| Motorista que atropelou e matou garçons vai continuar preso O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) negou novo pedido de habeas corpus para o motorista Claudinei Costa. Ele é acusado de atropelar e matar os garçons Davison da Silva, de 25 anos, e Vítor Pedro de Barros, 26, no distrito de Albuquerque, no dia 30 de abril do ano passado. Após atropelar garçons, motorista ainda colidiu contra outro ônibusDecisão do desembargador Carlos Eduardo Contar, datada de 30 de abril, diz que o pedido não procede porque é repetição de idêntico pleito, sem acrescentar qualquer novo fato. “Não se conhece de Habeas Corpus quando constitui-se mera reiteração de pedido, já decidido pela Turma Julgadora deste Tribunal”, argumentou o desembargador. De acordo com a sentença do magistrado, a jurisprudência é inconteste “quanto à inadmissibilidade do habeas corpus quando se tratar de simples repetição de matéria já apreciada ou em discussão”. Ainda na exposição de motivos de sua decisão, o desembargador do TJ/MS argumenta que “a prática de homicídios consumados e tentados numa sequência impulsiva de extraordinária violência obsta a concessão da liberdade provisória, porquanto evidencia a gravidade concreta das condutas e a necessidade de resguardar a ordem pública”. Claudinei permaneceu internado na Santa Casa de Corumbá desde o dia do acidente até 04 de julho de 2012. Preso em flagrante, está à disposição da Justiça no Estabelecimento Penal de Corumbá. A defesa do acusado argumentou que ele não estaria embriagado no momento do acidente, quando dirigia um ônibus de turismo, envolvendo uma motocicleta e outro coletivo. Ele teria sido vítima de “malandragem de misturas de droga na bebida”. Segundo os advogados, Claudinei Costa tem condições pessoais para responder a ação penal em liberdade, por ser “um homem do bem, com família, primário e de bons antecedentes”. O caso Natural de Lindoia do Sul (SC), Claudinei era o motorista de um ônibus de turismo de Concórdia, também Santa Catarina, que antes de causar a morte de Davison e Vítor, na madrugada de 30 de abril, teria provocado confusão em uma boate de Albuquerque e uma briga no local. Davison e Vítor eram garçons em uma pousada de Albuquerque e seguiam para o trabalho. Um deles foi arrastado com a moto por pelo menos 300 metros O acusado teria saído de Albuquerque, distante cerca de 60 quilômetros da área urbana de Corumbá, e seguido pela estrada que dá acesso ao assentamento Mato Grande, onde bateu de frente contra um ônibus da empresa Canarinho, que faz o transporte rural naquela localidade. DIÁRIO ONLINE
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| Viatura da PM tomba após colidir com Golf conduzido por motorista sem CNH Uma viatura da Polícia Militar tombou às 13h15 desta sexta-feira (3) depois de colidir com um veículo Golf branco, placas HRE 4268, no cruzamento das ruas Bom Sucesso com a das Orquídeas, bairro Jockey Club, em Campo Grande. Viatura da PM tombou após colisãoFoto Luiz Alberto/midiamax.comA viatura, um carro Prisma, ocupada por dois policiais do 10º Batalhão, descia pela Rua Bom Sucesso, que é preferencial, quando o veículo Golf, conduzido pelo mecânico autônomo Pedro Fernando Rocha e Santos, de 29 anos, que trafegava pela Rua das Orquídeas, não respeitou a parada obrigatória e acabou colidindo na lateral direita da viatura. Segundo a assessoria da PM, o motorista do Golf não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os policiais conseguiram sair da viatura sem precisar de ajuda e nenhum deles ficou ferido. Veículo foi apreendido porque estava com todos os documentos atrasados Foto Luiz Alberto/midiamax.comO mecânico foi detido e encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Vila Piratininga. Segundo a PM, ele será ouvido e liberado. Os soldados Bezerra e Gilberto, que estavam na viatura, não tiveram ferimentos. Eles realizavam rondas pela região do Jóquei Clube no momento colisão. A Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito) foi ao local para registrar a ocorrência e organizar o trânsito na região. O veículo foi apreendido porque estava com todos os documentos atrasados. |
| Motorista de BMW que arrastou motociclista nega ter bebido O comerciante Fabrisio Albino de Campos Moura, de 34 anos, motorista da BMW que atropelou e arrastou o motociclista José Francilino Júnior, de 37 anos, na madrugada de segunda-feira (29), afirmou em entrevista ao G1 que não tinha ingerido bebida alcoólica no dia do acidente. A Polícia Civil diz que o irmão do motorista admitiu que Fabrisio tinha bebido antes da colisão. Fabrisio também desmentiu outras informações divulgadas pelo delegado Roberto Bueno Menezes, titular do 2º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, com base no interrogatório do irmão. Fabrisio disse que o irmão não estava com ele no BMW 125i e chegou ao local após ser acionado por telefone. O comerciante confirmou que era ele mesmo que estava ao volante e que não viu a motocicleta na Via Anchieta. O motorista disse ainda que saiu do local do acidente por medo de ser linchado e que ligou para o irmão e disse para ele pedir socorro para a vítima. “Eu estava vindo da casa do meu irmão, buscar para ele o documento de uma moto que tinha ficado comigo. Tinha ido buscar minha esposa com minha filha, que estava na casa da minha sogra. Cortei por Piraporinha e peguei a Anchieta sentido São Paulo, porque minha mulher mora no final da Anchieta. Fui tranquilo, tranquilo entre aspas, porque a velocidade da marginal era cento e pouquinho, eu ia a uns 110 km/h, creio eu, quando me deparei, numa subida, com um negócio escuro, preto na frente. Quando olhei, fui analisar o que era na verdade, não deu nem tempo, só ouvi a pancada acontecendo, o airbag estourando”, disse o comerciante sobre como foi o acidente. Moura afirmou que teve medo de ser linchado no local do acidente por causa da gravidade do ocorrido e por muitas pessoas terem se aglomerado na pista. “Depois que eu desci do carro que eu vi que era uma moto, estava tudo escuro, a moto do cara estava apagada, realmente não dava para ver. Depois que eu saí do carro começou a colar um monte de gente, uma aglomeração, fiquei em estado de choque. Cada ação tem uma reação. Pensei: ‘Daqui a pouco vão me linchar aqui’. No automático eu liguei para o meu irmão. Estava sozinho no carro, meu irmão foi, me buscou, falei para ele ficar ali, ligar para o resgate. Eu estava tremendo, peguei o outro carro que eu tenho e fui pro médico”, explicou Moura. “Fiquei com medo, estava em estado de choque , vi o caso na televisão e não apareci na delegacia”, disse ele sobre o fato de não ter se apresentado no 2º Distrito Policial de São Bernardo, onde o caso foi registrado. Moura disse que não bebe, não gosta do sabor da cerveja e que não tinha ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. “Não bebo, eu não bebo. Estou tomando uns remédios para depressão, tinha brigado com a mulher, tenho filho pequeno, então, estava tomando uns remédios. Tenho uma filha de 3 anos”, disse o motorista. Ele falou que não conseguia nem andar após o acidente. “Minutos antes de entrar na Anchieta eu liguei para minha mulher e avisei que ia buscá-la com a nenêm. Aí eu desliguei o telefone. Quando aconteceu o acidente eu liguei para o meu irmão e disse que tinha acontecido e que eu não sabia nem o que fazer, estava desnorteado. O airbag estourou na cara, o carro destruído, a moto no chão, fiquei em estado de choque, minhas pernas nem mexiam”, afirmou Moura. “Meu irmão ligou para o resgate. Eu liguei para ele e avisei que tinha acontecido o acidente antes do [bairro] Taboão, da ponte. Ele me disse que ia ligar e que estava indo me buscar. Fiquei uns 15 minutos lá até meu irmão chegar. Só encostaram uns carros lá, não tinha chegado viatura no local. Se chegou viatura eu não vi. Saí de lá no Palio, que é meu”, disse ele. O comerciante disse que a região onde ocorreu o acidente é escura e que não conseguiu ver a motocicleta e a vítima, que segundo ele estariam parados no acostamento do lado esquerdo da Via Anchieta. “Não dava para ver a moto, ali é muito escuro na verdade. Tanto que nem vi a moto dele parada na esquerda, não sei se a moto dele parou, se ele tem alarme, não sei o que aconteceu. Quando eu olhei eu tentei desviar da moto, se você olhar, a pancada foi do lado direito do carro porque eu tentei desviar da moto, ele estava parado do lado esquerdo. Ou eu ia me arrebentar no guard-rail, mas eu desviei assim mesmo, foi essa minha reação. Só que eu tentei desviar e peguei na pontinha do carro”, disse o comerciante. “Não tinha lanterna atrás da moto acesa, olho de gato, não vi nada disso aí não. Por isso deu essa cacetada. Por mim, a moto estava parada. Não sei se acabou a gasolina, o que aconteceu, só sei que a moto estava parada”, disse Moura. Pedido de perdão O comerciante disse que pretende procurar a família do motociclista. “Isso aí eu vou ter de ajudar, é de lei. Não procurei eles ainda porque quero resolver tudo na justiça primeiro. Vou chegar na família, vou arcar com as despesas que eles tiveram, tudo”, disse Moura. No Hospital Bosque, Moura disse que ficou um tempo tomando soro. “Saí no finalzinho da tarde de terça-feira. Fui para casa, tomei banho gelado, em estado de choque, e não adiantou nada. Tomei uns remédios. Pra te falar a verdade, não consegui comer até hoje, acho até que emagreci, minhas calças estão todas caindo.” Depoimento à polícia Desde que aconteceu o acidente, Moura afirma que evitou ficar em casa por medo de represália. “Fiquei em casa de amigos. Nem para casa eu estou indo”, afirmou Moura. Segundo a polícia, irmão disse que ele tinha bebido O advogado disse que o irmão de Moura “foi compelido a fazer o etilômetro e, neste momento, disse que tinha ingerido duas latas de cerveja de manhã. Não sei o que aconteceu que o irmão disse que o outro bebeu”, disse o advogado. O motorista negou ter bebido. “Colocaram que eu tinha tomado cerveja, nada a ver. Nem falei com ele direito. Eu perguntei se ele estava bem, perguntei o que tinha acontecido na delegacia, vi que ele estava nervoso e falei que depois a gente conversava pessoalmente”, afirmou o comerciante.
G1.com |
| Motorista nega briga por R$ 1,00, mas confirma que furou sinal vermelho O pedreiro Tiago Fernando Pereira de Souza, de 24 anos, que dirigia o veículo Voyage onde Jéssica de Souza Sorrilha, de 15 anos, morreu na última sexta-feira (26), se entregou à polícia na manhã desta terça-feira (30). Ele foi preso, em caráter temporário, e prestou depoimento na 1ª Delegacia de Polícia Civil. Tiago (meio) diz que fugiu após ter sido agredido(Foto: Maressa Mendonça/ G1 MS) Testemunhas disseram que ele teria ficado irritado por ter recebido R$ 1 a menos que o combinado para levar o grupo de jovens a um baile funk e começou a dirigir em ziguezague. Também afirmaram que o motorista estaria embriagado. Segundo o advogado dele, Amilton Ferreira de Almeida, o suspeito confessou que dirigia o carro acima da velocidade permitida e admitiu ter furado o sinal vermelho antes de perder o controle da direção e bater o carro em um poste na Avenida Ernesto Geisel. “Ele não estava embriagado, nem estava fazendo zigue-zague. Ele também não parava nos semáforos, porque era madrugada, é perigoso”, argumentou o advogado. Além de Jéssica, cinco jovens entre 17 e 27 anos que também estavam no veículo ficaram feridos. Segundo a polícia, eles combinaram o pagamento de R$ 20 para que fossem levados do Bairro Taquarussu até um baile funk, no Bairro Santo Amaro. Na volta, o valor foi acertado em R$ 10. Porém, o grupo deu apenas R$ 9 ao condutor. Almeida informou ainda que seu cliente perdeu o controle da direção do veículo porque o pneu estourou. De acordo com o advogado, antes do acidente, ele parou em um borracharia, distante duas quadras do local, para encher o pneu. De acordo com a Polícia Civil, o borracheiro também será ouvido para confirmar as informações do suspeito. O delegado responsável pelo caso, Fábio Sampaio, disse que o depoimento do borracheiro não deve alterar a linha da investigação. “Todas as testemunhas disseram que ele estava embriagado”, afirmou. Almeida informou que não vai entrar com recurso em relação a prisão temporária do pedreiro, que pode ser prorrogada por no máximo dez dias. Sobre a fuga do local do acidente, o advogado informou que Souza foi agredido por um colega da adolescente que morreu, enquanto tentava socorrê-la e, por isso, decidiu ir embora. Ainda segundo Almeida, ele ficou isolado durante 24h, pois estava abalado. Após o acidente, Tiago fugiu a pé. Ele está preso na 1ª DP, mas sua prisão é temporária e válida por 5 dias. Com Informações do G1 |
| Motorista do ônibus 328 faz nova ameaça à ex: ‘Em 18 dias, verá do que sou capaz’ As ameaças de André Luiz da Silva Oliveira, de 33 anos, motorista do ônibus 328 que caiu de um viaduto na Avenida Brasil, são citadas no inquérito sobre o acidente. O delegado José Pedro da Costa, da 21ª DP (Bonsucesso), entrou em contato com a ex-companheira de André, Francilene Santos, de 40 anos, para obter o registro de ocorrência que ela fez contra ele na 37ª DP (Ilha), em 3 de março. O acidente, que matou oito pessoas e feriu dez, foi no dia 2 de abril. Foto: ReproduçãoSegundo a cabeleireira Francilene, que tem uma filha de dois anos com ele, André está morando no Parque União, na Maré. Ela contou que, após o acidente, as ameaças não pararam. — Na segunda-feira, ele apareceu aqui dizendo que vai ficar com nossa filha e não vai pagar a pensão — disse Francilene, que registrou nova ocorrência por ameaça na 37ª DP. |
| Motorista bate em moto e foge com perna da vítima em São Paulo Um motorista bateu na moto de um carteiro, arrancou a perna da vítima e fugiu com o membro preso ao para-choque do veículo na Brasilândia, na zona norte de São Paulo, no último sábado (20). Gedilson José da Silva, 40, chegou a ser socorrido, mas morreu no Hospital M’Boi Mirim (zona sul) na noite de domingo (21). Segundo familiares, o carteiro ia para o trabalho quando o motorista entrou na contramão e bateu na moto. A Polícia Civil disse que já identificou o motorista. OUTRO CASO No mês passado, um ciclista perdeu o braço ao ser atropelado por um carro na avenida Paulista (região central). David Santos Sousa, 21, admitiu à polícia que trafegava na contramão da ciclofaixa quando foi atingido pelo carro do universitário Alex Siwek. Uma testemunha, porém, afirmou que Siwek invadiu a ciclofaixa em alta velocidade. Ele fugiu sem prestar socorro e disse ter atirado o braço do ciclista em um rio, na zona sul. Em seguida, ele foi preso em flagrante após se entregar à polícia. David Santos, que perdeu um braço quando andava de bicicleta na avenida Paulista, São Paulo (Christian von Ameln/Folhapress)
Folha.com.br |
| Motorista cochila ao volante e destrói varanda de loja em Três Lagoas A varanda de uma loja foi destruída por um carro desgovernado, na madrugada deste sábado, na Rua João Dantas Filgueiras, Bairro Sant Rita, em Três Lagoas (MS). Com o impacto da colisão, parte da estrutura do imóvel caiuFoto: Pollyanna Eloy Segundo a Polícia Militar, um rapaz de 25 anos que conduzia o veículo Celta teria cochilado ao volante, perdendo o controle da direção. O carro atingiu o pilar da varanda. Com o impacto da colisão, parte da estrutura do imóvel caiu. A frente do carro ficou totalmente destruída . O motorista sofreu apenas um corte na mão, recusando atendimento médico. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac). Com informações do Minuto MS |
| Colisão entre caminhões da mesma empresa deixa motorista ferido na BR-163 Uma colisão envolvendo dois caminhões do frigorífico Riverboi Empreendimentos e Participações LTDA, deixou um motorista ferido por volta das 10h10 desta quinta-feira (18), no quilômetro 721 da BR-163, entre Coxim e Rio Verde. Foto Angela BezerraDe acordo com o motorista, Durvalino da Silva Filho, de 35 anos, que conduzia um caminhão cargo placas CBZ-9757 (Coxim-MS) da empresa Riverboi, o acidente aconteceu quando uma carreta freou bruscamente na rodovia obrigando todos os veículos que seguiam atrás frearem também. Quando o caminhoneiro parou, acabou sendo atingido pelo caminhão de seu companheiro de trabalho, Odair josé Gomes da Silva, de 33 anos, que seguia logo atrás. Silva conduzia um caminhão cargo, placas CLU-6845 (Coxim-MS) da mesma empresa. Com o impacto o motorista ficou preso nas ferragens e precisou ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros. Ele foi encaminhado para o Hospital Regional Álvaro Fontoura em Coxim, com escoriações na perna direita. O outro motorista envolvido saiu ileso do acidente. Ambos os caminhões seguiam vazios de Coxim para o município de Rio Verde de Mato Grosso-MS, onde fica localizado o frigorífico. A Polícia Rodoviária Federal esteve no local controlando o tráfego que ficou lento na rodovia. EDIÇÃO DE NOTÍCIAS |
| Motorista que atropelou e matou guarda municipal usava nome de morto O motorista, que está foragido, envolvido no acidente que provocou a morte do guarda municipal Cristiano Gomes Del Piccharia, de 27 anos, se chama Ramão Sartutino de Lacerda, de 57 anos. Acidente ocorreu na última quarta-feira Foto Luiz Alberto/midiamax.comNo momento do acidente que ocorreu na quarta-feira (10), no cruzamento da rua Dr. Werneck com a rua Júlio Verne, no bairro Dr. Abulquerque em Campo Grande, ele usava documento falso do cunhado, João Antônio Retamozo, de 52 anos, que desapareceu no Paraguai há 8 anos e foi dado como morto. O Uno (HTJ-4530) que Ramão conduzia seguia pela rua Júlio Verne e ele não respeitou a sinalização de Pare. O guarda municipal transitava na rua Dr. Werneck, em uma moto Honda Twister, sentido norte-sul, quando foi atingido. O carro chegou a passar por cima do guarda municipal e, entre o muro e um poste da calçada. O corpo do motociclista que morreu na hora, foi para a 20 metros do local. Cristiano se deslocava, até uma escola, onde pegaria o sobrinho no horário da saída. O delegado da 4ª Delegacia de Polícia Civil, Thiago Macedo dos Santos, disse que já ouviu nove pessoas sobre o caso, entre elas a mulher de Ramão e o dono do carro envolvido no acidente. No dia do acidente, Ramão havia emprestado o veículo para buscar a mulher no serviço. Ramão tem pelo menos três mandados de prisão por estelionato. Conforme a Polícia, ele havia feito um documento com a foto dele, mas os dados eram do cunhado. O motorista, que morava no Jardim Botafogo, vai responder por omissão de socorro e por homicídio doloso, quando há intenção de matar. A mulher do autor, disse que ele trabalhava de forma informal e que já mudou várias vezes de cidade. O delegado pede ajuda da população para localizar Ramão. Quem tiver informação dele pode ligar para os telefones (67) 3398-2500 / 3398-2501 / 3398-2502. |
| Quadrilha desmantelada vendia carteira de motorista para analfabetos Entre os presos da Operação Risco Duplo, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (9), estão três irmãos, residentes em Anastácio, a 134 km de Campo Grande. Um dos presos foi transportado de helicóptero, de Cuiabá para Campo Grande (Foto: Tatiane Queiroz/ G1MS)Segundo a PRF, o mais velho, de 48 anos, seria um dos líderes da quadrilha de falsificação de carteiras de habilitação e certificado de cursos de transporte. A Operação Nacional contra a Corrupção foi deflagrada pelo Ministério Público, em parceria com diversos órgãos, e deve cumprir mandados de prisão, de busca e apreensão, de bloqueio de bens e de afastamento das funções públicas em pelo menos 12 estados. O desvio de verbas públicas sob investigação ultrapassa R$ 1,1 bilhão. Todos os mandados de prisão foram cumpridos em Nioaque, Anastácio, Jateí e Sidrolândia, em Mato Grosso do Sul e em Cuiabá (MT). Os presos já foram levados para Campo Grande e o último a chegar, às 11h35 (horário de MS), veio de Cuiabá, de helicóptero. Todos estão na sede do Gaeco e serão interrogados. A prisão expedida pela 2ª Vara Criminal de Fátima do Sul é temporária, válida por cinco dias. Entre os sete presos, três são advogados e cinco são donos de centros de formação de condutores credenciados pelo Detran. Foram presos Ednaldo Francisco de Lima, de 43 anos, em Nioaque; os irmãos Elcilande Serafim de Souza, 46 anos, Elcimar Serafim de Souza, 37 anos, e Elcivar Serafim de Souza, 58 anos, em Anastácio; Gilmar Rabelo Ferreira, 40 anos, em Jateí; Adélio Paulino, de 63 anos, em Sidrolândia. É apontado como chefe da organização criminosa, o advogado Ivan Costa. Ele foi trazido de helicóptero para Campo Grande, onde vai ficar preso. As prisões são temporárias e os mandados foram expedidos pela Justiça de Fátima do Sul. O detido em Cuiabá seria o fornecedor dos ‘espelhos’, material usado para a confecção dos documentos. Segundo a PRF, a falsificação estava nos dados repassados pelos clientes. As CNHs valiam de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. Os certificados de Cursos de Transporte de Cargas Perigosas, Transporte de Passageiros e Coletivos custavam R$ 400, segundo o promotor Marcos Alex Oliveira, coordenador do Gaeco. Os outros detidos seriam aliciadores de clientes para o esquema. Participam 58 policiais rodoviários, dez PMs do Gaeco, com apoio de 26 viaturas e um helicóptero. Cédulas originais foram usadas para dados falsos de condutores (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)Os sete presos já foram ouvidos e os depoimentos deles indicam o envolvimento de funcionários do Detran. Para o Gaeco, “é impossível” que não haja participação de servidores públicos. Um dos presos declarou ainda que a maioria das CNHs foram vendidas a sitiantes analfabetos. Todos os presos serão indiciados por falsidade ideológica e uso de documento falso. Os condutores que compraram ‘autorizações’ serão identificados e terão os documentos recolhidos.
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