol tenham sido adicionados, com o objetivo de aumentar o volume do leite transportado e consequentemente o lucro sobre o preço do leite cru. A fraude foi comprovada por meio de análises químicas do leite cru. O formol foi encontrado no produto final mesmo depois dos processos de pasteurização. Amostras coletadas no decorrer da investigação em supermercados da capital gaúcha apontaram fraude em 14 lotes de leite. O leite alterado era comercializado no Rio Grande do Sul e em outros estados. Mais detalhes da operação e das investigações serão informados em entrevista coletiva às 10h30, na Promotoria de Justiça no município de Tapera (RS). Veja abaixo a lista das marcas e lotes adulterados: Italac Integral Italac Semidesnatado Bom Gosto/Líder UHT Integral Mumu UHT Integral Latvida UHT Desnatado Latvida UHT Semidesnatado Latvida UHT Integral Latvida Semidesnatado Latvida Integral AGÊNCIA BRASIL |
| Lutador de MMA invade consultório após espera por atendimento no ES O lutador de MMA Rodrigo Damm invadiu um consultório médico na área restrita do Hospital Evangélico, em Vila Velha, na Grande Vitória, em busca de atendimento imediato para a esposa que estava passando mal, na noite desta quinta-feira (4). Ele pensou que a esposa estava tendo um infarto e se desesperou com a demora no atendimento. Começou a filmar a situação e ouviu de uma médica que “se continuasse filmando a esposa não seria atendida”. O Hospital Evangélico informou que a mulher do lutador passou por uma triagem e foi constatado que o caso dela não era tão grave. O hospital avalia se vai processar Rodrigo Damm. O lutador, que fez parte da primeira edição do ‘The Ultimate Fighter Brasil’, não decidiu se vai entrar com algum processo contra o hospital.
Rodrigo conta que a esposa dele começou a se sentir mal no final da tarde, com formigamento no braço, com o rosto muito vermelho e tremendo. “Ela não conseguia abrir as mãos, estavam duras. A cara dela estava muito vermelha. Sou leigo, pensei que ela estava tendo um infarto, coisa assim. Fui na sala do médico e pedi pelo amor de Deus para atender minha esposa’, conta o lutador. Segundo o médico, a esposa do lutador passou por um primeiro atendimento que constatou que o estado dela não era tão grave, por isso ela não foi encaminhada de imediato para um especialista. “Na visão de alguém que está acompanhando o paciente pode parecer urgência, mas na visão do atendimento médico não é. O médico conta que o lutador interrompeu a consulta de uma paciente que estava com dengue e precisava ser internada, quando invadiu o consultório na área restrita. “Ninguém tem o direito de adentrar um consultório ameaçando as pessoas, pelo que eu ouvi, e interrompendo a atividade médica com outra paciente porque acredita que seu ente querido está passando mal, quando ele já passou pelo acolhimento e pela classificação”, afirma o médico. Rodrigo afirma que só invadiu o consultório depois de pedir ajuda e não ser atendido. “Quando ela se negou a atender e mandou eu sair da sala dizendo que não ia atender, eu comecei a filmar. Só filmei depois que ela se negou a atender”, diz.
De: G1.com |
| Após separação, pai mata filhos de 3 e 6 anos no RS, diz polícia Um homem de 41 anos matou os dois filhos na noite de sábado (2), em Bom Retiro do Sul, na Região do Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. Após os crimes, ele cometeu suicídio. Segundo a Polícia Civil, ele deixou uma carta falando sobre o ato. As crianças, um menino de 6 anos e uma menina de 3 anos, foram mortas com um instrumento contundente, possivelmente um martelo. Na carta, o homem explicou que elas estavam sofrendo muito desde a separação dos pais, em meados de 2012, tentando justificar o crime. Após matar os filhos, ele se enforcou com uma corda. “A mãe teria deixado as crianças no fim de semana com o pai. As crianças foram vistas no final de sábado brincando. Domingo, segundo vizinhos, a casa ficou fechada. A mãe, como não recebeu os filhos no fim da tarde, procurou o conselho tutelar para pegar as crianças. Arrombaram porta e constataram tragédia”, disse ao G1 o delegado Mauro José Barcelos Mallmann. Segundo a investigação, o crime ocorreu na noite de sábado. Desde a separação, a mãe estava morando com os filhos na cidade vizinha de Fazenda Vila Nova. “Ele tinha anteriormente problemas de alcoolismo, se separou no ano passado. O casal tinha problemas, ele queria a guarda dos filhos. Ele deixou uma carta tentando explicar os motivos, disse que achou que assim estaria acabando o sofrimento das crianças. Estavam sofrendo muito com a separação”, explicou. G1 |
| Estudante salvou ao menos 14 pessoas antes de morrer em incêndio Parentes e amigos do estudante de educação física Vinícius Montardo Rosado, de 26 anos, tentam, com muito esforço, cumprir o que acreditam seja um dos últimos desejos do jovem e não chorar. O brincalhão de quase dois metros, que nunca ficava emburrado, segundo sua família, foi um dos 235 mortos no incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Ele foi um dos primeiros a sair da casa noturna em chamas, mas decidiu voltar e ajudar quem não conseguia escapar. Pelo menos 14 pessoas foram retiradas daquele lugar pelo rapaz, segundo relatos de sobreviventes. Bruno (à esq.), o pai (centro) e a irmã (dir.) de Vinicius fazem gesto em homenagem ao estudante (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)O site G1.com esteve na casa onde o jovem vivia com a família, em Santa Maria, nesta terça-feira (29). Logo na entrada da casa simples, alguns parentes que foram prestar condolências à família estavam sentados em cadeiras de armar. Enquanto conversavam, tomavam chimarrão. registrada (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal) Ao abrir o guarda-roupas, ela retirou do canto da prateleira mais alta uma camisa do Internacional. “Aqui está tudo que ele tinha. Essa era a paixão dele”, afirmou. O estudante estava animado com o futuro. Com formatura marcada para este ano, planejava seguir para São Paulo, onde trabalharia e juntaria um dinheiro para um cruzeiro marítimo. Adepto de esportes que exigem físico desenvolvido, como rúgbi, queria se tornar lutador de MMA. Ele e seu melhor amigo, o empresário Bruno Perin, de 25 anos, criaram quando adolescentes um estilo de vida intitulado “free life style”. “É como um ‘carpe diem’, sobre aproveitar ao máximo a vida. E acho que ele conseguiu isso durante a vida”, lembrou o jovem. Parentes contam que Vinicius adorava festas, mas cancelava qualquer evento se um amigo precisasse de ajuda. “Era um rapaz muito humilde. Nunca vi ninguém falar que não gostava dele”, disse o pai. “Brincava que ele era como uma baleia: grande, forte e doce.” Foi em uma festa, porém, que a vida do jovem chegou ao fim. Segundo testemunhas, na madrugada de domingo Vinicius saiu da boate e procurou a irmã. Ao ver que Jéssica estava bem, voltou ao prédio em chamas, para resgatar quem não conseguia encontrar a saída. Depois de alguns minutos, foi retirado por bombeiros desacordado. Ele morreu na ambulância, a caminho do hospital. No velório coletivo realizado no ginásio esportivo da cidade, pessoas que sobreviveram e que participaram da cerimônia reconheceram Vinicius. “Passavam e diziam: ‘lembro dele. Foi ele quem me salvou’”, afirmou Bruno. Por suas contas, foram 14 os resgatados pelo estudante de educação física. “Santa Maria não pode ser lembrada como uma terra onde aconteceu uma tragédia, mas uma terra de heróis”, completou. Inicialmente revoltado com o desprendimento do filho que causou sua morte, Ogier reviu sua opinião após pensar e conversar com a filha. “Ela me disse que, mesmo que eu estivesse lá e tentasse impedi-lo, ele me empurraria e entraria. Era a índole dele. Se ele não tivesse entrado, sei que se arrependeria de ter deixado todas aquelas pessoas morrerem.” Emocionado com o exemplo do filho, o gerente de eventos espera que o mundo tenha outros tantos Vinicius. “Se o mundo tivesse esse tipo de solidariedade uma vez a cada seis meses, ele seria um lugar melhor para se viver.”
De: G1.com |
| Governo de MS dá suporte às famílias das vítimas da tragédia no RS O Governo do Estado está tomando providências para dar apoio às famílias das duas vítimas do incêndio no município gaúcho de Santa Maria que residem em Mato Grosso do Sul, os jovens Ana Paula Rodrigues, de Mundo Novo, e David Santiago de Souza, de Campo Grande. Foto Luis Gonçalves/AgenciaPreviewPor determinação da governadora em exercício, Simone Tebet, o secretário de Habitação e das Cidades, Carlos Marun, já está a caminho do município para dar suporte aos familiares, que também já se deslocaram para Santa Maria. Ao mesmo tempo, a secretária de Estado de Assistência Social, Tania Garib, coordena as ações em Campo Grande. Uma das ações mais urgentes é cuidar do traslado dos corpos para Mato Grosso do Sul. Neste momento, manhã de segunda-feira, uma das possibilidades é que possam ser trazidos com o uso de um avião de socorro da Base Aérea de Campo Grande, que foi deslocado para o Rio Grande do Sul, ou por uma aeronave da Secretaria de Justiça e Segurança Pública. A definição vai depender das condições e orientações sobre liberação, em Santa Maria. Notícias MS |
| Polícia Civil investiga morte de bebê esquecido em carro no RS A Polícia Civil de Santa Rosa instaurou um inquérito para investigar o caso do bebê de 11 meses que morreu após ser esquecido no carro do pai na tarde de quinta-feira (17), no município do Noroeste do Rio Grande do Sul. De acordo com o delegado regional Márcio Steffens, depoimentos começarão a ser colhidos na segunda-feira (21). “Primeiro vamos verificar toda a situação da tragédia, por enquanto não há muito para falar”, disse ele ao G1 na manhã desta sexta-feira (18). Bebê é velado em Santa Rosa (Foto: Reprodução/RBS TV)O velório da criança, que completaria 1 ano de idade no próximo dia 27 de janeiro, ocorre desde a madrugada no Salão Paroquial da Igreja Matriz. O sepultamento deve ocorrer à tarde. O pai da menina, José Soares de Bastos, delegado titular da 2ª Delegacia de Polícia do município, segue internado em estado de choque. Ele saiu com a filha de casa e a levaria para a creche, mas foi direto para o trabalho. O bebê ficou no veículo, no estacionamento da delegacia, por quase cinco horas. O delegado estava na rua, em uma ocorrência, e voltou para a delegacia após receber uma ligação da mulher, que queria saber onde estava a filha, já que não a encontrou na creche. Com a ajuda de colegas, o pai tirou a menina do carro e a levou para o Hospital Vida e Saúde, onde ela chegou desacordada. O médico pediatra César Altino estava na equipe que tentou reanimar a criança. Segundo ele, dificilmente o bebê morreu por falta de oxigênio. A possibilidade levantada é desidratação, já que ela perdeu muito líquido em função da alta temperatura do carro e do corpo. “A desidratação é extremamente grave, danosa para o sistema nervoso central. Provoca precocemente alterações, pode provocar convulsões, um colapso sistêmico, seguido de parada cardiorrespiratória”, disse o médico.
De: G1.com |
| DJ desaparecido há um mês buscou exílio em casa de jogador de futebol Depois de ter um cordão de ouro de R$ 30 mil roubado na saída de uma festa e ser mantido em cativeiro pelos bandidos por quatro dias, em dezembro, o DJ Igor Vinicius dos Santos Galante Ferreira, de 24 anos, passou por tempos de exílio no Rio Grande do Sul, na casa do sobrinho de um famoso jogador de futebol. Assustado, ficou na mansão da família do amigo, em Porto Alegre, e só decidiu voltar quando descobriu que estava sendo procurado pela polícia, no Rio, e que a família acreditava que ele estava morto. Depois do Natal, ligou para os parentes e disse que estava vivo, mas escondido. Na tarde de 2 de janeiro, desembarcou no Aeroporto Internacional do Galeão, na Ilha. Mesmo de volta à cidade, continuou escondido, na casa de uma amiga, na Zona Sul. DJ Igor Ferreira buscou exílio fora do estado após ser ameaçado de morte por sequestradores (Foto: Luiz Ackermann / Extra)O reencontro com a família ocorreu num lugar improvável, mas seguro. Igor só se sentiu à vontade para abraçar as quatro irmãs, o irmão e sete sobrinhos perto da delegacia. Antes de prestar depoimento, na última terça-feira, na 22ª DP (Penha), ele pode dar um abraço naquelas pessoas que sofreram com a possibilidade de nunca mais vê-lo. - Foi uma sensação que não sei nem como descrever. Senti uma emoção muito grande. Ninguém conseguia falar. Nos abraçamos e choramos. Antes, eles achavam que eu estava morto – diz. Apesar do seu retorno ao Rio, a história de Igor ainda parece longe de um final feliz. Enquanto a polícia tenta identificar os bandidos, ele se esconde. Porque tem medo de morrer. Memórias do cativeiro Igor ainda guarda as lembranças dolorosas dos quatro dias em que foi mantido em cativeiro. No corpo dele, há marcas das torturas sofridas pelos bandidos, que usaram uma navalha e cigarros para agredi-lo. No braço esquerdo, ainda tem a cicatriz de um corte provocado por uma navalha. No seu peito e nas suas costas, os bandidos apagaram cigarros. - Eles não me alimentavam. Só me davam água e porrada. Cortaram o meu braço, com uma navalha, e queimaram o meu corpo com cigarro. Eles queriam dinheiro. E quando viram que não iriam conseguir mais, me liberaram. O DJ foi libertado, mas sob uma condição: precisaria sumir. Caso contrário, seria executado. Enquanto Igor estava em refúgio, em Porto Alegre, bandidos arrombaram a casa onde ele morava com o irmão e levaram todas as suas roupas. - Eles estavam desconfiados. Achavam que eu poderia estar trancado, dentro de casa – conta. SAIBA MAIS Campanha na internet - A família do DJ Igor fez campanha numa página de relacionamentos da internet para buscar informações sobre o paradeiro dele. O DJ foi visto pela última vez quando saiu de casa, em Brás de Pina, subúrbio do Rio, para ir ao Rei do Bacalhau da Rio-Petrópolis. Mensagens dos bandidos - Nos dois dias após o sumiço, parentes dele começaram a receber mensagens pelo celular, onde os supostos autores do sequestro cobravam R$ 50 mil pelo resgate. O dinheiro deveria ser entregue na Rua Uruguaiana. Como a família não tinha esse dinheiro, decidiu registrar ocorrência na 22ª DP (Penha), onde recebeu a orientação de não responder às mensagens dos criminosos. “Virou papel - No entanto, os bandidos responderam à mensagem de uma das irmãs dele, que imaginava que era um trote de Igor e pediu que ele parasse, pois a família estava aflita. “Agora é tarde. O Igor já virou papel rsrsrsrs”, respondeu um dos criminosos, em mensagem enviada em 5 de dezembro. Via crúcis - Desde então, os parentes percorreram IML, hospitais e delegacias, atrás de informações sobre Igor.
De: Globo.com/Extra |
| Operação combate quadrilha de traficantes que levava droga de Ponta Porã para o RS Polícia Federal de Santo Ângelo, com o apoio da Brigada Militar e da Polícia Civil, desencadeou às 6h30 desta terça-feira (14) uma operação para combater o tráfico de drogas, com objetivo de prender integrantes de uma rede de traficantes baseada no município da Região das Missões do Rio Grande do Sul. O grupo tem ramificações em outras cidades do estado e também em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A Polícia Federal ainda não divulgou os resultados da operação. Suspeitos presos em Santo Ângelo durante a operação Foto: Marcos Luft/RBS TVOs policiais cumprem 30 mandados de prisão preventiva e 42 mandados de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de valores e de veículos expedidos pela Justiça nas cidades de Santo Ângelo, São Luiz Gonzaga, Santiago, Santa Maria, Jaguari, Gravataí, Novo Hamburgo (RS) e Ponta Porã (MS). A atuação dos investigados ainda teve desdobramentos em Florianópolis (SC) e em Luziânia (GO). As investigações são sigilosas e foram iniciadas há cerca de um ano. Três irmãos que moram em Santo Ângelo são suspeitos de liderar a quadrilha, que adquire drogas em Ponta Porã para distribuição. Os policiais já retiraram de circulação aproximadamente 80 kg de crack e de cocaína e aproximadamente 94 kg de maconha. Já foram presas 15 pessoas e realizada a lavratura de sete termos circunstanciados. São 180 policiais que se dividem entre federais, civis e militares, em cerca de 60 viaturas oficiais. A operação foi deflagrada em meio à greve dos policiais federais. O movimento sindical deliberou aos seus filiados locais atuarem nesta data. G1 |
| Operação Ágata 5 combate crimes transfronteiriços do RS ao MS O Ministério da Defesa (MD), dentro da concepção do Plano Estratégico de Fronteiras, realiza a Operação ÁGATA 5, operação conjunta das Forças Armadas Brasileiras, com o apoio de órgãos e agências federais, estaduais e municipais, para coibir delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira Sul e Oeste, de Chuí/RS até Corumbá/MS, abrangendo cerca de 3.900 km de fronteira. Foto DivulgaçãoParticipam também da Operação: Ministério da Justiça, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério das Minas e Energia, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Saúde, Ministério da Pesca e Aquicultura, Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Secretaria da Receita Federal (SRF), Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), Força Nacional de Segurança Pública (FNS), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e outros órgãos estaduais e municipais dos estados abrangidos pela Operação. A Operação ÁGATA 5 tem por objetivos reduzir a incidência dos crimes transfronteiriços e ambientais e as ações do crime organizado, além de intensificar a presença do Estado Brasileiro na faixa de fronteira e incrementar o apoio à população local. A atuação das Forças Armadas, por meio de ações preventivas e repressivas, no combate a delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, em situação de normalidade, está legalmente amparada no Art. 16-A da Lei Complementar nº 97, de 09 Jun 99, alterada pela LC nº 136, de 25 Ago 10. Nesta operação, o Ministério da Defesa e demais Agências Governamentais empregam cerca de 10.000 militares e civis, diversas viaturas, embarcações, helicópteros e aviões para realizar patrulhamento e inspeção naval na calha dos rios; bloqueio e controle de estradas e vias urbanas; patrulhamento terrestre ostensivo juntamente com órgãos de segurança pública; reconhecimento especializado de fronteira; revista de pessoas, embarcações, aeronaves e instalações; fiscalização de produtos controlados; operação de busca e apreensão; reconhecimento e transporte aéreo, bem como interceptação de aeronaves suspeitas. Outros esclarecimentos poderão ser prestados por meio das Seções de Comunicação Social do Comando Militar do Sul, pelos telefones (51) 3220-6367/4313/6657 ou e-mail agata5@cms.eb.mil.br e do Comando Militar do Oeste, pelos telefones (67) 3368-4021/4019 ou e-mail comsoc@cmo.eb.mil.br. |
| Carga de cigarros que entrou no país por MS é apreendida no RS Durante uma abordagem de rotina realizada na noite desta segunda-feira (23) em uma operação conjunta da Polícia Federal com a Receita na BR-386, em Lajeado, Região do Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, um caminhão carregado com 600 caixas de cigarro, avaliadas em R$ 900 mil, foi flagrado. Dentro do veículo eram transportados cerca de 300 mil maços de cigarros. O material estava em meio a uma carga de amido de milho, segundo a polícia. O contrabando seria entregue na Região Metropolitana de Porto Alegre Foto: Divulgação Polícia FederalO condutor do caminhão foi preso em flagrante por contrabando. Há dois anos e meio ele já havia sido detido pelo mesmo motivo e estava sendo investigado pela Polícia Federal. Os cigarros contrabandeados do Paraguai teriam entrado no Brasil pelo Mato Grosso do Sul, diz a Polícia Federal. O destino seria a Região Metropolitana de Porto Alegre. A carga foi encaminhada para a Polícia Federal de Santa Cruz do Sul. G1 |
Informação e Contato
O Jornal MS é focado em conteúdo de notícias gerais, políticas, policiais, automotivas, tecnológicas, serviços, entretenimento, esportes, além de vídeos compartilhados. Notícias do Mato Grosso do Sul e do mundo! | Redes Sociais | Categorias mais populares |