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Governador inclui ano eleitoral em calendário de obras Governador inclui ano eleitoral em calendário de obras

O governador André Puccinelli ainda não tem em mãos o nome do candidato do PMDB que tentará sucedê-lo e também não definiu, ao menos publicamente, se concorrerá ao Senado nas eleições de 2014, mas monta a estratégia de visitas ao interior incluindo o ano eleitoral.

André durante entrevista à FM Capital Foto Rachid Waqued

Por enquanto, disputam a indicação no PMDB o ex-prefeito de Campo Grande e secretário de Estado Extraordinário de Articulação, de Desenvolvimento Regional e dos Municípios, Nelsinho Trad, e a vice-governadora Simone Tebet.

A estratégia é começar a investir agora, reforçando o cronograma fixado desde o começo do ano, e estender a programação de inauguração de obras até o ano que vem, na tentativa de capitalizar politicamente tais ações.
Também faz parte da estratégia peemedebista a série de encontros regionais que o comando do partido já vem promovendo no interior aos finais de semana.

Além do primeiro ato político ocorrido há duas semanas em Bodoquena, o presidente regional do PMDB, deputado estadual Júnior Mochi, fixou um calendário de encontros nas cidades Bela Vista, Caracol, Corumbá, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Ladário, Miranda, Nioaque e Porto Murtinho.

O candidato do PMDB será escolhido por uma comissão criada pelo próprio governador, integrada por Júnior Mochi, pelo senador Waldemir Moka e pelos dois pré-candidatos Nelsinho e Simone.

Em entrevista na manhã desta segunda-feira (20) à FM Capital, o governador destacou os investimentos feitos nas áreas de infraestrutura, educação, saúde e segurança pública.

Em relação à segurança pública, os investimentos reforçam a qualidade e a estrutura dos Bombeiros Militares, da Polícia Civil e da Polícia Militar.

“Em 2007 pegamos 300 viaturas no cavalete, desmontadas. Em 2009, tínhamos 400 rodando e hoje (2013), temos 1.100 viaturas, das quais 1.000 foram adquiridas com recursos próprios. Até 2014, entregaremos um prédio novo à Cepol (Centro Integrado de Polícia Especializada). Já entregamos três quartéis (Bataquassu, Caarapó e Chapadão do Sul) dos Bombeiros e temos o compromisso da entrega de outros quartéis, sendo um deles em Sidrolândia”, afirmou.

Na entrevista, André reafirmou o compromisso em melhorar o setor de segurança pública do Estado. “Estamos melhorando as condições salariais dos policiais e também a estrutura física, com novos batalhões de delegacias. Também está em andamento a licitação para a aquisição de mais 15 novas viaturas para os bombeiros. “Tínhamos 14 URs (Unidades de Resgate), hoje temos 42 unidades”, acrescentou.

Segundo o governador, a meta do governo do Estado até 2014, é construir 80 mil casas. “Todos os municípios de Mato Grosso do Sul têm casas construídas pelo governo do Estado, seja através da parceria com o governo federal, prefeituras ou com recursos próprios. Já fizemos 50 mil casas. Até o final do meu mandato, entregaremos mais 30 mil”, prometeu.

André destacou os investimentos que serão feitos até 2014, por meio do financiamento junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) de R$ 733,5 milhões aprovados ao Estado para viabilizar a execução do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Regional e mais R$ 357 milhões do Proinveste, totalizando R$ 1,09 bilhão.

“Faremos investimentos na ampliação e construção das unidades universitárias da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), a execução de obras viárias, construção do hospital de Três Lagoas e apoio aos arranjos produtivos locais”, afirmou durante a entrevista. Conforme o governador, as obras deverão ser iniciadas entre os meses de junho e julho de 2013.

Em relação ao Aquário do Pantanal, até 2014 o local estará em funcionamento. “O Aquário do Pantanal é um grande Centro de pesquisas e estudos da ictiofauna pantaneira. Ainda estamos estudando como será feita a gestão administrativa, mas está definido que haverá uma manhã com entrada gratuita para alunos de Campo Grande (escolas estaduais e municipais) e uma tarde gratuita também para alunos da Rede Estadual de Ensino. Isto está determinado, independente de quem assuma a operacionalização do Aquário. Queremos que nossos alunos conheçam as espécies e os atrativos do Aquário”, colocou.

Com Informações Noticias MS
Michel Teló leva prêmio de música do ano da ‘Billboard’ latina Michel Teló leva prêmio de música do ano da ‘Billboard’ latina

Michel Teló venceu em duas das sete categorias nas quais concorria a prêmios no “Billboard Latin Music Awards”, o Prêmio Billboard da Música Latina, que aconteceu no BankUnited Center da Universidade de Miami na noite desta quinta-feira (25).

Michel Teló com o mascote bull terrier do ‘Billboard Latin Music Awards’ (Foto: John Parra / Getty Images North America / AFP)

De acordo com o site da Billboard, a canção “Ai se eu te pego” foi eleita a melhor música do ano e a melhor música pop.

Único brasileiro entre os indicados desta premiação da música latina, Teló concorreu em três categorias pessoais (Novo Artista, Artista em Redes Sociais e Artista Pop) e mais quatro relacionado ao hit “Ai se eu te pego” (Música do Ano, Música Pop, Música Digital e Música em Rádio). Veja a lista completa dos vencedores no site da Billboard.

Mais cedo, Teló havia dito que sua segunda presença na festa de entrega do prêmio era um momento “muito especial”. Durante a premiação, também subiu ao palco junto ao colombiano Carlos Vives para interpretar “Cómo le gusta a tu cuerpo”.

“Estou muito feliz de estar aqui. É um momento muito especial para mim, pois hoje somos indicados em sete categorias”, disse Teló no tapete vermelho dos Prêmios Billboard, segundo a agência de notícias EFE.

O cantor Michel Teló estava confirmado para se apresentar na cerimônia, realizada em Miami, EUA. “Incrível estar aqui no Billboard Awards 2013. Estamos nominados em 7 categorias e vou cantar com Carlos Vives! É ‘nóis’ Brasil!”, Teló escreveu em seu perfil no Instagram.

Os Prêmios Billboard da Música Latina reconhecem os álbuns, canções e intérpretes mais populares da indústria segundo os resultados de vendas, execuções, “streaming” e redes sociais que fornecem informações às listas semanais de Billboard.

A cerimônia de premiação também marca o encerramento da 24ª Conferência da Música Latina de Billboard, realizado entre os dias 23 e 25 de abril no JW Marriott Marquis de Miami , com a cantora Gloria Estefan como convidada especial.

Morta em novembro de 2012, em um acidente aéreo, a cantora Jenni Rivera foi eleita a Artista do Ano, além de ter conquistado outros dos prêmios mais importantes. Outro destaque da cerimônia foi o cantor portorriquenho Don Omar, premiado em dez das 18 categorias em que havia sido lembrado, entre elas artista masculino.

Enrique Iglesias e Jennifer López levaram a láurea por turnê do ano, pelo excursão que passou por 18 cidades dos Estados Unidos e Canadá. Outro expoente da música latino-americana, a colombiana Shakira foi reconhecida nas categorias artista em redes sociais e artista feminina.

G1
Copom eleva Selic para 7,50% ao ano Copom eleva Selic para 7,50% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa básica de juros (taxa Selic) de 7,25% para 7,50% ao ano. Segundo comunicado, a decisão, “sem viés” (o que não dá pistas sobre uma nova alta ou um corte), foi tomada por seis votos a favor. Dois votos foram no sentido da manutenção da atual taxa. A última alta da Selic promovida pelo Copom foi feita na reunião de 20 de julho de 2011, quando a taxa subiu de 12,25% para 12,50%.

A inflação, informa o comunicado do Copom, foi o que motivou a decisão. “O Comitê avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária. Por outro lado, o Copom pondera que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela”, explica a nota.

A decisão rompe uma sequência de três reuniões do Copom, em que o juro básico da economia brasileira havia sido mantido em 7,25% anuais —menor patamar da história recente, desde outubro do ano passado, quando o BC encerrou um ciclo de cortes iniciado em agosto de 2011.

Votaram pela elevação da taxa Selic para 7,50% ao ano os seguintes integrantes do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques. Votaram pela manutenção da taxa Selic em 7,25% ao ano Aldo Luiz Mendes e Luiz Awazu Pereira da Silva.

Reação do mercado

Tanto o setor produtivo quanto o de serviços são contrários à decisão do Copom.

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) informou, em nota, que reconhece a importância do controle da inflação, mas lamenta que o comitê tenha optado pelo caminho de combate à alta inflacionária com maiores danos à atividade produtiva.

Segundo a entidade, o aumento dos juros é “extremamente” prejudicial à indústria, “que já vem sendo atingida por custos crescentes”

Já a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo ( Fecomercio-SP), afirma, em nota, que as autoridades econômicas poderiam ter cogitado outro caminho para lidar com a questão, como a retomada dos investimentos públicos, direcionamento de gastos e mudanças nas metas de inflação para números mais realistas.

A entidade destaca, ainda, que o aumento da taxa básica de juros pode ser um obstáculo para a retomada do ritmo de crescimento do País.

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também criticou, em nota, a decisão do Copom. Para a entidade, o aumento era previsível diante da deterioração do quadro inflacionário, mas poderia ter sido evitado caso “tivesse sido adotada uma política fiscal que aliviasse a pressão sobre os preços”.

Ao contrário da Fecomercio-SP, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) foi neutra em seu posicionamento.

“Parece indispensável que o governo procure utilizar a política fiscal como instrumento adicional para o controle da inflação, para evitar que o Banco Central seja obrigado a apertar a política monetária”, aconselha Rogério Amato, presidente da associação, em nota divulgada à imprensa.

IG
Desfalcado, Palmeiras mostra raça e vence e convence para ressurgir Desfalcado, Palmeiras mostra raça e vence e convence para ressurgir

O Palmeiras saiu de Mirassol após perder por 6 a 2 há seis dias dizendo que aquela humilhação seria um “divisor de águas”. E o time mostrou ser possível o que prometeu. Nesta terça-feira, o Pacaembu se encheu de verde e branco e a equipe, em sintonia com as arquibancadas, superou 11 desfalques para vencer o Tigre por 2 a 0 e entrar na zona de classificação no grupo 2 da Libertadores.

(Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)

Um time inteiro do elenco não pôde atuar nesta noite, e, aos quatro minutos, Patrick Vieira ainda saiu machucado. Mas nada conseguiu conter os escolhidos por Gilson Kleina, que dominaram um adversário que só sabia bater e balançaram as redes com Caio, aos 18 minutos do primeiro tempo, e Charles, aos sete da etapa final.

A confiança era tanta que a equipe, cheia de jovens, não caiu na catimba do Tigre, que passou a cometer faltas violentas e colecionar cartões, pouco ameaçando Fernando Prass. Um cenário que fazia os torcedores abrirem sorrisos e se abraçarem, celebrando a ressurreição de um gigante, a ponto de gritarem “olé” e até chamarem o adversário de “timinho”.

Agora o Verdão soma seis pontos em quatro partidas, superando o Sporting Cristal, que tem cinco, e ficando a dois do Libertad, que soma oito – o Tigre permanece na última posição do grupo 2 da Libertadores, estacionado nos três pontos.

Se antes do jogo o Verdão corria sério risco de eliminação, pode até se classificar com uma rodada de antecedência no dia 11, caso ganhe do Libertad, no Pacaembu, e o Tigre derrotar o Sporting Cristal, na Argentina, na próxima terça-feira. Antes, o Palmeiras visita a Ponte Preta em Campinas, às 18h30 de domingo, pelo Campeonato Paulista.

O jogo

Pouco antes do apito inicial, Gilson Kleina completou um time inteiro de desfalques. Com lesão na coxa direita, Wesley se juntou aos também machucados Henrique, Leandro Amaro, Valdivia, Maikon Leite e Kleber, o suspenso Vilson, expulso na derrota para o Tigre, na Argentina, e André Luiz, Rondinelly, Léo Gago e Leandro, que não estão inscritos na Libertadores.

Sem 11 atletas, Kleina preferiu não apostar nos jovens zagueiros Marcos Vinicius e Luiz Gustavo, apostando no volante canhoto Marcelo Oliveira na defesa ao lado de Mauricio Ramos. Precisando dos três pontos, escalou os ofensivos Ayrton e Juninho nas laterais, dando a Márcio Araújo e Charles a função de marcar no meio-campo e formando uma linha ofensiva com Patrick Vieira, Souza e Ronny para atacar com Caio como referência.

A formação gerou tensão em seu primeiro lance: aos dois minutos, o Tigre, que só sabe atacar na bola aérea, alçou na área e Orbán subiu sozinho para cabecear para fora. Nos lances seguintes, o Verdão mostrou sua força em testada de Mauricio Ramos e arrancada de Patrick Vieira que levaram perigo.

Porém, até o que era positivo se tornava negativo, já que a velocidade de Patrick Vieira com um chutão o fez machucar a coxa direita e se tornar mais um dos lesionados do Palmeiras, sendo trocado com 15 minutos de partida pelo contestado atacante Vinícius. Parecia que o cenário não seria de festa.

Mas o Pacaembu cheio de palmeirenses estava marcado para alegria. A força vinda das arquibancadas se transformava em uma raça contagiante em campo. O Tigre não via a bola nem conseguia prendê-la. Assim, sua defesa foi desarmada duas vezes, aos 18 minutos, até que Vinicius chutou para Caio desviar na pequena área. O grito entalado de ressurreição, enfim, saiu das gargantas palmeirenses.

A torcida se inflamou, e o time também. Mas com uma diferença: a vontade não significava um avanço desordenado na frente, como muitas vezes se viu com Kleina. Organizado, o Verdão contou com a disposição de seus homens de frente para preencher espaços e não deixar o adversário do meio-campo. O Verdão não perdia quase nenhuma dividida. Até Vinícius, frequentemente criticado, arrancava elogios dos espectadores.

Já no fim do primeiro tempo, o Tigre passou a usar sua outra arma: a violência. Com pisões, o pé mais alto nas divididas e chutes sem bola principalmente nos defensores adversários, os argentinos tentavam causar alguma expulsão. Mas o foco palmeirense estava no jogo.

O Palmeiras saiu de Mirassol após perder por 6 a 2 há seis dias dizendo que aquela humilhação seria um “divisor de águas”. E o time mostrou ser possível o que prometeu. Nesta terça-feira, o Pacaembu se encheu de verde e branco e a equipe, em sintonia com as arquibancadas, superou 11 desfalques para vencer o Tigre por 2 a 0 e entrar na zona de classificação no grupo 2 da Libertadores.

Um time inteiro do elenco não pôde atuar nesta noite, e, aos quatro minutos, Patrick Vieira ainda saiu machucado. Mas nada conseguiu conter os escolhidos por Gilson Kleina, que dominaram um adversário que só sabia bater e balançaram as redes com Caio, aos 18 minutos do primeiro tempo, e Charles, aos sete da etapa final.

A confiança era tanta que a equipe, cheia de jovens, não caiu na catimba do Tigre, que passou a cometer faltas violentas e colecionar cartões, pouco ameaçando Fernando Prass. Um cenário que fazia os torcedores abrirem sorrisos e se abraçarem, celebrando a ressurreição de um gigante, a ponto de gritarem “olé” e até chamarem o adversário de “timinho”.

Agora o Verdão soma seis pontos em quatro partidas, superando o Sporting Cristal, que tem cinco, e ficando a dois do Libertad, que soma oito – o Tigre permanece na última posição do grupo 2 da Libertadores, estacionado nos três pontos.

Se antes do jogo o Verdão corria sério risco de eliminação, pode até se classificar com uma rodada de antecedência no dia 11, caso ganhe do Libertad, no Pacaembu, e o Tigre derrotar o Sporting Cristal, na Argentina, na próxima terça-feira. Antes, o Palmeiras visita a Ponte Preta em Campinas, às 18h30 de domingo, pelo Campeonato Paulista.

O jogo – Pouco antes do apito inicial, Gilson Kleina completou um time inteiro de desfalques. Com lesão na coxa direita, Wesley se juntou aos também machucados Henrique, Leandro Amaro, Valdivia, Maikon Leite e Kleber, o suspenso Vilson, expulso na derrota para o Tigre, na Argentina, e André Luiz, Rondinelly, Léo Gago e Leandro, que não estão inscritos na Libertadores.
Djalma Vassão/Gazeta Press

Verdão teve de encarar o já conhecido jogo duro dos argentinos do Tigre nesta terça-feira
Sem 11 atletas, Kleina preferiu não apostar nos jovens zagueiros Marcos Vinicius e Luiz Gustavo, apostando no volante canhoto Marcelo Oliveira na defesa ao lado de Mauricio Ramos. Precisando dos três pontos, escalou os ofensivos Ayrton e Juninho nas laterais, dando a Márcio Araújo e Charles a função de marcar no meio-campo e formando uma linha ofensiva com Patrick Vieira, Souza e Ronny para atacar com Caio como referência.

A formação gerou tensão em seu primeiro lance: aos dois minutos, o Tigre, que só sabe atacar na bola aérea, alçou na área e Orbán subiu sozinho para cabecear para fora. Nos lances seguintes, o Verdão mostrou sua força em testada de Mauricio Ramos e arrancada de Patrick Vieira que levaram perigo.

Porém, até o que era positivo se tornava negativo, já que a velocidade de Patrick Vieira com um chutão o fez machucar a coxa direita e se tornar mais um dos lesionados do Palmeiras, sendo trocado com 15 minutos de partida pelo contestado atacante Vinícius. Parecia que o cenário não seria de festa.

Mas o Pacaembu cheio de palmeirenses estava marcado para alegria. A força vinda das arquibancadas se transformava em uma raça contagiante em campo. O Tigre não via a bola nem conseguia prendê-la. Assim, sua defesa foi desarmada duas vezes, aos 18 minutos, até que Vinicius chutou para Caio desviar na pequena área. O grito entalado de ressurreição, enfim, saiu das gargantas palmeirenses.

A torcida se inflamou, e o time também. Mas com uma diferença: a vontade não significava um avanço desordenado na frente, como muitas vezes se viu com Kleina. Organizado, o Verdão contou com a disposição de seus homens de frente para preencher espaços e não deixar o adversário do meio-campo. O Verdão não perdia quase nenhuma dividida. Até Vinícius, frequentemente criticado, arrancava elogios dos espectadores.

Já no fim do primeiro tempo, o Tigre passou a usar sua outra arma: a violência. Com pisões, o pé mais alto nas divididas e chutes sem bola principalmente nos defensores adversários, os argentinos tentavam causar alguma expulsão. Mas o foco palmeirense estava no jogo.

E foi isso que a equipe mostrou, sabendo trocar passes, abrindo pelas laterais sem fazer a bola rodar de pé em pé também pelo meio-campo. Em uma jogada desse tipo, ignorando qualquer teoria de que entrosamento e ritmo de jogo são fundamentais, a bola passou de Ronny a Charles para o volante concluir nas redes, aos sete minutos do segundo tempo.

Com a vitória por 2 a 0, o Tigre passou a não se segurar mais, usando violência quase sempre que a bola estava com o Palmeiras. Mas a irritação dos donos da casa se limitava ao médico Rubens Sampaio, que até invadiu o campo para defender seus atletas. Mas eles mostravam que sabiam bem o que estavam fazendo.

O Tigre só atacou quando o Palmeiras cansou, exigindo algumas defesas de Fernando Prass. Mas sem encontrar a defesa aberta como a torcida palmeirense se acostumou a ver nos últimos tempos. Independentemente de improvisações e juventude, os escolhidos de Kleina, diante de um adversário sem qualidade, soube mostrar superioridade se posicionando em campo à espera do apito final que concluiria uma atuação, enfim, convincente nesta temporada.

GAZETA ESPORTIVA
Despesas de começo do ano levam muita gente a usar o crédito rotativo do cartão Despesas de começo do ano levam muita gente a usar o crédito rotativo do cartão

O aumento das despesas no início do ano levou muita gente a usar o crédito rotativo do cartão de crédito, que é o financiamento de parte do valor da fatura e também saques.

De acordo com dados do BC (Banco Central), em fevereiro, o saldo do crédito rotativo dos cartões cresceu 5,9% em relação ao mês anterior. O estoque desse tipo de crédito ficou em R$ 25,985 bilhões.

Enquanto o crédito rotativo cresceu, o saldo dos pagamentos à vista no cartão (operações sem incidência de juros, parceladas ou não) diminuiu 6,1%, na comparação com janeiro. O estoque ficou em R$ 86,256 bilhões. O crédito parcelado no cartão, com juros, apresentou leve queda de 0,1%, com saldo de R$ 9,873 bilhões.

De acordo com o chefe do Departamento Econômico do BC, fevereiro foi um mês em que as pessoas evitaram fazer novas despesas usando o cartão e optaram por rolar a dívida.

“É um mês que tem concentração de compromissos de início de ano: impostos, pagamentos decorrentes do período de férias, matrículas, material escolar”, disse, ao apresentar os dados do crédito do sistema financeiro, esta semana .

Apesar de o crédito rotativo dos cartões serem atraentes pela simplicidade para se tomar o crédito, ou seja, basta pagar valor menor que o total da fatura, as taxas de juros costumam ser mais altas do que de outras modalidades.

De acordo com dados da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito ficou estável em fevereiro em relação a janeiro (9,37% ao mês), mas é a mais alta entre as modalidades de crédito para pessoas físicas pesquisadas.

Abaixo do cartão de crédito, vem a taxa do cheque especial (7,75% ao mês). O empréstimo pessoal dos bancos registrou taxa de 2,92% ao mês. E a taxa média para pessoas físicas ficou em 5,42% ao mês.

Agência Brasil
Congresso rejeita vetos de Dilma e MS garante R$ 150 mi ao ano em royalties Congresso rejeita vetos de Dilma e MS garante R$ 150 mi ao ano em royalties

A Secretaria-Geral da Mesa do Senado, que coordena as votações do Congresso Nacional, informou nesta quinta-feira (7) que os parlamentares derrubaram todos os vetos da presidente Dilma Rousseff à nova Lei dos Royalties, que redistribui os tributos pagos pela produção de petróleo.

Sessão do Congresso que derrubou os vetos da presidente Dilma Foto Alan Sampaio

O principal veto mantinha a previsão de receita para estados produtores – como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo – ao impedir a aplicação imediata de uma fórmula mais igualitária de distribuição para contratos em vigor. Neste caso, o governo estadual e as prefeituras sul-mato-grossenses recebem R$ 150 milhões/ano em royalties.

Estavam em análise 142 dispositivos vetados, com votação de cada parlamentar sobre cada um deles. Todos foram rejeitados. Conforme a secretária-geral da Mesa, Cláudia Lyra, na Câmara, o veto com a menor rejeição teve 349 votos e aquele com a maior rejeição, 354 votos. No Senado, foram 54 votos pela rejeição, 7 pela manutenção dos vetos, 1 voto nulo e 1 abstenção.

Na soma, o veto com menor rejeição obteve 403 votos entre os parlamentares. Para derrubar qualquer veto, eram necessários ao menos 298 votos (257 na Câmara e 41 no Senado).

A apuração dos votos, registrados em cédulas de papel, foi concluída por volta das 4h30min de hoje e um relatório com a apuração completa ainda será disponibilizado em ata aos parlamentares para verificação exata do resultado sobre cada veto derrubado.

O resultado saiu cerca de 3h depois do final de uma tumultuada sessão, marcada por tentativas de obstrução pelas bancadas de estados prejudicados. Parlamentares do Rio de Janeiro e Espírito Santo já anunciaram que vão entrar com ações no Supremo Tribunal Federal para derrubar a sessão, sob a alegação de falhas regimentais durante a votação.

 

Secretaria de Saúde confirma 6 mortes por dengue este ano em MS Secretaria de Saúde confirma 6 mortes por dengue este ano em MS

A Secretaria Estadual de Saúde em Mato Grosso do Sul confirmou mais três mortes em decorrência da dengue, subindo para seis óbitos por conta da doença este ano. A assessoria informou nesta quarta-feira (6) que os casos mais recentes são de duas idosas, de 89 e 92 anos de Vicentina, a 246 km de Campo Grande e uma de Sidrolândia, a 70 km da capital.

As mortes em Vicentina ocorreram entre 22 e 24 de janeiro e só agora foram notificadas ao Estado pelo município que estava investigando as causas.

A assessoria da secretaria informou que, no caso das idosas, foram feitos exames complementares, já que uma era diabética e, a outra, hipertensa, mas a necropsia confirmou morte por dengue.

Anteriormente já haviam sido registradas mortes em Campo Grande, Nova Andradina e Aquidauna. Outros três casos que estavam sendo investigados já foram descartados.

Oito mortes ainda estão sendo investigadas.no estado, sendo sete em Campo Grande e uma em Aquidauana. Segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Saúde, o resultado deve sair entre 20 e 30 dias porque depende da necropsia e também dos exames de sorologia da dengue.

Os casos de morte provocados pela dengue mostram que os idosos são os mais atingidos. A primeira vítima confirmada foi um idoso de 73 anos, morador de Aquidauna, que morreu na primeira semana de 2013. Em Campo Grande, a primeira morte confirmada foi a de Ana Leite Ovelar, 61 anos. Ela ficou internada por três dias no Hospital Regional e morreu no dia 21 de janeiro. A terceira vítima também foi uma idosa, moradora de Aquidauna, que morreu no dia 30 de janeiro aos 73 anos, depois de ter ficado internada por nove dias em um hospital da cidade.

Na tarde de terça-feira (5) a assessoria da prefeitura de Campo Grande informou que apenas no mês de janeiro foram registradas 20.525 notificações de casos suspeitos da doença. Ainda segundo a assessoria, de 1 a 4 de fevereiro foram registradas 199 notificações na capital.

Para CNI, 2012 foi um ano “perdido” para a indústria Para CNI, 2012 foi um ano “perdido” para a indústria

Apesar de o faturamento ter registrado alta de 2,4%, na comparação com o ano anterior, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que 2012 foi um ano de desempenho “ruim” para a indústria da transformação. Os indicadores industriais divulgados hoje (6) pela entidade apontam queda de 1,5% nas horas trabalhadas e recuo de 0,9 pontos percentuais na utilização da capacidade instalada. Com isso, a CNI avalia o ano para o setor como “perdido”.

Em 2012, a massa real de salários apresentou aumento de 5,1%, e o rendimento médio real subiu 5,3%. Este último inclui, além do salário, abonos, participação nos lucros e demais ganhos do trabalhador.

Segundo a CNI, em 12 dos 19 setores pesquisados o faturamento apresentou crescimento, sendo o da indústria de papel e celulose o que apresentou maior aumento (28,2%), na comparação com 2011. O setor outros equipamentos de transporte (que abrange carrocerias, aviões, navios e reboques) foi o que registrou maior queda: 14,5%.

Este mesmo setor foi o que apresentou maior queda, também, na capacidade instalada, em comparação com o ano anterior, caindo 8,1 pontos percentuais. Ao todo 13 setores apresentaram queda nesse indicador. O de madeira foi o que apresentou maior aumento (3,9 pontos).

Os indicadores econômicos apontam queda no emprego em 11 dos 19 setores pesquisados, sendo o de indústria de produtos de metal o que apresentou maior recuo, de 6,8% em 2012, na comparação com 2011. O setor apresentou queda de 2,7% no faturamento real; de 5,9% nas horas trabalhadas; e de 1,1 ponto percentual na utilização da capacidade instalada.

Na comparação entre os meses de novembro e dezembro de 2012, a utilização da capacidade instalada caiu 0,5 ponto percentual, passando de 81,4 para 80,9 pontos (dados dessazonalizados). Na mesma comparação, o faturamento real cresceu 3,1%, e as horas trabalhadas na produção cresceram 0,8%.

AGêNCIA BRASIL
Abertura oficial do ano legislativo na Assembleia será na 2ª Abertura oficial do ano legislativo na Assembleia será na 2ª

Na segunda-feira (4), a partir das 8h30, acontece a solenidade de abertura da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Jerson Domingos, presidente da Assembleia

O evento terá início com a revista à tropa e o hasteamento das bandeiras pelos chefes dos poderes. Jerson Domingos(PMDB), presidente da Casa, hasteará a bandeira Nacional; o governador André Puccinelli (PMDB), a bandeira do Estado e o presidente do Tribunal de Justiça, Joenildo de Sousa Chaves, fará o hasteamento da bandeira de Campo Grande.

Na sequência, as autoridades seguem para o Plenário Júlio Maia onde será lida a mensagem do governador e será feito o pronunciamento do presidente da Casa de Leis.

Depois de recorde em 2012, safra agrícola deve crescer quase 10% este ano Depois de recorde em 2012, safra agrícola deve crescer quase 10% este ano

A safra nacional de cereais, leguminosos e oleaginosas deve chegar a 178 milhões de toneladas em 2013, 9,9% maior que a de 2012, segundo projeção divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, foram colhidos 162,1 milhões de toneladas, um resultado recorde.

Foto Ilustrativa

Dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do IBGE, revelam que a safra agrícola do ano passado cresceu 1,2% em relação à de 2011. Porém, o volume verificado em dezembro ficou 0,3% abaixo da projeção calculada em novembro.

Em 2012, o arroz, o milho e a soja somaram 91,6%¨da produção e responderam por 85,1% da área colhida no país. Na comparação com 2011, a área colhida de milho avançou 7,3% e a de soja, 3,7%. Por outro lado, diminuiu em 13,7% a área colhida de arroz.

AGÊNCIA BRASIL

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