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Acusado de cometer necrofilia é executado em frente à sua residência Acusado de cometer necrofilia é executado em frente à sua residência

Odair Juvino Batista, de 40 anos, mais conhecido como “Pantera”, foi encontrado morto na madrugada deste domingo (25), em frente sua residência, localizada na rua Hortência, no bairro Vila Bela, em Coxim. A suspeita é de homicídio doloso.

Foto: Angela Bezerra

O corpo de “Pantera” foi encontrado caído de bruços, ao lado de sua bicicleta, com perfurações na cabeça, supostamente causadas por pauladas e golpes de um objeto cortante.

Segundo o perito criminal Wanderley Serrou Camy, a vítima apresentava marcas de pauladas nas costas, no pescoço e nas mãos, além de pelo menos três cortes profundos na cabeça e um na orelha.

De acordo com o perito, os exames preliminares apontam que a vítima teria sido derrubada da bicicleta e que pode ter sido golpeada e morta depois que caiu no chão. Aparentemente a causa da morte foi TCE (Traumatismo Craniano Encefálico) causado por objeto cortante.

Desesperada ao ver o filho morto caído em frente de casa, a idosa Cecília Alves Batista, de 76 anos, contou que já temia que o pior acontecesse, pois ele tinha o costume de levantar muito cedo e sair de casa ainda de madrugada. A mãe também conta que ele vivia se metendo em confusões.

Cecília disse que “Pantera” voltou para casa por volta da meia-noite e foi dormir. Segundo ela, entre 3 e 4 horas da madrugada ele se levantou e saiu de casa, momento em que a idosa ouviu alguém dizer “corre Pantera”, mas como estava sonolenta ela voltou a dormir.

O corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Coxim. Além da perícia, a Polícia Militar, o Grupamento de Trânsito, investigadores da Polícia Civil e a delegada Sandra Regina Simão de Brito, estiveram no local.

Necrofilia

Em maio de 2003, “Pantera” chegou a ser preso por suspeita de praticar necrofilia, ou seja, violência sexual com cadáver. O caso ganhou repercussão nacional.

Na época, o corpo de M.J., de 45 anos, foi sepultado pela manhã no Cemitério da Vila Bela, desenterrado durante madrugada e encontrado com sinais de violência sexual.

“Pantera” foi preso e em depoimento a Polícia Civil confessou que manteve relações sexuais com o corpo. Ele disse que, como estava bêbado, não conseguiu colocar o corpo de volta no caixão.

Ele respondia pelo crime de vilipêndio a cadáver na Vara Criminal de Coxim, assim como por duas ameaças, também na mesma Vara.

Com Informações Edição de Notícias

Acusado de vários roubos, “Blindado” é morto em confronto com a PM Acusado de vários roubos, “Blindado” é morto em confronto com a PM

Por volta das 11 horas da manhã desta quinta-feira (22) a Policia Militar recebeu a informação que um indivíduo perigoso, Vanio Salles Lopes, de 41 anos, conhecido com “Blindado”, acusado de cometer vários crimes na região, incluindo assaltos a caixas eletrônicos, lotérica e concessionária de veículos, estaria com armamento pesado, nas proximidades do Sindicato Rural de Corumbá, na BR-262. A PM fez cerco, com equipes se deslocando pela BR e pela estrada conhecida como Bocaina.

“Blindado” foi morto após tentar fugir e atirar contra os policiais Foto: Ricardo Albertoni Diário Corumbaense

Enquanto uma equipe fazia buscas em casas abandonadas, encontrando inclusive um revólver calibre 32, outra equipe surpreendeu “Blindado” e um comparsa em um sítio. O comparsa, identificado como Chalega, se entregou, mas “Blindado” fugiu de posse de uma arma calibre 42.

Quando avistou a outra equipe da PM que fechava o cerco pelos fundos, abriu fogo contra os policiais, que revidaram. Baleado, “Blindado” morreu no local. Ele era evadido do Centro Penal Agoindustrial da Gameleira, em Campo Grande, desde setembro de 2013.

A Polícia Militar continua fazendo buscas naquela região na tentativa de encontrar outros integrantes da quadrilha e armamento. Já foram apreendidos a arma usada por “Blindado” uma pistola .45, uma pistola 9 milímetros, uma carabina calibre 32, uma luneta e o cano de uma carabina.

Com Informações diarionline
Acusado de tráfico tratava de ”negócios” pelo WatsApp com o irmão preso Acusado de tráfico tratava de ”negócios” pelo WatsApp com o irmão preso

A Polícia Militar por meio da Força Tática de Nova Andradina, prendeu um jovem suspeito de tráfico de drogas na noite desta quinta-feira (15), no bairro Ulisses Pinheiro em Nova Andradina. Ele estaria em um bar com um carro quando foi abordado.

Veículo utilizado pelo acusado de tráfico foi apreendido Foto: Jornal da Nova

A equipe da Força Tática tinha informações que Rafael Chagas Freitas de 23 anos, proprietário de um VW/Golf, com placas NDC-1747 estaria comercializando entorpecentes e que guardaria dentro do veículo.

Durante patrulhamento de rotina, os policiais ao passarem por um bar, na rua Luiz Antônio da Silva, viram o veículo parado e resolveram abordá-lo. Durante a vistoria no carro, os policiais perceberam o nervosismo do suspeito. Na carteira do jovem, foi encontrado uma porção de cocaína, R$ 150 e vários comprovantes de depósito de cheques em sua conta em uma agência bancária em Nova Andradina. Para os policiais o jovem disse que troca em espécie para seus amigos.

Encaminhado à Delegacia de Polícia, durante a confecção do boletim de ocorrência, em checagem ao celular de Rafael, foi encontrado várias conversas em seu WhatsApp nas quais se constata que por várias vezes, o assunto é a aquisição de entorpecente, seu acondicionamento e a cautela para não serem descobertos. Segundo a polícia, há várias conversas com seu irmão, identificado pela alcunha de “Singuelo”, traficante conhecido nos meios policiais e que se encontra atualmente preso na penitenciária de segurança máxima de Campo Grande.

O jovem foi autuado em flagrante pela autoridade policial por tráfico de drogas, veículo, droga e dinheiro também foram apreendidos. “A renda do jovem é incompatível com o que ele ostenta”, diz o delegado.

Jornal da Nova
Pai do jogador Felipe Anderson é preso acusado de duplo homicídio Pai do jogador Felipe Anderson é preso acusado de duplo homicídio

O Pai do brasileiro Felipe Anderson, destaque da Lazio nas últimas rodadas do Campeonato Italiano, foi preso nesta semana acusado de homicídio culposo e doloso após a morte de duas pessoas no Distrito Federal.

Notícia vem durante a melhor fase da carreira de meia Foto: Tiziana Fabi / AFP

Segundo o site Eurosport, Sebastião Tomé Gomes, 51 anos, teria matado Bruno Santos Silva após persegui-lo com seu carro da marca Fiat. Sebastião atingiu Bruno, que fugia de moto e teria um caso com a mesma mulher do pai do meia brasileiro.

Ambos perderam o controle dos seus veículos e bateram na parede de uma casa, onde morava Noêmia Caldeira Gomes. A proprietária da residência foi atingida no acidente e não sobreviveu a ele.

O suposto responsável pelo acidente se entregou à polícia. A notícia vem no melhor momento da carreira de Felipe Anderson, que passa por uma fase de artilheiro e garçom pela Lazio, que ocupa a terceira posição na classificação do Campeonato Italiano, com 31 pontos.

Contatada pelo Terra, a assessoria de imprensa do jogador não foi encontrada pelo telefone.

TERRA
Homem é acusado de assediar menina de 12 anos pelo WhatsApp na Capital Homem é acusado de assediar menina de 12 anos pelo WhatsApp na Capital

Natan Augusto Marques de 22 anos foi detido na manhã desta sexta-feira (9), na DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), acusado de aliciar no aplicativo WhatsApp uma menina de 12 anos.

Os pais dela procuraram a DEPCA, para denunciar assédio sofrido. Segundo a polícia, ele viu a garota em um grupo no aplicativo e a adicionou. De acordo com a menor, o acusado ameaçou matá-la e fazer o mesmo com sua família, caso não enviasse imagens em que estivesse nua.

Natan Marques, acusado de aliciar menor de 12 anos, já tem passagens pelo mesmo crime. Foto:Divulgação

Com medo, a adolescente mandou duas fotos íntimas, da cintura para baixo. Depois, conforme a menina, o rapaz ameaçou divulgar as fotos, se ela não se encontrasse com ele para manter relações sexuais. Em uma ocasião, Natan chegou a ir até a casa da família da menor, mas ela não abriu a porta para ele.

Ela não soube explicar como Natan conseguiu seu número de celular. De acordo com a versão da menina, o jovem dizia ter 16 anos e durante três meses pedia para ela enviar fotos nuas.

Natan também teria adicionado cinco amigas dela no Facebook. Ele tem passagem na polícia pelo mesmo tipo de crime, em 2013.

O jovem foi capturado, prestou depoimento nesta manhã e acabou sendo liberado. Ele teve o celular apreendido, mas disse que apagou as imagens. O aparelho será encaminhado para a perícia.

Acusado de matar homem em lanchonete se apresenta e diz que foi ameaçado Acusado de matar homem em lanchonete se apresenta e diz que foi ameaçado

O acusado de ser o autor do homicídio ocorrido no dia 7 deste mês em uma lanchonete localizada na avenida Marcelino Pires, no Centro de Dourados, se apresentou hoje pela manhã à Polícia Civil.

Robson Benites dos Santos, 21, confessou ter atirado e matado André dos Santos Martins, 27, que morreu atingido por três tiros. El estava sentado na lanchonete, que fica no cruzamento da Marcelino com a rua Albino Torraca, na companhia de uma mulher de 37 anos.

Homem de 27 anos morreu atingido por três tiros de revólver calibre 38 Foto:Arquivo/Osvaldo Duarte

Os dois esperavam por um lanche quando foram surpreendidos por Robson que chegou atirando e matou Martins. Ele disse em depoimento que o motivo do crime foi ameaça e não ciúmes da mulher. A relação entre ela e o acusado não ficou esclarecida.

No depoimento, o rapaz disse que menos 20 dias antes do ocorrido a vítima teria tentado matá-lo em um atentado onde ele acabou sendo ferido com um tiro. Depois do episódio, ele disse que passou a andar armado e que quando viu Martins na lanchonete se sentiu ameaçado. O jovem definiu a decisão sobre matar Martins da seguinte forma: “resolvi matar, antes que ele me matasse”.

A arma utilizada no crime foi um revólver calibre 38, que Robson disse ter se ‘livrado’ em um local que não se lembra. A polícia faz diligências para tentar localizar a arma na região onde ele disse ter jogado o objeto. Após prestar depoimento, Robson foi liberado, por não ter sido autuado em flagrante. No entanto, ele vai responder por crime de homicídio.

Com Informações Dourados News
Justiça mantém pena de acusado de latrocínio de universitários Justiça mantém pena de acusado de latrocínio de universitários

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) manteve pena de um dos acusados da morte dos estudantes Breno Silvestrini, de 18 anos, e Leonardo Fernandes, de 19 anos, em agosto de 2012 em Campo Grande. A decisão foi na última quinta-feira (4), mas só foi divulgada pela assessoria de comunicação do tribunal nesta sexta-feira (12).

Leonardo e Breno foram encontrados mortos em 31 de agosto de 2012 Foto: Divulgação Arquivo familiar

A defesa do acusado pedia a revisão do julgamento, que o condenou a 32 anos e 10 meses de prisão e 240 dias-multa. O advogado ainda solicitava a absolvição, diminuição das penas e o reconhecimento da confissão espontânea, pois alega que o atenuante de confissão não foi aplicado ao formular a sentença. Ele argumenta que seu cliente não pode ser acusado de latrocínio, nem de formação de quadrilha, pois não mantinha associação com os outros acusados e não participou de forma ativa no crime.

Para o revisor do processo, desembargador Luiz Cláudio Bonassini da Silva, a participação do acusado ficou evidente nos autos do processo, de forma que encomendava veículos com características específicas aos demais acusados, para venda na Bolívia e também para troca por drogas, ciente da origem ilícita, quer houvesse vítimas ou não.

Ainda de acordo com a assessoria do Judiciário, nas provas existentes, o réu seria uma pessoa conhecida na região de fronteira como receptador de veículos roubados, e era quem intermediaria a venda da camionete no país vizinho.

“No caso sob análise foram ceifadas as vidas de dois jovens estudantes e a forma brutal, desumana e impiedosa com que foram sacrificados causou extrema comoção na cidade inteira, como foi divulgado pela mídia. A atitude dos acusados criou um verdadeiro clima de terror no seio das famílias do estado todo, que tinham filhos na idade das vítimas. E tal comoção foi tanta que levou a população para as ruas, em ruidosas manifestações clamando por justiça. Todos esses fatos são públicos e notórios, que independem de prova”, argumentou o revisor em seu voto.

Por maioria, decidiu-se a manutenção da sentença, sendo voto vencido o relator do processo, desembargador Francisco Gerardo de Sousa. Ao G1, a assessoria do TJ informou que a decisão será assinada digitalmente pelo revisor e publicada no Diário Oficial do órgão.

Corpos foram encontrados na tarde desta sexta-feira (31) em Campo Grande (Foto: Fernando da Mata/G1 MS)

Crime

Após o sequestro na saída de um bar, os jovens foram levados até o anel rodoviário, entre as saídas para Aquidauana e Rochedo, e executados com um tiro na cabeça no túnel que passa por baixo da pista.

Os acusados renderam os jovens de forma aleatória e iriam levar a caminhonete que eles ocupavam para a Bolívia. No país vizinho, o automóvel seria trocado por cocaína.

Cinco pessoas foram presas acusadas de participação no crime e um menor foi apreendido. Eles foram condenados pelos crimes de latrocínio, formação de quadrilha, ocultação de cadáver, posse irregular de arma munições, tráfico de drogas e supressão de documento.

Movimento

O Movimento Mães da Fronteira é liderado por Lilian Silvestrini e Angela Fernandes, mães de Breno e Leonardo, e surgiu depois que os dois jovens, amigos inseparáveis, foram brutalmente assassinados em Campo Grande.

A dor transformou-se, também, em motivação para que as mães iniciassem uma jornada por mudanças capazes de evitar a mesma perda a outras famílias. O movimento foi idealizado para lutar contra a violência e impunidade, além de ajudar a outras famílias que passam pela mesma situação.

Com Informações G1
Polícia apreende adolescente acusado de matar menina que gritou ‘socorro’ em assalto Polícia apreende adolescente acusado de matar menina que gritou ‘socorro’ em assalto

A Polícia Civil apreendeu, em Campo Grande, M.R, de 16 anos, acusado de matar a adolescente Maisa Martins, 13, na última sexta-feira (05), em Três Lagoas (MS).

Maisa foi morta porque gritou socorro em assalto
(Foto: Reprodução)

 

A menina foi morta depois de gritar por socorro enquanto o suspeito roubava o padrasto da vítima.

O suspeito foi ouvido na 5ª DP da Capital. Em depoimento, ele confessou o crime e informou que jogou a arma do crime em um rio, sem especificar qual. A polícia vai apurar as informações prestadas pelo menor.

Acusado de decapitações era calado e gostava de cães, dizem vizinhos Acusado de decapitações era calado e gostava de cães, dizem vizinhos

Um rapaz discreto, calado, que gostava de cachorro, tinha poucos amigos e era extremamente educado. Esse é o perfil traçado pelos vizinhos de Jhonatan Lopes de Santana, de 23 anos, suspeito de ter matado seis pessoas e ferido gravemente outra. Os crimes chocaram quem conhecia a família. Com medo de ataques, mãe, pai e irmão, deixaram a residência, no Botujuru, em Mogi das Cruzes.

Jhonatan Lopes de Santana, suspeito
de decapitações. (Foto: Jenifer Carpani/G1)

Quatro pessoas foram decapitadas em Mogi das Cruzes e uma em Poá. O jovem foi preso na quarta-feira (3) e, segundo a polícia, confessou seis homicídios. Em um dos casos não houve decapitação. A vítima foi esfaqueada. De acordo com a polícia, uma prima do suspeito registrou um ataque do jovem ao seu filho de 3 anos. A agressão teria acontecido no sábado (29) e ela afirma que Jhonatan tentou enforcar o menino. De acordo com o delegado seccional Marcos Batalha, ele atacava com golpes de machadinha na cabeça e depois decapitava as vítimas. Em depoimento, segundo a polícia, Jhonatan disse que alvo eram usuários de crack e moradores de rua, mas algumas das pessoas mortas seguiam para o trabalho quando foram atacadas.

A dona de casa Marta Jakobiu conhece a família desde que o suspeito tinha 2 anos. “Quando o pai e a mãe dele se mudaram para o bairro, o Jhonatan era pequeno. Ele é o caçula do casal que tem mais um filho, de 25 anos. Ele sempre foi muito educado. Às vezes ficava na frente de casa, lavando o carro ou sentado na calçada conversando com o irmão. Quando eu chegava, ele sempre cumprimentava. Se fosse um menino problemático, até esperaríamos este tipo de atitude, mas não. O que nos deixa mais chocados é que ele é de uma boa família, muito bem educado”, contou.

A vizinha descreve o suspeito como um rapaz muito reservado. “Ele sempre foi de falar muito pouco. Tanto que nós sabíamos pouca coisa da vida dele. Onde trabalhava e tudo mais. Mas ele sempre foi muito educado, fala bom dia, boa tarde e boa noite. Eu nunca tranquei o portão de casa quando chegava à noite. Eu via ele e o irmão na frente de casa e ficava tranquila, sabia que eles estariam olhando se alguém quisesse mexer”, garantiu.

Na tarde de quarta, mãe, pai e irmão do suspeito deixaram a casa com medo de represálias. As vizinhas ficaram responsáveis por “cuidar da residência”. “Se eu ver qualquer pessoa tentando pichar, invadir ou colocar fogo, vou ligar para a polícia na hora. Os pais não merecem isso”.

A filha da Marta chegou a estudar com Jhonatan durante o primário. “Eles brincavam juntos, iam pra escola. O Jhonatan tinha uma cadelinha preta e sempre a deixava em casa para a minha filha brincar. Eu não entendo de onde saiu toda essa violência.”

Era do muro do quintal da casa de Patrícia Shulz, que os vizinhos conversavam. “Aqui um ajudava o outro. Quando eu precisava de qualquer coisa, chamava os pais do Jhonatan pelo muro e conversávamos por ali mesmo. Eram vizinhos silenciosos, tranquilos”, disse.

Patrícia está cuidando do cachorro do suspeito, uma poodle chamada Maruska. “A mãe dele me pediu para que eu cuidasse, e como eles sempre foram ótimos vizinhos, não neguei ajuda. Não para ela, uma mãe que está sofrendo o que mãe nenhuma no mundo merece sofrer”, disse.

De acordo com o delegado Seccional, Marcos Batalha, o suspeito não tinha problemas com a Justiça e conflitos familiares. “Pelo menos pelas pesquisas que nós fizemos ele tem uma única passagem criminal por desacato, um crime sem gravidade. Geralmente as pessoas que praticam crimes tão bárbaros, crimes sequenciais, ou seja, diversas mortes, têm histórico de conflito, e acabam levando para esse lado, da violência. Esse sujeito não tem nada. Nunca passou por dificuldade, não tinha problemas. Nada que justificasse os crimes”, detalhou.

O caso

A Polícia Militar prendeu o ajudante geral depois que três pessoas foram encontradas decapitadas em Mogi das Cruzes na manhã desta quarta. Há ainda outra mulher que foi decapitada em Poá na noite de terça. Na segunda-feira, dois moradores de rua foram atacados também em Mogi. Um morreu e outro está internado no Hospital Luzia de Pinho Melo.

Mais tarde, ele também confessou o assassinato de uma mulher em um local conhecido como “Favela do Gica”, no distrito de Brás Cubas no sábado (29), segundo o delegado seccional Marcos Batalha.

No começo da noite de quarta, Batalha relatou mais um caso: um morador de rua ferido procurou a polícia dizendo ter sido atacado no domingo (30) em frente ao Hospital Luzia de Pinho Melo. Ele contou ter sido agredido com uma machadinha. Ferido, foi ao hospital. A vítima disse ter reconhecido Jhonatan em reportagens e procurou a polícia.
Além disso, o ajudante geral é suspeito de ter tentando matar uma criança de 3 anos.

Vítimas

Durante a tarde, a Polícia Civil divulgou uma lista com os nomes das vítimas. De acordo com o levantamento feito pela polícia até agora, a primeira vítima foi identificada como Flávia Aparecida de Paula Honório. Ela foi decapitada em um local conhecido como “Favela do Gica”, no distrito de Brás Cubas, no sábado. Na segunda-feira (1º), o suspeito esfaqueou e queimou um morador de rua, que não foi identificado, na Avenida Francisco Rodrigues Filho, no bairro do Mogilar, e deixou outro gravemente ferido.

Na noite de terça-feira (2), a vítima foi Kelly Caldeira da Silva que foi decapitada em Poá. Nesta quarta-feira, ele atacou três pessoas em diferentes pontos de Mogi das Cruzes. Uma das vítimas foi o morador de rua identificado pela polícia como Carlos César de Araújo que estava na Avenida Francisco Rodrigues Filho. Outra foi Maria do Rosário Coentro, encontrada na Avenida Antonio de Almeida, no Rodeio. A terceira, Maria Aparecida do Nascimento, foi atacada na Avenida Francisco Rodrigues Filho, na Vila Suíssa.

Prisão

Os policiais militares chegaram ao suspeito, de 23 anos, depois da ligação de uma testemunha. “Recebemos a informação da sequência de crimes e uma testemunha viu as características do veículo e denunciou pelo 190. Com a placa chegamos ao endereço do proprietário do veículo e possível autor dos crimes. Havia marcas de sangue no veículo”, explicou a tenente Christiane Rocha Chenk em entrevista ao G1. “No começo ele tentou resistir à prisão, mas depois também encontramos roupas com marcas de sangue e ele confessou os crimes e disse que era para evitar um mal maior. Estamos verificando se houve ajuda de outras pessoas”, detalhou.

A testemunha que viu um dos crimes deu entrevista ao G1, mas por medo preferiu não se identificar. “Estava indo trabalhar, quando cheguei perto vi os braços se agitando, achei que ele estava mexendo em um dos carros estacionados. Ele estava atrás de um caminhao, acho que para as câmeras não pegarem. Quando cheguei perto vi ele terminando de arrancar a cabeça dela. Fui pra cima dele. Ele disse para eu sair fora e me mostrou a machadinha. Fui para trás ele entrou no carro verde e saiu. Corri para anotar a placa.”

G1
Acusado de matar bebê tem pedido de liberdade negado pela Justiça Acusado de matar bebê tem pedido de liberdade negado pela Justiça

Por unanimidade, os desembargadores componentes da 2ª Câmara Criminal negaram provimento a um Recurso em Sentido Estrito interposto por Davidson Correa dos Santos. acusado por homicídio qualificado, (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima) e determinou que fosse submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Davidson foi preso em flagrante Foto: Divulgação

Conforme a denúncia oferecida à Justiça, o réu é acusado de matar o enteado, um bebê de um ano e nove meses. O crime aconteceu enquanto Davidson cuidava da criança, enquanto a convivente e mãe da vítima saiu para trabalhar. Na ocasião, o acusado começou a ingerir bebida alcoólica e resolveu dar banho no bebê. Ao entrar no box, o homem escorregou e caiu por cima da criança, que acabou se machucando e começou a chorar.

O acusado ficou irado e passou a desferir tapas no rosto e costas da criança e, como se não bastasse, colocou-a de frente para a porta e desferiu um violento chute, de forma que a impulsionou cerca de um metro à frente, fazendo com que batesse contra uma mureta, caindo quase desacordada. O bebê sofreu politraumatismos e parada cardiorrespiratória. Foi reanimado pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e morreu ao dar entrada no hospital de Dourados.

Ele alegou que não teve a oportunidade de realizar o laudo de insanidade mental e pediu a exclusão da qualificadora do motivo fútil e a concessão da liberdade provisória.

O relator do processo, desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marques, aponta que, a decretação da prisão preventiva do acusado é cabível, pois as circunstâncias do crime, aliadas a outros elementos existentes na situação, são suficientes para indicar a gravidade da conduta praticada e a periculosidade do acusado, com possibilidade de voltar a delinquir, o que demanda a necessidade de que seja mantida a custódia cautelar.

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