| Corinthians refuta caça às bruxas, mas deve dispensar atletas O filme da eliminação na Libertadores voltou a se repetir no Corinthians, mas com novos contornos. A caça às bruxas comuns em outras quedas não deve se repetir, embora o clube já pense em dispensar alguns jogadores. A pressão da torcida sobre o lateral direito Alessandro cresceu, assim como o movimento que pede o atacante Alexandre Pato como titular. Riquelme comemora gol sobre o Corinthians durante a partida válida pela Libertadores (Nelson Antoine/Associated Press)O zagueiro Chicão, atualmente sem espaço, pode deixar o clube. De acordo com a diretoria, o meia-atacante Jorge Henrique, afastado por indisciplina, já não tem mais clima no grupo. Hoje, por outro lado, o inchado elenco atual, que conta com 32 atletas, ganha mais dois reforços: o volante Maldonado e o goleiro Walter. As saídas, no entanto, devem acontecer só após a final do Paulista, no domingo, contra o Santos –o título pode salvar o semestre. PLANEJAMENTO As primeiras horas após a eliminação, segundo o técnico Tite, foram de intensa tristeza e críticas contidas ao paraguaio Carlos Amarilla pela arbitragem de anteontem. Tite, após o empate de anteontem, disse que ainda não pensou nos novos rumos do time. “Vamos ver como a gente redireciona [o planejamento da temporada]“, disse. “A gente pensava na possibilidade de estar jogando na próxima quarta-feira contra o Vélez. E passou o Newell’s [Old Boys]. Planejamento é isso, redirecionar.” A diretoria diz que a eliminação “não muda uma vírgula” para a temporada em que o clube buscará, além do Paulista, o Brasileiro, a Recopa e a Copa do Brasil. “Não vai ser uma derrota para o Boca que vai tirar a gente do rumo”, disse o zagueiro Paulo André. O Corinthians aproveitará a folga forçada para recuperar atletas, como Renato Augusto “cuja ausência, por lesão, foi extremamente lamentada por Tite”, e fazer a pré-temporada adequada que não conseguiu fazer após o Mundial de Clubes, no Japão. O time só volta a jogar no dia 25 de maio, pelo Brasileiro, que, assim como o Paulista, ficou mais pesado para o Corinthians. “Não há dúvidas de que o Corinthians vai entrar no Brasileiro com mais força”, disse Roberto de Andrade, diretor de futebol.
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| Timão é prejudicado por arbitragem, empata com o Boca e está eliminado O sonho do bicampeonato da Libertadores chegou ao fim para o Corinthians. O Timão empatou por 1 a 1 com o Boca Juniors noite desta quarta-feira, no Pacaembu, e não avançou às quartas de final da competição sul-americana. Na partida de ida, na Bombonera, o time argentino havia vencido por 1 a 0. (Foto: Ari Ferreira/LANCE!Press)Antes de o Boca abrir o placar, aos 24 minutos com um golaço de Riquelme, o árbitro Carlos Amarilla deixou de marcar um pênalti e depois anulou mal o gol de Romarinho ao marcar impedimento do atacante. A classificação do Boca tem a cara do técnico Carlos Bianchi, que soube armar sua equipe e deu um nó tático no Corinthians na etapa inicial. Experiente e multicampeão, o treinador nunca perdeu um mata-mata de Libertadores para times brasileiros. Primeiro, Bianchi venceu o São Paulo na decisão de 1994, quando comandava o Vélez Sarsfield. Com o Boca Juniors, eliminou Palmeiras (2000 e 2001), Vasco (2001), Paysandu (2003) e Santos (2003). Outro retrospecto impressionante contra times brasileiro em mata-mata de Libertadores é do próprio Boca Juniors: a equipe venceu 13 vezes e perdeu apenas três. O JOGO Quem esperava por um Boca Juniors catimbeiro e cometendo bastante faltas ficou surpreso com a postura da equipe. A cera, no entanto, foi uma das armas dos jogadores, principalmente do goleiro Orión, que recebeu cartão amarelo ainda na metade do primeiro tempo após demorar para cobrar tiro de meta. Porém, o mais impressionante foi o gol dos visitantes logo aos 24 minutos do primeiro tempo. Depois de cobrar falta curta na meia direita, Riquelme recebeu de volta e acertou um chute de rara felicidade, à la Ronaldinho Gaúcho na Copa do Mundo de 2002. O goleiro Cássio, que esperava pelo cruzamento, nada pôde fazer. Antes do baque, o Corinthians já parecia nervoso na partida, mas chegava com perigo ao ataque. Aos 9, Emerson Sheik dominou pela esquerda da grande área e Somoza fez um corte com a mão. Pênalti que Carlos Amarilla não marcou. Um minuto antes de o Boca abrir o placar no Pacaembu, Romarinho havia balançado as redes de Orión após lindo passe de Sheik. No entanto, o juiz marcou impedimento inexistente. Com o placar adverso e precisando fazer no mínimo três gols para classificar, o Timão não conseguia ficar com as bolas nos pés. Experiente, o Boca se fechou e deixava apenas os perigosos Riquelme e Blandí avançados. Em um contra-ataque aos 32, Blandí recebeu na direita e chutou firme cruzado. Cássio fez boa defesa e mandou para escanteio. Na volta do intervalo, Alexandre Pato e Edenílson entraram nas vagas de Romarinho e Alessandro, respectivamente. A Fiel, que lotou o Pacaembu, acreditava na classificação e empurrava o Corinthians. Sem nada a perder, o Timão partiu para cima e conseguiu achar o gol logo aos 5 minutos, com Paulinho, que cabeceou após cruzamento de Sheik pela direita. Praticamente no lance seguinte, Paolo Guerrero perdeu a chance de fazer o segundo do Corinthians e incendiar de vez a torcida. O Boca deu a resposta aos 12, quando Blandí perdeu uma oportunidade incrível, com o gol vazio. O atacante chutou por cima depois da rebatida de Cássio no chute de Riquelme. Mas o grito de gol que ficou engasgado na boca da Fiel saiu aos 15 minutos. No entanto, o árbitro anulou corretamente o gol de Paulinho, que cometeu falta em Orión na pequena área. O Corinthians continuou em cima do Boca, que sentiu claramente a pressão. No entanto, o Timão não conseguia converter o volume de jogo nos gols que faltavam para a classificação. Aos 30, muitos torcedores no Pacaembu até comemoraram. Mas antes da hora. Alexandre Pato perdeu uma chance tão inacreditável quanto à de Blandí. O zagueiro Gil deu um balão para a área, Guerrero escorou de cabeça e a bola sobrou para o camisa 7, que, livre e sem goleiro, se atrapalhou e chutou para fora. Nos minutos finais, o Timão continuou pressionando, mas faltava criatividade. O Corinthians chegava apenas na base do “chuveirinho”, e a defesa do Boca ganhava praticamente todas as jogadas pelo alto. A reação da Fiel foi bonita no fim do jogo: os torcedores cantaram o hino alvinegro e incentivaram o time. Afinal, a Libertadores está perdida, mas no domingo, às 16h, o Corinthians enfrenta o Santos, na Vila Belmiro, pela segunda partida da final do Campeonato Paulista. O título estadual pode ser um consolo aos corintianos. FICHA TÉCNICA CORINTHIANS 1 X 1 BOCA JUNIORS Local: Pacaembu, em São Paulo (SP) Renda/Público: R$ 2.709.112,50 / 36.319 pagantes CORINTHIANS: Cássio; Alessandro (Edenílson, Intervalo), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Paulinho e Ralf; Romarinho (Pato, Intervalo), Danilo (Douglas, 29′/2ºT) e Emerson Sheik; Guerrero. Técnico: Tite. BOCA JUNIORS: Orion; Marín, Caruzzo, Burdisso e Clemente; Somoza, Erbes (Bravo, 34′/2ºT), Erviti e Sánchez Miño; Riquelme (Viatri, 22′/2ºT) e Blandi (Zárate, 38′/2ºT). Técnico: Carlos Bianchi. Lancenet.com |
| Valcke alerta para atrasos e Arena Corinthians pode ficar fora da Copa Após visita ao Estádio Nacional Mané Garrincha nesta terça, secretário-geral avisou que pode mudar sedes até agosto Não é a primeira vez que Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, alerta sobre atrasos nas obras dos estádios para a Copa do Mundo de 2014. Após visita ao Estádio Nacional Mané Garrincha nesta terça em Brasília (DF), Valcke foi perguntado sobre as obras da Arena Corinthians durante entrevista coletiva e disparou sem meias palavras: Dirigente pode tirar a Copa do Mundo de São Paulo- Eles vão ter de acelerar (as obras). Isso não é uma ameaça. Podemos mudar tudo até 1º de agosto, quando começarem as vendas dos ingressos. Ainda temos um prazo para mudarmos o que for necessário. Há o entendimento na Fifa de que não haverá mais prorrogações de prazos como houve para a Copa das Confederações. Em carta aberta sobre o acompanhamento da preparação do Brasil, Valcke já havia alertado que a Copa é muito mais grandiosa que a Copa das Confederações e que, por isso, os ajustes precisam ser feitos com pelo menos seis meses de antecedência. Assim, todos os estádios terão que estar prontos em dezembro deste ano. Sobre o Estádio Nacional Mané Garrincha, que sediará a abertura da Copa das Confederações no dia 15 de junho, Valcke disse estar impressionado com a rapidez da obra de janeiro para cá e comparou o estádio com um “coliseu moderno”. Onbas do Itaquerão,estão atrasadasApesar dos elogios, as obras de Brasília sofreram atrasos. Antes prometido para ser entregue em 27 de abril, o estádio só ficará pronto no dia 18 deste mês. Todos os 71 mil assentos foram colocados. A adequação do estádio para a Copa do Mundo custou R$ 1,1 bilhão aos cofres do governo do Distrito Federal. MARIN SE ESQUIVA Indagado sobre a possibilidade da ausência de São Paulo no Mundial, o presidente da CBF e do COL, José Maria Marin, fugiu de responder. - Hoje estamos preocupados com a Seleção. Eu te deixo meu cartão e marcamos. Quinta você vai no COL e eu te atendo – disse Marin. LANCEPRESS!
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| Paulinho brilha, Timão vence Santos e fica a um empate do título O dia da primeira final do Campeonato Paulista foi dia dos filhos demonstrarem seu amor pelas mães. Elas foram homenageadas com fotos no Instagram, Facebook, palavras bonitas, presentes… E dona Erica, além de tudo, ganhou uma atuação daquelas para sair de casa com a camisa 8 do filho, toda orgulhosa, cheia de si. O gol, os desarmes, os chutes, as jogadas e o sorriso de Paulinho fizeram dela a mais feliz das mães envolvidas na decisão. E fizeram dos corintianos os alvinegros mais felizes do Pacaembu. A vitória por 2 a 1 sobre o Santos deixa o Timão a um empate da conquista – e a equipe de Tite está prestes a acertar com mais um reforço. O Peixe precisa de um triunfo simples para levar a decisão aos pênaltis na Vila Belmiro. Vale lembrar que a equipe da Baixada bateu Palmeiras e Mogi Mirim dessa forma antes de chegar à final. Se ganhar por dois gols de diferença, o time de Muricy Ramalho será tetracampeão, feito até hoje alcançado somente pelo Paulistano, de 1916 a 19, e que coroaria a passagem de Neymar, cada vez mais perto de ser negociado com um clube espanhol. Paulinho se emociona com gol sobre o Santos (Foto: Rodrigo Coca/Agência Estado)Paulinho fez o primeiro gol da vitória. Brigou no segundo, marcado por Paulo André. Fez de tudo um pouco. Se o Paulistão do jogador da seleção brasileira até então não era dos melhores, ele apareceu na hora mais importante. Fez valer o esforço de dona Erica, que o criou sem o pai, e pedia dinheiro ao borracheiro para que o filho pudesse treinar, como mostrou reportagem do Esporte Espetacular neste domingo. Resultado justo numa decisão que, por muito tempo, teve apenas um time em campo. A primeira jogada razoável de Neymar ocorreu aos cinco minutos do segundo tempo. Vejam bem, razoável! O primeiro escanteio surgiu aos 18, quando o Corinthians já havia batido nove. A estratégia de escalar Marcos Assunção fracassou e foi abandonada no intervalo. Já o Timão esteve quase sempre num ritmo superior. Disputava uma final mesmo, enquanto os visitantes demoraram para engrenar. Antes, pareciam estar numa oitava rodada de Paulistão. Com 2 a 0 no placar, o passo do Timão rumo ao troféu era enorme, mas houve tempo para que o predestinado Durval, em busca de seu 11º título estadual consecutivo, diminuísse de cabeça e colocasse ainda mais fogo na segunda partida. Se o placar é favorável ao Corinthians, a semana dará ao Santos mais descanso. O Timão recebe o Boca Juniors na quarta-feira, e precisa vencer por dois gols de diferença para avançar às quartas de final da Libertadores. Já o Peixe, que só volta a campo pela Copa do Brasil no dia 22, contra o Joinville, na Vila, terá a semana inteira para pensar só no Corinthians. Corinthians x Ninguém Se o texto referente ao primeiro tempo não tivesse o nome de nenhum jogador do Santos, não seria absurdo algum. É preciso esforço para destacar uma linha ao time comandado por Muricy Ramalho, que escalou Marcos Assunção no meio sob o pretexto de liberar Arouca e Cícero para armarem o time, e respaldado na ideia de que todos sabem jogar. Podem até saber, mas não estavam muito a fim. Totalmente entregues à marcação corintiana, os santistas abusaram dos chutões, não conseguiram trocar três passes consecutivos, e fizeram com que até Neymar se integrasse à mediocridade da equipe. O craque reclamou demais de Miralles, em duas oportunidades, e Arouca na sequência. Quem mereceu elogios por alguns minutos foi Léo, que cortava insistentes cruzamentos do lado esquerdo corintiano. Com Bruno Peres de volta ao time após longo período afastado por lesão, Fábio Santos, Danilo e Emerson armaram triangulações e deram trabalho. A distância entre as linhas de zaga e meio-campo do Santos era um abismo onde Danilo deitava e rolava. Em uma das chegadas em velocidade, Sheik ajeitou o corpo e parecia que soltaria um chute tão fulminante quanto aquele de um ano atrás, da semifinal da Libertadores, na Vila Belmiro. Mas a bola saiu rasteira e Rafael, desta vez, espalmou.
Apesar do domínio, poucas chances eram criadas. Foi aí que o filho da dona Erica resolveu desequilibrar. Nome certo na convocação de Luiz Felipe Scolari para a Copa das Confederações, nesta terça-feira, Paulinho deitou e rolou. Considerado volante nas convenções do futebol, foi meia e atacante. Mexeu-se pelos dois lados, ajudou o meio a subir a marcação e quase fez três gols. Quase! Primeiro, cabeceou livre para fora. No fim do primeiro tempo, acertou um chute sensacional no travessão, e ainda viu Guerrero, sozinho, chutar para fora no rebote. Entre um lance e outro, foi oportunista após cobrança de falta de Romarinho e desvio de Danilo. Bateu com firmeza, e fez justiça a 45 minutos de um time só. De um lado Paulinho. Do outro, a reação Qualquer mãe festejada em seu dia, que estivesse assistindo ao jogo em sua casa, sabia que Marcos Assunção tinha de sair. Muricy também sabia. No primeiro tempo, ele bateu uma falta (de forma péssima) com menos de um minuto de jogo, e depois foi espectador de uma final que acontecia em sua volta. Felipe Anderson voltou do intervalo em seu lugar, e André no de Miralles. Mas Paulinho também voltou, para desespero santista. O Peixe melhorou, até porque piorar era impossível, mas os lances de maior perigo ainda foram corintianos. Foram de Paulinho. Primeiro, ele desarmou Neymar e armou contra-ataque, que passou por Guerrero e chegou a Emerson. Rafael saiu corajosamente nos pés do atacante. Depois, arrancou do campo de defesa, passou por Durval como se o zagueiro fosse um cone, fez nova finta, mas bateu para fora. Ovacionado pela torcida. Só que o segundo tempo tinha duas equipes. As substituições de Muricy surtiram efeito. Felipe Anderson e o recuo de Arouca aproximaram os setores do Santos, e o time conseguiu trocar mais passes. Quando André pegou rebote de Cássio e não teve equilíbrio para finalizar, o técnico ficou tão louco que ao jogar o boné no chão nem percebeu que o impedimento já havia sido marcado. Cícero ainda acertou a trave após arrancada de Neymar, que teve de segurar a bola até que o companheiro se aproximasse. Mas o Timão tinha cartas na manga. Tinha Alexandre Pato e o grito da torcida, que resolveu voltar a jogar. E tinha Paulinho. Após cobrança de escanteio, ele, deitado, brigou pela bola com Durval e Renê Júnior, e fez com que ela sobrasse para um chutaço de Paulo André. Não foi lá uma pintura para sua galeria de quadros, mas um belo gol. E delírio de Tite, e da maioria dos 38.505 presentes no Pacaembu. Delírio com uma vantagem de dois gols de diferença, que durou pouquíssimo. O gol do Santos foi um claro recado a Muricy. Felipe Anderson, que substituiu Marcos Assunção, cobrou falta na cabeça de Durval. Jogador que joga com bola rolando, e com bola parada. Até o próximo domingo, mães e filhos podem sonhar com o título paulista.
G1.com |
| Corinthians afasta Jorge Henrique por ato de indisciplina Afastado por conta de uma mentira, Jorge Henrique está fora da final do Paulistão Chevrolet. Técnico já teve problemas com outros atletas, mas medida tomada é inédita Jorge Henrique foi afastado por indisciplina(Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians) Jorge Henrique, que mentiu para a comissão técnica, não é o primeiro jogador a dar dores de cabeça para Tite. Mas, na avaliação dele e da diretoria, foi quem cometeu a falha mais grave. Desde outubro de 2010 no clube, o treinador já teve de bater de frente com outros atletas por problemas de indisciplina. No Brasileirão de 2011, por exemplo, o técnico teve de superar um problema com Chicão para ser campeão. Sacado do time por deficiência técnica, o camisa 3 deixou a concentração na véspera do jogo alegando não ter cabeça para enfrentar o São Paulo. Paulo André virou titular e não saiu mais. O zagueiro retomou a vaga – já perdia novamente – apenas em 2012. O Imperador Adriano é outro que causou (muitos) problemas. Faltas a sessões de fisioterapia e atrasos eram rotina. Em um deles, foi multado: 20% do salário. Acabou demitido depois, em março do ano passado, em passagem até hoje apontada como mico. - Dor de cabeça? Ele foi uma enxaqueca! (risos). Uma vez falei para o Adriano que, se juntasse Edilson Capetinha, Marcelinho Carioca, Romário, Viola, Edmundo, todos esses, não dava ele – brincou o preparador físico Fábio Mahseredjian, ao L!, em março desse ano. Também em 2012, o atacante Willian levou bronca de Tite ao reclamar de substituição em jogo contra o Comercial, pelo Paulistão. No jogo seguinte, foi cortado do banco em jogo contra o Cruz Azul, no México. O próprio jogador procurou o técnico e pediu desculpas, que foram aceitas. Hoje, ele atua pelo Metalist (UCR). Emerson Sheik, herói da Copa Libertadores de 2012, também costuma tirar Tite do sério. Os atrasos do camisa 11 já foram motivo de piada até mesmo do técnico, que diz que ele precisa chegar mais cedo ao CT. Após dois atrasos seguidos em fevereiro desse ano, porém, foi multado. LANCEPRESS! |
| Pacaembu e Vila Belmiro serão as sedes das finais do Paulista A FPF (Federação Paulista de Futebol) anunciou nesta segunda-feira que o Pacaembu e a Vila Belmiro vão sediar as duas partidas da final do Campeonato Paulista entre Santos e Corinthians. O primeiro jogo está marcado para o próximo domingo, às 16h, no Pacaembu. A segunda partida será realizada no dia 19, às 16h, na Vila Belmiro. O Santos terá a vantagem de decidir em casa por ter feito melhor campanha em relação ao Corinthians na somatória das três fases. O Santos terminou a fase classificatória na terceira colocação, com 39 pontos. Nas quartas de final e na semifinal, o time avançou após eliminar Palmeiras e Mogi Mirim, respectivamente, nos pênaltis. Já o Corinthians somou 35 pontos e ficou na quinta colocação ao término da primeira fase. Nas quartas de final, passou pela Ponte Preta. Na semifinal, eliminou o São Paulo nos pênaltis. Santos e Corinthians decidiram os Estaduais de 2009 e 2011. Em 2009, o Corinthians levou a melhor após vencer o primeiro jogo na Vila Belmiro e empatar a segunda partida no Pacaembu. Dois anos depois, o Santos sagrou-se campeão após empatar no Pacaembu e ganhar na Vila Belmiro. Folha.com.br |
| Nos pênaltis, Corinthians bate o São Paulo e vai à final do Paulistão O Corinthians está na final do Paulistão Chevrolet. Após um clássico morno com o São Paulo na tarde deste domingo, no Morumbi, o Timão contou com a estrela de Cássio na disputa por pênaltis. No tempo regulamentar, o jogo terminou empatado por 0 a 0. O goleiro alvinegro defendeu a cobrança de Luis Fabiano e viu Paulo Henrique Ganso mandar por cima do gol. No lado do Corinthians, apenas Alessandro desperdiçõu ao mandar na trave.
Na final, o Corinthians enfrenta o Santos, que também se classificou nos pênaltis, no sábado, diante do Mogi Mirim. O primeiro será no próximo domingo e deve ser no Pacaembu, enquanto a decisão deve ser na Vila Belmiro, já que o Peixe terminou a primeira fase na melhor colocação. No entanto, os mandos de campo pertencem à Federação Paulista de Futebol, que terá reunião com os clubes nesta segunda-feira. O JOGO O primeiro tempo começou nervoso, com chegadas firmes e, como todo clássico decisivo, não faltou catimba de ambas as partes. Logo no início do jogo, Emerson Sheik dominou a bola perto da linha de fundo, e Carleto, o marcador, ficou ajeitando o cabelo enquanto o adversário pensava o que iria fazer na jogada. Depois, foi a vez de Romarinho, sempre elétrico nas partidas, se desentender com Wellington. Eles se enroscaram e, quando estavam caindo, o atacante deu um pisão nas costas do são-paulino. Cartão amarelo para o jogador corintiano, que poderia até ter sido expulso. Rafael Toloi também se desentendeu com Romarinho, e Luis Fabiano chegou a trocar empurrões com Paulo André. O jogo estava quente, mas sem ter lances perigosos aos gols de Rogério Ceni e Cássio. Com a bola rolando, a etapa inicial foi muito equilibrada e sonolenta. O Corinthians pressionava a saída de bola tricolor, mas não conseguir criar boas chances. O São Paulo, por sua vez, parecia bem organizado taticamente e buscava as jogadas pelos lados. E quem disse que não teve gols? Um para cada lado, mas ambos anulados corretamente por impedimento. O primeiro, aos 36, Luis Faviano recebeu de Jadson e empurrou para as redes. O outro foi do zagueiro Gil, que aproveitou a sobra após cobrança de falta. O segundo tempo começou mais amarrado e menos “pegado”. O Corinthians trocava passes na intermediária e não conseguia a infiltração. No Tricolor, o meia Ganso buscava o jogo e tentava achar espaços na bem postada defesa alvinegra. Jadson também se movimentou bem, mas a equipe sentia a falta de Osvaldo, que caiu de mal jeito ainda aos 10 minutos da etapa inicial e foi substituído por Douglas. O placar quase foi aberto em dois lances. Aos 12, após contra-ataque puxado por Guerrero, Emerson Sheik recebeu livre pelo lado direito e chutou firme. Rogério Ceni fez boa defesa e mandou para escanteio. Aos 21, foi a vez de Cássio ter trabalho. Jadson cobrou falta e Paulo Miranda cabeceou estranho, mas a bola foi no cantinho. O goleito corintiano pulou para espalmar para escanteio. E foram só esses dois lances de perigo. Os jogadores trocavam passes e procuravam não arriscar no ataque e deixar a defesa desprotegida. A disputa por pênaltis parecia de bom tamanho para as equipes e também para o juiz, que apitou o final de jogo aos 45 minutos em ponto. Nos pênaltis, Rogério Ceni, Rafael Tolói e Jadson marcaram para o São Paulo, enquanto Ganso e Luis Fabiano desperdiçaram. Do lado corintiano, Douglas, Romarinho e Fábio Santos converteram antes de Alessandro mandar na trave. Mas Alexandre Pato anotou a última cobrança e garantiu a classificação. FICHA TÉCNICA SÃO PAULO 0 (3) X (4) 0 CORINTHIANS Local: Morumbi, em São Paulo (SP) Renda/Público: R$ 973.500 / 29.475 presentes Pênaltis: Rogério Ceni (1-0); Douglas (1-1); Rafael Toloi (2-1); Romarinho (2-2); Ganso (2-2); Fábio Santos (2-3); Jadson (3-3); Alessandro (3-3); Luis Fabiano (3-3); Pato (3-4) SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Edson Silva, Rafael Toloi e Carleto; Denilson, Wellington, Jadson e Ganso; Osvaldo (Douglas, 12′/1ºT) e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco. CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Emerson (Douglas, 37′/2ºT), Romarinho e Danilo; Guerrero (Pato, 19′/2ºT). Técnico: Tite. |
| Após atuação ‘muito abaixo’, Sheik cobra postura vitoriosa do Timão “Eu não me lembro de o time ter jogado tão mal em uma partida de tamanha importância”. Emerson Sheik foi veemente ao avaliar a atuação do Corinthians na derrota por 1 a 0 para o Boca Juniors, na Argentina, na última quarta-feira, pelas oitavas de final da Libertadores. O atacante foi quem mais criticou a equipe. Tite até admitiu a má atuação, mas minimizou pelo fato de o jogo ter sido truncado. Já os demais jogadores, em sua maioria, preferiram falar do otimismo para a partida de volta, dia 15 de maio, no Pacaembu. Mas Sheik não poupou críticas e fez um alerta: é preciso recuperar a postura vitoriosa. - Ao longo desses anos, nós criamos uma forma de jogar vitoriosa. Não podemos deixar de jogar assim. Fomos muito abaixo do que podemos produzir – avaliou. Emerson Sheik disputa a bola com marcador do Boca Juniors, em La Bombonera (Foto: Reuters)O atacante corintiano se esquiva quando questionado sobre o favoritismo, mas lembra que se o Timão encaixar seu estilo de jogo a vitória estará mais perto. E o Corinthians precisa de um triunfo por dois gols de diferença para avançar às quartas de final da Taça Libertadores da América. - É difícil falar de favoritismo quando se fala de Boca e Corinthians. Mas vou repetir: se a gente jogar em casa, com o apoio do nosso torcedor, e conseguirmos encaixar nosso estilo de jogo, vamos ficar mais fortes e a possibilidade de vencer fica maior – acrescentou Emerson Sheik. No ano passado, na decisão da Libertadores da América, o Timão teve melhor sorte. Empatou por 1 a 1 em La Bombonera e venceu por 2 a 0 no Pacaembu. Agora, o Corinthians recebe os argentinos em São Paulo já perdendo de 1 a 0. Se devolver o placar, a decisão será nos pênaltis. Qualquer empate dá a vaga aos xeneizes.
G1.com
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| Corinthians bate o Sorocaba e reedita duelo do ano passado com a Ponte Os testes acabaram, os espaços para erros também. Os quase 25 mil pagantes que encheram o Pacaembu na tarde deste domingo querem ver um Corinthians combativo nas decisões do Campeonato Paulista e da Taça Libertadores. Mesmo mostrando pouco do espírito que levou o time às conquistas de 2012, o Corinthians fez 2 a 0 no Atlético Sorocaba com tranquilidade, classificou-se na quinta posição do estadual e tem duelo marcado com a Ponte Preta nas quartas de final, em data a ser divulgada nesta segunda-feira pela Federação Paulista. Será a reedição do duelo de 2012, quando a Macaca eliminou o Timão nesta mesma fase, com uma vitória por 3 a 2. O jogo serviu mais para Tite testar um esquema com três atacantes – Emerson Sheik, Alexandre Pato e Guerrero começaram um jogo juntos pela primeira vez na temporada. Deu certo lá na frente, com boas trocas de passes e dois gols marcados no primeiro tempo. Na defesa, a marcação deixou um pouco a desejar, ficou mais frouxa no meio-campo. A tendência é que o técnico só utilize essa formação em casos pontuais. A vitória levou o Corinthians aos 35 pontos, mesmo número do Palmeiras, mas com vantagem no saldo de gols. O Atlético Sorocaba, que apenas cumpria tabela, manteve os 19 pontos, com mais um ano garantido na elite do futebol paulista. Além do confronto com a Ponte, o Corinthians terá na sequência o jogo de ida das oitavas de final da Taça Libertadores, contra o Boca Juniors, dia 1º de maio, em Buenos Aires. Pato festeja gol marcado contra o Atlético Sorocaba (Foto: Mauro Horita / Ag. Estado)
Timão com novo esquema; Atlético fechado O maior objetivo de Tite neste domingo era testar pela primeira vez a formação com Alexandre Pato, Guerrero e Emerson Sheik no ataque. O resultado veio, e o Timão matou o jogo no primeiro tempo, mas ainda houve ressalvas em relação à proteção defensiva com esse esquema mais insinuante. A equipe começou estranha, errando muitos passes. Os três atacantes e o meia Danilo trocaram constantemente de posições, tentando confundir o ferrolho montado por Vágner Benazzi no Atlético Sorocaba. Lá atrás, o lado direito da defesa estava desprotegido: Alessandro levou um sufoco no início com os avanços de Carlinhos. No gol, Danilo Fernandes se complicou em bolas fáceis e assustou a torcida. Aos poucos, o time foi se acertando. Mais organizado, o ataque teve Pato e Guerrero mais fixos, atraindo a marcação, e Danilo, Paulinho e Sheik fazendo praticamente uma linha de três armadores. A rápida troca de passes só foi dar resultado aos 34 minutos, com Guerrero saindo da área, atraindo a marcação e tocando para Danilo entrar livre e finalizar na saída de Felipe Alves: 1 a 0 Timão. A partir daí, o jogo ficou mais leve, com o Atlético também tentando jogar futebol. O problema para a equipe do interior é que o Corinthians havia conseguido resgatar um pouco do espírito competitivo da Libertadores. O exemplo da pegada característica do time foi o esforço de Paulinho para invadir a área, se livrar da marcação e, mesmo bem marcado, acertar a trave de Felipe Alves aos 45 do primeiro tempo. No rebote, a bola caiu nos pés do iluminado Alexandre Pato: 2 a 0. Se o esquema ainda precisa de ajustes, ao menos o resultado veio sem tanta dificuldade. Timão administra: foco no mata-mata Com o jogo praticamente resolvido e poucas novidades na tabela, o grande barato da torcida corintiana era vibrar com qualquer lance – fosse um desarme mais duro de Ralf, fosse uma saída de gol da Danilo Fernandes, já mais confiante em relação ao primeiro tempo. As triangulações do ataque funcionaram melhor, mas nada que levasse a uma chance efetiva de gol. Em um segundo tempo sonolento, a torcida corintiana só levantou a voz na hora das substituições – aplaudidos, Pato e Danilo deram lugar a Romarinho e Jorge Henrique. O Corinthians ficou mais rápido, dando-se ao luxo de esperar o Atlético Sorocaba e tentar aproveitar algum contra-ataque – no melhor deles, Sheik recebeu passe de Guerrero, saiu de frente para o gol, mas demorou demais para chutar. A tarde de testes pode ser considerada positiva para o Timão, já que as variações táticas podem fazer a diferença nos momentos decisivos de Paulistão e Libertadores. Tite bateu nesta tecla durante toda a semana: a margem de erro tem de ser zero a partir de agora. Após três meses de “preparação”, o Corinthians, enfim, poderá provar se continua igual ou não àquele time que conquistou a América e o mundo em 2012.
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| Corinthians leva virada e permite que Linense siga na briga por vaga O Corinthians pressionou o Linense neste domingo, mas, depois de ter saído na frente no placar, levou a virada e amargou a derrota por 2 a 1, no estádio Gilberto Siqueira Lopes, em jogo válido pela penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Paulista. Com o resultado, o time do interior se mantém vivo na luta por uma vaga na próxima fase do Paulistão, pois chegou aos 27 pontos, no nono lugar. Já o Timão, que tem sua classificação garantida com antecedência, deu adeus a uma série de dez jogos sem derrotas e aparece com 32, no sexto lugar. O Corinthians saiu na frente no placar, mas levou a virada do Linense (Foto: José Luis da Silva/Agência Corinthians)Guerrero abriu o placar em Lins, mas João Sales e Leandro Brasília marcaram para o time da casa. O fim do jogo reservou jogadas de perigo do Timão, que pressionou, além de polêmicas dos dois lados. O Linense reclamou da expulsão de Marcelo, enquanto o Alvinegro pediu pênalti de Elias sobre Alexandre Pato. A última rodada desta fase será disputada no domingo, e a equipe do técnico Tite enfrentará o Atlético Sorocaba, no Pacaembu. Já o Linense buscará sua vaga diante do Mirassol, no estádio José Maria de Campos Maia. O jogo – O Corinthians não deu tempo para o Linense se ajustar em campo neste domingo. Logo aos dois minutos, Emerson avançou pela esquerda e cruzou rasteiro, o zagueiro Fábio Lima escorregou e a bola ficou fácil para Guerrero, que dominou e chutou forte no canto para fazer o gol. Com o susto pelo placar adverso nos primeiros instantes, o time da casa tentou responder, mas sem eficiência, apesar do espaço encontrado pelo lateral Tarracha nas costas de Edenilson, que foi improvisado novamente na direita, enquanto Alessandro assumiu a esquerda, para suprir a ausência do lesionado Fábio Santos. A melhor chance dos anfitriões na etapa saiu aos 15 minutos, quando Tarracha recebeu cruzamento, dominou e finalizou por cima da meta defendida por Danilo Fernandes, que reassumiu a posição, deixando Julio Cesar no banco de reservas neste rodízio promovido por Tite durante o período do titular Cássio no departamento médico. Para acuar o Linense, o Corinthians apostou nas jogadas individuais de Emerson, que, além de ter participado do lance do gol, mostrou inspiração também na sequência da partida, sendo barrado principalmente com faltas, que fizeram Marcelo e Elias receberem cartões amarelos. Antes do fim do primeiro tempo, depois de duas defesas tranquilas de Danilo Fernandes, Paulinho bateu falta com força e exigiu boa defesa do goleiro adversário. Sem alterações no intervalo, o Linense voltou ao segundo tempo tentando buscar jogadas pelo alto. Apesar de o Corinthians ter levado a melhor nas primeiras tentativas, o time do interior conseguiu furar o bloqueio, aos dez minutos. Tarracha cruzou da esquerda na segunda trave, onde estava Marcelo para cabecear na trave. A bola sobrou quase em cima da linha para João Sales completar de cabeça para fazer o gol. Assim que seu time empatou, o técnico Bruno Quadros foi obrigado a tirar Fábio Lima, lesionado, para a entrada de Bruno Ribeiro. Já o corintiano Tite optou por colocar Alexandre Pato na vaga de Jorge Henrique. Oito minutos depois de ter empatado, o Linense virou o jogo. Leandro Brasília recebeu da esquerda, driblou Gil e arrematou para fazer o gol. A equipe da casa percebeu que levaria um sufoco a partir daí. Paulo André recebeu na área e cabeceou, exigindo grande defesa de Leandro Santos. Aos 30, Marcelo foi expulso, porque o árbitro alegou que o lateral direito se adiantou na barreira, merecendo o segundo amarelo. Pouco depois, foi a vez de o Corinthians reclamar pedindo um pênalti de Elias sobre Alexandre Pato, mas o árbitro considerou o lance normal. Aos 37, Pato recebeu cruzamento na segunda trave e cabeceou, mas Leandro Santos salvou o Linense. Gazeta Esportiva |
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