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Acusado de matar homem em lanchonete se apresenta e diz que foi ameaçado Acusado de matar homem em lanchonete se apresenta e diz que foi ameaçado

O acusado de ser o autor do homicídio ocorrido no dia 7 deste mês em uma lanchonete localizada na avenida Marcelino Pires, no Centro de Dourados, se apresentou hoje pela manhã à Polícia Civil.

Robson Benites dos Santos, 21, confessou ter atirado e matado André dos Santos Martins, 27, que morreu atingido por três tiros. El estava sentado na lanchonete, que fica no cruzamento da Marcelino com a rua Albino Torraca, na companhia de uma mulher de 37 anos.

Homem de 27 anos morreu atingido por três tiros de revólver calibre 38 Foto:Arquivo/Osvaldo Duarte

Os dois esperavam por um lanche quando foram surpreendidos por Robson que chegou atirando e matou Martins. Ele disse em depoimento que o motivo do crime foi ameaça e não ciúmes da mulher. A relação entre ela e o acusado não ficou esclarecida.

No depoimento, o rapaz disse que menos 20 dias antes do ocorrido a vítima teria tentado matá-lo em um atentado onde ele acabou sendo ferido com um tiro. Depois do episódio, ele disse que passou a andar armado e que quando viu Martins na lanchonete se sentiu ameaçado. O jovem definiu a decisão sobre matar Martins da seguinte forma: “resolvi matar, antes que ele me matasse”.

A arma utilizada no crime foi um revólver calibre 38, que Robson disse ter se ‘livrado’ em um local que não se lembra. A polícia faz diligências para tentar localizar a arma na região onde ele disse ter jogado o objeto. Após prestar depoimento, Robson foi liberado, por não ter sido autuado em flagrante. No entanto, ele vai responder por crime de homicídio.

Com Informações Dourados News
Justiça mantém pena de acusado de latrocínio de universitários Justiça mantém pena de acusado de latrocínio de universitários

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) manteve pena de um dos acusados da morte dos estudantes Breno Silvestrini, de 18 anos, e Leonardo Fernandes, de 19 anos, em agosto de 2012 em Campo Grande. A decisão foi na última quinta-feira (4), mas só foi divulgada pela assessoria de comunicação do tribunal nesta sexta-feira (12).

Leonardo e Breno foram encontrados mortos em 31 de agosto de 2012 Foto: Divulgação Arquivo familiar

A defesa do acusado pedia a revisão do julgamento, que o condenou a 32 anos e 10 meses de prisão e 240 dias-multa. O advogado ainda solicitava a absolvição, diminuição das penas e o reconhecimento da confissão espontânea, pois alega que o atenuante de confissão não foi aplicado ao formular a sentença. Ele argumenta que seu cliente não pode ser acusado de latrocínio, nem de formação de quadrilha, pois não mantinha associação com os outros acusados e não participou de forma ativa no crime.

Para o revisor do processo, desembargador Luiz Cláudio Bonassini da Silva, a participação do acusado ficou evidente nos autos do processo, de forma que encomendava veículos com características específicas aos demais acusados, para venda na Bolívia e também para troca por drogas, ciente da origem ilícita, quer houvesse vítimas ou não.

Ainda de acordo com a assessoria do Judiciário, nas provas existentes, o réu seria uma pessoa conhecida na região de fronteira como receptador de veículos roubados, e era quem intermediaria a venda da camionete no país vizinho.

“No caso sob análise foram ceifadas as vidas de dois jovens estudantes e a forma brutal, desumana e impiedosa com que foram sacrificados causou extrema comoção na cidade inteira, como foi divulgado pela mídia. A atitude dos acusados criou um verdadeiro clima de terror no seio das famílias do estado todo, que tinham filhos na idade das vítimas. E tal comoção foi tanta que levou a população para as ruas, em ruidosas manifestações clamando por justiça. Todos esses fatos são públicos e notórios, que independem de prova”, argumentou o revisor em seu voto.

Por maioria, decidiu-se a manutenção da sentença, sendo voto vencido o relator do processo, desembargador Francisco Gerardo de Sousa. Ao G1, a assessoria do TJ informou que a decisão será assinada digitalmente pelo revisor e publicada no Diário Oficial do órgão.

Corpos foram encontrados na tarde desta sexta-feira (31) em Campo Grande (Foto: Fernando da Mata/G1 MS)

Crime

Após o sequestro na saída de um bar, os jovens foram levados até o anel rodoviário, entre as saídas para Aquidauana e Rochedo, e executados com um tiro na cabeça no túnel que passa por baixo da pista.

Os acusados renderam os jovens de forma aleatória e iriam levar a caminhonete que eles ocupavam para a Bolívia. No país vizinho, o automóvel seria trocado por cocaína.

Cinco pessoas foram presas acusadas de participação no crime e um menor foi apreendido. Eles foram condenados pelos crimes de latrocínio, formação de quadrilha, ocultação de cadáver, posse irregular de arma munições, tráfico de drogas e supressão de documento.

Movimento

O Movimento Mães da Fronteira é liderado por Lilian Silvestrini e Angela Fernandes, mães de Breno e Leonardo, e surgiu depois que os dois jovens, amigos inseparáveis, foram brutalmente assassinados em Campo Grande.

A dor transformou-se, também, em motivação para que as mães iniciassem uma jornada por mudanças capazes de evitar a mesma perda a outras famílias. O movimento foi idealizado para lutar contra a violência e impunidade, além de ajudar a outras famílias que passam pela mesma situação.

Com Informações G1
Polícia apreende adolescente acusado de matar menina que gritou ‘socorro’ em assalto Polícia apreende adolescente acusado de matar menina que gritou ‘socorro’ em assalto

A Polícia Civil apreendeu, em Campo Grande, M.R, de 16 anos, acusado de matar a adolescente Maisa Martins, 13, na última sexta-feira (05), em Três Lagoas (MS).

Maisa foi morta porque gritou socorro em assalto
(Foto: Reprodução)

 

A menina foi morta depois de gritar por socorro enquanto o suspeito roubava o padrasto da vítima.

O suspeito foi ouvido na 5ª DP da Capital. Em depoimento, ele confessou o crime e informou que jogou a arma do crime em um rio, sem especificar qual. A polícia vai apurar as informações prestadas pelo menor.

Acusado de decapitações era calado e gostava de cães, dizem vizinhos Acusado de decapitações era calado e gostava de cães, dizem vizinhos

Um rapaz discreto, calado, que gostava de cachorro, tinha poucos amigos e era extremamente educado. Esse é o perfil traçado pelos vizinhos de Jhonatan Lopes de Santana, de 23 anos, suspeito de ter matado seis pessoas e ferido gravemente outra. Os crimes chocaram quem conhecia a família. Com medo de ataques, mãe, pai e irmão, deixaram a residência, no Botujuru, em Mogi das Cruzes.

Jhonatan Lopes de Santana, suspeito
de decapitações. (Foto: Jenifer Carpani/G1)

Quatro pessoas foram decapitadas em Mogi das Cruzes e uma em Poá. O jovem foi preso na quarta-feira (3) e, segundo a polícia, confessou seis homicídios. Em um dos casos não houve decapitação. A vítima foi esfaqueada. De acordo com a polícia, uma prima do suspeito registrou um ataque do jovem ao seu filho de 3 anos. A agressão teria acontecido no sábado (29) e ela afirma que Jhonatan tentou enforcar o menino. De acordo com o delegado seccional Marcos Batalha, ele atacava com golpes de machadinha na cabeça e depois decapitava as vítimas. Em depoimento, segundo a polícia, Jhonatan disse que alvo eram usuários de crack e moradores de rua, mas algumas das pessoas mortas seguiam para o trabalho quando foram atacadas.

A dona de casa Marta Jakobiu conhece a família desde que o suspeito tinha 2 anos. “Quando o pai e a mãe dele se mudaram para o bairro, o Jhonatan era pequeno. Ele é o caçula do casal que tem mais um filho, de 25 anos. Ele sempre foi muito educado. Às vezes ficava na frente de casa, lavando o carro ou sentado na calçada conversando com o irmão. Quando eu chegava, ele sempre cumprimentava. Se fosse um menino problemático, até esperaríamos este tipo de atitude, mas não. O que nos deixa mais chocados é que ele é de uma boa família, muito bem educado”, contou.

A vizinha descreve o suspeito como um rapaz muito reservado. “Ele sempre foi de falar muito pouco. Tanto que nós sabíamos pouca coisa da vida dele. Onde trabalhava e tudo mais. Mas ele sempre foi muito educado, fala bom dia, boa tarde e boa noite. Eu nunca tranquei o portão de casa quando chegava à noite. Eu via ele e o irmão na frente de casa e ficava tranquila, sabia que eles estariam olhando se alguém quisesse mexer”, garantiu.

Na tarde de quarta, mãe, pai e irmão do suspeito deixaram a casa com medo de represálias. As vizinhas ficaram responsáveis por “cuidar da residência”. “Se eu ver qualquer pessoa tentando pichar, invadir ou colocar fogo, vou ligar para a polícia na hora. Os pais não merecem isso”.

A filha da Marta chegou a estudar com Jhonatan durante o primário. “Eles brincavam juntos, iam pra escola. O Jhonatan tinha uma cadelinha preta e sempre a deixava em casa para a minha filha brincar. Eu não entendo de onde saiu toda essa violência.”

Era do muro do quintal da casa de Patrícia Shulz, que os vizinhos conversavam. “Aqui um ajudava o outro. Quando eu precisava de qualquer coisa, chamava os pais do Jhonatan pelo muro e conversávamos por ali mesmo. Eram vizinhos silenciosos, tranquilos”, disse.

Patrícia está cuidando do cachorro do suspeito, uma poodle chamada Maruska. “A mãe dele me pediu para que eu cuidasse, e como eles sempre foram ótimos vizinhos, não neguei ajuda. Não para ela, uma mãe que está sofrendo o que mãe nenhuma no mundo merece sofrer”, disse.

De acordo com o delegado Seccional, Marcos Batalha, o suspeito não tinha problemas com a Justiça e conflitos familiares. “Pelo menos pelas pesquisas que nós fizemos ele tem uma única passagem criminal por desacato, um crime sem gravidade. Geralmente as pessoas que praticam crimes tão bárbaros, crimes sequenciais, ou seja, diversas mortes, têm histórico de conflito, e acabam levando para esse lado, da violência. Esse sujeito não tem nada. Nunca passou por dificuldade, não tinha problemas. Nada que justificasse os crimes”, detalhou.

O caso

A Polícia Militar prendeu o ajudante geral depois que três pessoas foram encontradas decapitadas em Mogi das Cruzes na manhã desta quarta. Há ainda outra mulher que foi decapitada em Poá na noite de terça. Na segunda-feira, dois moradores de rua foram atacados também em Mogi. Um morreu e outro está internado no Hospital Luzia de Pinho Melo.

Mais tarde, ele também confessou o assassinato de uma mulher em um local conhecido como “Favela do Gica”, no distrito de Brás Cubas no sábado (29), segundo o delegado seccional Marcos Batalha.

No começo da noite de quarta, Batalha relatou mais um caso: um morador de rua ferido procurou a polícia dizendo ter sido atacado no domingo (30) em frente ao Hospital Luzia de Pinho Melo. Ele contou ter sido agredido com uma machadinha. Ferido, foi ao hospital. A vítima disse ter reconhecido Jhonatan em reportagens e procurou a polícia.
Além disso, o ajudante geral é suspeito de ter tentando matar uma criança de 3 anos.

Vítimas

Durante a tarde, a Polícia Civil divulgou uma lista com os nomes das vítimas. De acordo com o levantamento feito pela polícia até agora, a primeira vítima foi identificada como Flávia Aparecida de Paula Honório. Ela foi decapitada em um local conhecido como “Favela do Gica”, no distrito de Brás Cubas, no sábado. Na segunda-feira (1º), o suspeito esfaqueou e queimou um morador de rua, que não foi identificado, na Avenida Francisco Rodrigues Filho, no bairro do Mogilar, e deixou outro gravemente ferido.

Na noite de terça-feira (2), a vítima foi Kelly Caldeira da Silva que foi decapitada em Poá. Nesta quarta-feira, ele atacou três pessoas em diferentes pontos de Mogi das Cruzes. Uma das vítimas foi o morador de rua identificado pela polícia como Carlos César de Araújo que estava na Avenida Francisco Rodrigues Filho. Outra foi Maria do Rosário Coentro, encontrada na Avenida Antonio de Almeida, no Rodeio. A terceira, Maria Aparecida do Nascimento, foi atacada na Avenida Francisco Rodrigues Filho, na Vila Suíssa.

Prisão

Os policiais militares chegaram ao suspeito, de 23 anos, depois da ligação de uma testemunha. “Recebemos a informação da sequência de crimes e uma testemunha viu as características do veículo e denunciou pelo 190. Com a placa chegamos ao endereço do proprietário do veículo e possível autor dos crimes. Havia marcas de sangue no veículo”, explicou a tenente Christiane Rocha Chenk em entrevista ao G1. “No começo ele tentou resistir à prisão, mas depois também encontramos roupas com marcas de sangue e ele confessou os crimes e disse que era para evitar um mal maior. Estamos verificando se houve ajuda de outras pessoas”, detalhou.

A testemunha que viu um dos crimes deu entrevista ao G1, mas por medo preferiu não se identificar. “Estava indo trabalhar, quando cheguei perto vi os braços se agitando, achei que ele estava mexendo em um dos carros estacionados. Ele estava atrás de um caminhao, acho que para as câmeras não pegarem. Quando cheguei perto vi ele terminando de arrancar a cabeça dela. Fui pra cima dele. Ele disse para eu sair fora e me mostrou a machadinha. Fui para trás ele entrou no carro verde e saiu. Corri para anotar a placa.”

G1
Acusado de matar bebê tem pedido de liberdade negado pela Justiça Acusado de matar bebê tem pedido de liberdade negado pela Justiça

Por unanimidade, os desembargadores componentes da 2ª Câmara Criminal negaram provimento a um Recurso em Sentido Estrito interposto por Davidson Correa dos Santos. acusado por homicídio qualificado, (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima) e determinou que fosse submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Davidson foi preso em flagrante Foto: Divulgação

Conforme a denúncia oferecida à Justiça, o réu é acusado de matar o enteado, um bebê de um ano e nove meses. O crime aconteceu enquanto Davidson cuidava da criança, enquanto a convivente e mãe da vítima saiu para trabalhar. Na ocasião, o acusado começou a ingerir bebida alcoólica e resolveu dar banho no bebê. Ao entrar no box, o homem escorregou e caiu por cima da criança, que acabou se machucando e começou a chorar.

O acusado ficou irado e passou a desferir tapas no rosto e costas da criança e, como se não bastasse, colocou-a de frente para a porta e desferiu um violento chute, de forma que a impulsionou cerca de um metro à frente, fazendo com que batesse contra uma mureta, caindo quase desacordada. O bebê sofreu politraumatismos e parada cardiorrespiratória. Foi reanimado pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e morreu ao dar entrada no hospital de Dourados.

Ele alegou que não teve a oportunidade de realizar o laudo de insanidade mental e pediu a exclusão da qualificadora do motivo fútil e a concessão da liberdade provisória.

O relator do processo, desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marques, aponta que, a decretação da prisão preventiva do acusado é cabível, pois as circunstâncias do crime, aliadas a outros elementos existentes na situação, são suficientes para indicar a gravidade da conduta praticada e a periculosidade do acusado, com possibilidade de voltar a delinquir, o que demanda a necessidade de que seja mantida a custódia cautelar.

Preso homem acusado de matar a esposa grávida de 6 meses Preso homem acusado de matar a esposa grávida de 6 meses

Rodrigo de Jesus Quintas, de 25 anos, acusado de matar a esposa, Joelma Regiane Calegari, 34, que estava grávida de seis meses, na noite deste domingo (23), em Novo Horizonte do Sul (MS), foi preso na manhã desta segunda-feira (24), no Hospital Regional de Nova Andradina.

Acusado sofreu acidente e foi preso nesta manhã
Foto: Jornal da Nova

Segundo a Polícia Civil de Ivinhema, que investiga o caso, a vítima foi assassinada depois de uma discussão, pois o marido queria que ela fosse morar na fazenda onde ele trabalha. Revoltado, o homem a atingiu com um golpe de faca no rosto.

O pai de Joelma, de 61 anos, tentou intervir, mas acabou caindo no chão. Neste momento, o acusado saiu da casa, conduzindo um Gol em alta velocidade. A mulher saiu para a rua, em busca de socorro, quando o suspeito deu a volta no quarteirão e a atropelou. Joelma chegou a dar entrada no Hospital Municipal, mas não resistiu aos ferimentos. Os médicos não conseguiram salvar o feto.

Rodrigo caiu da moto Honda Twister que conduzia, por volta das 2h30min, na rodovia MS-134, e foi encaminhado para receber atendimento médico em Nova Andradina, onde acabou identificado e preso.

Com informações do Jornal da Nova
Professor é preso acusado de estupro de vulnerável em Maracaju Professor é preso acusado de estupro de vulnerável em Maracaju

Uma equipe de investigação da Polícia Civil de Maracaju prendeu pot volta das 22 horas desta quinta-feira, dia 20 de novembro, um professor de 50 anos, acusado pelo crime de estupro de vulnerável.

O conselho tutelar encaminhou a vítima, um jovem de 13 anos, que relatou que o professor de Educação Infantil, havia lhe convidado para tomar suco, momento em que começou a acaricia-lo, propondo uma relação sexual e para convencer o adolescente propôs pagar uma peça que estava estragada na bicicleta dele.

O professor levou a vítima até sua cama onde passou a masturbá-la e praticar sexo oral, momento em que foram surpreendidos pelo pai do menor.

A equipe de investigações foi até a residência do professor, onde ele foi preso. Na casa dele a Polícia encontrou diversos materiais pornográficos e vários preservativos.

Durante interrogatório, o professor confessou a prática do estupro e relatou que há cerca de 15 anos mantém relações sexuais com adolescentes, informando ainda ter praticado sexo com pelo menos 30 adolescentes, dos quais pelo menos 10 tinham até 13 anos de idade.

A Polícia Civil de Maracaju continuará as investigações para identificar as demais vítimas do estuprador.

Com informações do site Maracaju Speed
Grupo acusado de fraudar Petrobras financiou PMDB em Alagoas Grupo acusado de fraudar Petrobras financiou PMDB em Alagoas

O diretório do PMDB de Alagoas recebeu recursos financeiros de um grupo empresarial do Pará acusado pelo Ministério Público Federal de fraudar uma licitação da Transpetro, subsidiária da Petrobras, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Comitê do presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu R$ 3,4 milhões para campanha em 2010

O diretório do partido foi o principal foi o principal financiador da campanha de Renan Calheiros em 2010, atual presidente do Senado. O repasse foi de R$ 400 mil.

As doações foram feitas para o PMDB em nome de SS Administração e Serviços e Rio Maguari Serviços e Transportes Rodoviários.

Três meses após o grupo empresarial fazer as doações ao diretório alagoano, as empresas desse mesmo grupo venceram uma licitação para a construção de 20 comboios navais que serão utilizados para transportar álcool no interior de São Paulo.

Na época, a Transpetro já era chefiada por Sérgio Machado, que foi indicado por Renan Calheiros para o cargo em 2003.

O executivo deixou o posto na semana passada, após ser citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Procuradores de Araçatuba, no interior de São Paulo, apontam desvios de R$ 21,9 milhões no contrato de R$ 432 milhões entre a Transpetro e o grupo.

O processo do Ministério Público também aponta oito indícios de fraude na licitação, que teriam favorecido o consórcio que o grupo fazia parte.

De acordo com a prestação de contas do PMDB alagoano, em 2010 foram arrecadados R$ 4,1 milhões. Desse volume, R$ 3,4 milhões foram repassados ao comitê de Renan (82%).

Outro lado

A SS Administração e Serviços disse que a doação ao PMDB foi feita seguindo os parâmetros legais. “Nas eleições de 2010 fizemos doações a partidos e candidatos a diversos cargos, de regiões diversas e de partidos políticos diferentes”, disse Fábio Vasconcelos, diretor comercial do Estaleiro Rio Maguari, uma empresa que integra o grupo.

O diretor também afirmou que a empresa não mantém qualquer relação com Renan Calheiros e Sérgio Machado.

Já o PMDB de Alagoas afirmou que a maior parte do repasse foi para a campanha de Renan Calheiros em função de o político disputar, na ocasião, um cargo majoritário.

TERRA
Vereador do PT é detido acusado de boca de urna na Capital Vereador do PT é detido acusado de boca de urna na Capital

O vereador de Campo Grande Airton Araújo (PT) foi detido pela polícia, na tarde deste domingo (26), acusado de boca de urna. O caso aconteceu na Escola Estadual José Barbosa Rodrigues, no Bairro Universitário, na Capital. Ele foi levado para prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal (PF).

O vereador foi detido e levado para a Delegacia da Polícia Federal Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado

O vereador foi denunciado pelo representante da Coligação Novo Tempo, Inácio Cavana. Segundo ele, Airton Araújo conversava com todos os eleitores que chegavam no local. Porém, não foi flagrado com nenhum tipo de material ou registrado indícios de compra de votos.

O advogado do PT afirma que Inácio tentava tumultuar o processo e que fazia campanha para o candidato ao governo Reinaldo Azambuja (PSDB).

De acordo com a Polícia Militar, que levou o vereador até a sede da PF, não houve voz de prisão. “Esse homem, o denunciante, está mentindo, está raivoso”, se defendeu Airton Araújo. Ele afirma que só passou no local para ver se os fiscais do PT precisavam de algo.

Inácio Cavana disse à imprensa que por duas vezes foi acionado por fiscais da Escola José Barbosa Rodrigues, para verificar a denúncia contra o vereador e outras pessoas que o acompanhavam. “Na terceira vez eu resolvi chamar a polícia”, relatou.

O vereador prestou depoimento e foi liberado às 15h.

Aglomeração

Além do vereador Airton Araújo do PT, uma mulher assinou o termo circunstanciado de ocorrência por crime eleitoral, na tarde deste domingo (26), em Campo Grande (MS). Segundo informações, a mulher estaria fazendo aglomeração de pessoas.​

Ela cometeu o ato de desobediência ao negar o pedido de uma promotora de Justiça, para se afastar de um prédio de uma escola.

Correio do Estado
Jornal italiano divulga que Robinho é acusado de estuprar brasileira em Milão Jornal italiano divulga que Robinho é acusado de estuprar brasileira em Milão

De acordo com o jornal Corriere della Sera, o Ministério Público da Itália pediu a prisão preventiva de Robinho por ter supostamente forçado relações sexuais com uma brasileira, em janeiro de 2013, na cidade de Milão.

Robinho, em jogo pela Seleção (Foto: Roslan Rahman/ AFP)

O pedido de prisão foi negado pela juíza Alessandra Simon, que ressaltou que o brasileiro não tem nenhum tipo de antecedentes criminais. A magistrada ainda salientou que, por morar fora da Itália, o atacante não atrapalharia nas investigações.

Na matéria, o jornal diz que Robinho estava em um restaurante, acompanhado da esposa e de mais cinco amigos. Lá, teria conhecido a jovem de 18 anos, e, após deixar a mulher em casa, retornou ao local. A brasileira acusa o atacante do Santos de ter liderado um estupro coletivo. Somente seis meses depois, ela procurou as autoridades locais para informar sobre o possível crime.

Vale lembrar que Robinho já enfrentou uma acusação de estupro, em 2009, quando defendia o Manchester City, da Inglaterra. O jogador acabou sendo absolvido pela justiça.

LANCENET!

 

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