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Após ficar presa em catraca, mulher faz cirurgia e perde 37kg Após ficar presa em catraca, mulher faz cirurgia e perde 37kg

A estudante Carla Zurutuza, 30 anos, perdeu 37 kg após uma cirurgia bariátrica, que na segunda-feira (13) completou cinco meses, e passou a cuidar da alimentação e fazer exercícios para emagrecer mais. Ela criou coragem para enfrentar o procedimento cirúrgico depois de ficar ferida em um ônibus coletivo em Campo Grande ao ser obrigada pelo motorista a passar pela catraca e ‘entalar’ no equipamento por ser obesa.

Estudante diz que cirurgia bariátrica foi um investimento (Foto: Tatiane Queiroz/ G1 MS)

“Antes, eu não me preocupava em ser gorda. Quando vi que era uma limitação na minha vida e me prejudicava eu tive que tomar uma atitude”, disse.

Depois do incidente, Carla tentou evitar a possibilidade de operar, fez dieta, tomou remédios manipulados para perder peso, mas o resultado não foi o esperado. “Fui parar no hospital porque minha pressão caiu. O médico falou para eu não ficar com essas fórmulas e dietas malucas. Disse que se eu procurasse um médico [especialista] ou um nutricionista, iria emagrecer”.

Ela foi orientada pelos profissionais de que a cirurgia seria a melhor forma. Na época, ela pesava 153 kg. A estudante conta que recebeu críticas da família quando revelou o desejo em fazer a cirurgia. “Minha mãe não aceitava, tinha medo que eu passasse mal, morresse”, relata.

Ainda assim, decidida a mudar de vida, foi internada e entrou no centro cirúrgico para a intervenção no dia 13 de dezembro de 2012. A operação durou 2h30. Dois dias depois, começou a fazer exercícios com fisioterapeuta. “A cada hora eu tinha que caminhar pelos corredores, durante 10 minutos, para evitar trombose e ativar a circulação”, conta.

Carla teve, ainda, que ficar com um dreno por mais de uma semana. “Foi ruim para dormir, para tomar banho. Depois que tirei foi um alívio”.

Uma nutricionista elaborou uma dieta para a mulher. Nos 30 primeiros dias, tomava apenas líquidos. Depois, passou 25 dias comendo alimentos processados em liquidificador, peneirados e coados. “Senti falta de mastigar. Pedi para que fossem liberados alguns alimentos e deixaram comer gelatina e iogurte”, lembra.

Atualmente, a estudante consome 800 calorias por dia. Na hora do almoço, são duas colheres de arroz, uma de feijão e um pouco de carne. “Não consigo comer mais que isso porque passo mal”.

Com todo o esforço, ela já diminuiu 12 números do manequim, passando do 64 para o 52. “Agora é mais fácil encontrar roupas que sirvam”, diz.

A estudante conta que pretende começar a fazer exercícios físicos tão logo termine a faculdade. Ela explica que tem que conciliar estudo e estágio. “Fui temporariamente liberada [dos exercícios, pelo médico] por falta de tempo”.

Ela diz que está acostumada com os hábitos saudáveis, diz que ficou até mais comunicativa. “Quando perguntam por que estou emagrecendo, digo que operei. É outra vida”.

G1
Mulher com cisto gigante recebe alta e mostra resultado da cirurgia Mulher com cisto gigante recebe alta e mostra resultado da cirurgia

A jovem de 24 anos, moradora de Guarujá, no litoral de São Paulo, que estava há cerca de um ano com um cisto no ovário, já recebeu alta e se recupera em casa da cirurgia para a retirada da anomalia, que aconteceu na segunda-feira (13). Durante a operação, os médicos descobriram e retiraram um outro cisto, menor. O caso só começou a avançar quando foi publicado em uma rede social e várias pessoas se propuseram a ajudá-la. Por conta da doença, a barriga da paciente cresceu tanto que ela era constantemente confundida com uma mulher grávida.

Jovem mostra resultado da cirurgia que retirou cisto gigante (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)

Gislaine Barbosa da Silva teve alta do Hospital Santo Amaro na quarta-feira (15) à tarde e, agora, descansa em casa, no bairro Santa Cruz dos Navegantes. Ela mostra, orgulhosa, o resultado da operação. “Olha a diferença. É um alívio. Depois da cirurgia, quando passou o efeito da anestesia geral, a primeira coisa que fiz foi colocar a mão na barriga. Foi uma grande alegria. Mas eu tive muita dor também. Passei a segunda-feira toda deitada, só fui levantar no dia seguinte, ao meio-dia, para tomar banho. Agora já melhorou, estou tomando só dipirona para a dor. Também não posso fazer força por conta dos 14 pontos que levei”, relata.

A balconista diz que ficou surpresa quando os médicos contaram que descobriram um segundo cisto. “Quando eu acordei, eles me disseram que acharam um outro cisto, menor, no ovário direito. Eles aproveitaram e tiraram também. O ovário esquerdo precisou ser retirado, junto com o cisto gigante. O direito foi preservado”, explica.

Os cistos extraídos vão passar por biópsia para que se determine se eram malignos ou benignos. Gislaine ainda vai enfrentar uma série de exames nos próximos dias. “No dia 25 de maio eu retiro os pontos, depois devo ir a um ginecologista para ver como ficou tudo por dentro. Também vou passar por perícia médica, já que estou afastada do trabalho pelo INSS”, diz.

Depois de todo o sofrimento que passou, a jovem conta que só quer voltar a ter uma vida normal, mas com muito mais cuidados. “Não tenho nem palavras para descrever a minha felicidade. Quero me recuperar logo, voltar a trabalhar, sair com a minha filha, vestir as minhas roupas, andar de bicicleta, sem ninguém ficar me olhando com preconceito, achando que estou grávida. Nem estava mais com vontade de sair de casa, por vergonha, era horrível. Agora sou uma outra pessoa. Eu achava que nunca ia acontecer nada comigo, agora vou me cuidar o máximo que puder. O médico falou que em muitas mulheres o cisto volta, então tenho que ficar de olho. Saúde não é brincadeira”, conclui.

O caso
Gislaine Barbosa da Silva, de 24 anos, estava há cerca de um ano com um cisto no ovário esquerdo e não conseguia atendimento satisfatório na rede pública de saúde para solucionar o problema. A paciente alega que foi tratada com descaso por vários médicos que a atenderam durante esse tempo.

A jovem tem uma filha de dois anos. Ela conta que passou a desconfiar que havia algum problema em fevereiro de 2012, quando notou que a barriga começou a crescer, e não parou mais. Além das dores físicas, principalmente no abdômen e nas pernas, Gislaine também sofria com as brincadeiras e o fato de sempre a confundirem com uma mulher grávida.

Ela só fez a primeira consulta em novembro de 2012. Em seguida, passou por vários médicos, em Guarujá e em Santos, que a trataram com desdém, sem conseguir resolver seu problema. A situação só começou a melhorar quando sua prima, a auxiliar administrativa Flávia Cesar Amaral, postou uma foto dela em uma rede social na internet, na página ‘Viver em Santos’, juntamente com um texto explicativo. Várias pessoas se dispuseram a ajudar, inclusive médicos, até que conseguiu marcar a cirurgia para a retirada do cisto.

 

G1.com
Acidente entre Uno e carreta mata homem e deixa mulher em estado grave Acidente entre Uno e carreta mata homem e deixa mulher em estado grave

Fernando José de Arruda de 72 anos, morreu em acidente envolvendo um Fiat Uno de Campo Grande, placa NRP-9867 e duas carretas, por volta das 13h10 desta quarta-feira (15), na BR-163, a cerca de 15 quilômetros de São Gabriel do Oeste (distante 136 quilômetros da Capital).

Foto: do Idest, JWC

Ele é passageiro carro conduzido por Elida Ferreira Fernandes, de 63 anos, que seguia sentido São Gabriel à Campo Grande.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros, Elida ficou gravemente ferida, foi atendida pela equipe de socorristas do Hospital Municipal de São Gabriel do Oeste e transferida para Campo Grande.

Segundo relatos, Elida tentava ultrapassar uma carreta Scania, placa HRO-8610 de Maracaju, conduzida por Aparecido Pereira dos Santos, e não conseguiu, batendo na roda dianteira da carreta, perdeu o controle, invadiu pista contrária e foi atingido pela Volvo, placa BWZ-6141, de Pirapozinho (SP), conduzida por Gentil Piai, de 60 anos.

Foto: do Idest, JWC

Santos contou que tinha um caminhão boiadeiro em sua frente, e só viu quando o Uno bateu na roda de sua carreta, e invadiu a pista contrária. Piai disse que não teve tempo de fazer nada, ainda tentou frear a carreta, mas acabou atingido pelo Uno.

Foto: do Idest, JWC

O Uno parou fora da pista. O corpo de Fernando ficou preso nas ferragens e aguarda a equipe da pericia chegar.

Equipe da Policia Rodoviária Federal está preservando o local e controlando o trânsito.

Peritos de Coxim, que vão averiguar as causas do acidente também são aguardados no local.

Com Informações Idest
Mulher com mais de dez passagens é agredida pelo namorado a paulada em Sonora Mulher com mais de dez passagens é agredida pelo namorado a paulada em Sonora

Uma mulher de 26 anos acionou a Polícia Militar após ser agredida pelo seu namorado em um bar localizado na rua do engenho no Centro de Sonora.

A jovem contou aos policiais que estava no bar tomando uma “cervejinha” com seus amigos homossexuais quando seu namorado chegou e lhe deu uma paulada nas costas, em seguida pegou uma faca e ameaçou de morte.

Quando os policiais chegaram ao local o casal já estava com os ânimos controlados, o suposto autor não estava mais de posse da arma branca, que não foi localizada. A jovem foi conduzida para o Hospital Municipal para atendimento médico.

O autor e a madeira utilizada na agressão foram encaminhados para a Delegacia de Polícia de Sonora, durante consulta realizada no SIGO (Sistema Integrado de Gestão Operacional) a mulher vítima na ocorrência tem mais de dez passagens pela polícia, entre elas uma por tentativa de homicídio em agosto de 2012 em Corumbá, onde a mesma esfaqueou duas mulheres durante uma briga.

EDIÇÃO DE NOTÍCIAS
Três índios são presos acusados de decapitar mulher Três índios são presos acusados de decapitar mulher

Três indígenas, dois homens e uma mulher, foram presos em ação conjunta entre a polícia e as lideranças da reserva indígena, suspeitas de serem os executores de uma mulher, também indígena, na Aldeia Amambai, no município de Amambai. A polícia suspeita que a mulher assassinada seja moradora de uma aldeia de Dourados.

A vítima, de aproximadamente 22 anos, teve a cabeça arrancada do corpo e também apresentava vários ferimentos. O corpo foi encontrado na manhã de sábado (11), às margens da Rodovia MS-386, que liga Amambai a Ponta Porã, no trecho que corta a reserva indígena.

Segundo a Polícia Civil, dos três retidos, dois são menores de idade. Eles tiveram o auto de apreensão em flagrante lavrado pelo crime de homicídio doloso e foram passados aos cuidados do Ministério Público da Infância e da Juventude da Comarca de Amambai.

O maior também foi preso em flagrante pelo crime e encaminhado ao EPAM (Estabelecimento Penal de Amambai), onde permanece preso à disposição da Justiça.

Crimes violentos praticados por índios, na maioria das vezes contra índios, estão cada vez mais comuns na região.

‘Ela está arrependida’, afirma marido de mulher que agrediu cão no RS ‘Ela está arrependida’, afirma marido de mulher que agrediu cão no RS

Ao levar a esposa para prestar depoimento à polícia nesta terça-feira (14), o marido da mulher que foi filmada agredindo um filhote de poodle na última sexta (10) disse que a família está arrependida pelo fato e preocupada com a exposição do filho na imprensa. O homem de 46 anos, que pediu para não ser identificado, revelou que não pretende se mudar do condomínio onde o vídeo foi registrado.

Ele afirma que a família vai continuar vivendo normalmente, mesmo assustada com as ameaças sofridas desde que o vídeo foi publicado.

O filhote de poodle batizado de Rossi passa
bem após agressão (Foto: Fernando Lopes/G1)

“Fiquei muito bravo com ela. O país inteiro ficou. Mas nós frequentamos a igreja, somos evangélicos, nunca passamos por isso. Houve muita exposição dos meus filhos. Ela vai assumir, já está arrependida”, declara o marido. “Creio que a denúncia deveria ser feita mesmo e ficar com a Justiça. Eu não cometi crime algum, vamos continuar vivendo normalmente, não temos por que nos mudar. Foi um fato isolado”, diz.

Ele diz ainda que sua mulher passará por exames para comprovar que não usa drogas. “É difícil. Vamos procurar assistência psicológica e ela vai fazer exames para provar que não usa mais drogas”, explica.

Mulher presta depoimento
A antiga dona do filhote se apresentou à polícia nesta terça para prestar depoimento. Ela chegou acompanhada dos filhos e do marido pouco depois das 9h à sede da Delegacia de Polícia para Crianças e Adolescentes (Deca) e está sendo ouvida pelo delegado Andrei Luiz Vivan.

A mulher estava sendo procurada pela Polícia Civil desde a segunda-feira (13), mas não havia sido encontrada. Segundo o delegado, o caso é investigado inicialmente pelo Deca pois também existem suspeitas que ela praticava agressões contra os filhos. No decorrer da investigação, o delegado Leandro Cantarelli Lisadro, da Delegacia para Criança e Adolescente Vítima (DPCAV), assumirá o caso.

As imagens gravadas por um estudante mostram a mulher e o filho agredindo o animal, um filhote da raça poodle, em um condomínio na Zona Norte da capital gaúcha. O animal desmaiou e foi resgatado na última sexta-feira (10) pelo subsíndico do condomínio, Bruno Campelo. O cão foi levado por ele e pelo síndico até uma clínica, onde passou por exames e foi medicado. No domingo, ele já estava bebendo água e se alimentando sozinho.

Em determinado momento do vídeo, a mulher que agrediu o filhote diz a um de seus filhos: “Todos os cachorros, todos os bichos que tu vês na rua a gente não trata bem. A gente vai e bate”.

Adotado pelo homem que o resgatou, o filhote Rossi recebeu a primeira vacina nesta terça-feira (14). Recuperado, ele já corre normalmente e brinca com a filha do novo dono, Bruno Campelo.

“Ele está começando a viver uma nova vida”, afirmou Bruno, em visita à RBS TV nesta terça. Rossi ficou em uma clínica veterinária durante um dia e meio, quando a veterinária o liberou para ir para casa. No apartamento novo, o filhote se alimenta com ração específica e brinca com os moradores. “Ele ficou meio tímido no início, depois começou a se soltar. Tenho uma filha de 1 ano e 3 meses, a Bruna. Ela brinca muito com ele, tem hora que ele exagera na mordida e ela sai correndo, mas volta a brincar, faz um carinho”, conta.

 

G1.com
Mulher morre atropelada em Anhanduí e caminhoneiro foge sem prestar socorro Mulher morre atropelada em Anhanduí e caminhoneiro foge sem prestar socorro

Uma mulher de 31 anos morreu atropelada nesta segunda-feira (13) em Anhanduí, distrito de Campo Grande.

Segundo informações do delegado de Polícia Civil Ivahyr Campos, que foi ao local do acidente, a vítima,Edilaine Aparecida Benites Camilo, foi atingida às 5h15 e morreu antes da chegada das equipes de socorro.

Testemunhas disseram que a moradora da região foi atropelada por um caminhão com cabine vermelha e baú prateado.

O motorista fugiu sem prestar socorro e ainda não foi localizado. Uma equipe de peritos faz a análise do local do acidente para determinar as circunstâncias.

A pista chegou a ser interditada para realização da perícia, mas o trânsito já está fluindo normalmente.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) está no local. Até o momento não há informações sobre o motorista do caminhão.
O caso será investigado pela 5ª Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga.

Mulher que deu à luz aos 61 anos comemora primeiro Dia das Mães Mulher que deu à luz aos 61 anos comemora primeiro Dia das Mães

Ela esperou 20 anos para realizar o sonho da maioria das mulheres: o de ser mãe. Em meio à diversas críticas e polêmicas, Antônia Letíca Asti não se arrependeu de ter engravidado com mais de 60 anos de idade. Em outubro do ano passado, ela deu à luz um casal de gêmeos. Para ela, os bebês Sofia e Roberto, agora com seis meses de vida, são o maior presente que já recebeu. Neste Dia das Mães, Antônia tem vários motivos para comemorar.

Roberto e Sofia completarão sete meses neste mês (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)

A rotina na casa da família Asti é corrida como a de qualquer residência com crianças. Para isso, Antônia toma vitaminas para ter mais energia, mas garante que não se sente mais uma mãe de primeira viagem. “Era tudo que eu queria, trocar fralda, dar banho. Não me sinto mais mãe de primeira viagem. Minha alegria é muito grande. Isso vale mais que ouro. Filho é tudo na vida. É difícil acreditar com a minha idade. Isso é um sonho”, afirma Antônia.

Aos 61 anos, Antônia comemora primeiro
Dia das Mães (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)

Quando o pai das crianças sai para trabalhar, a mãe cuida sozinha dos dois bebês. Ela brinca que chama atenção quando sai para passear com os filhos. Muitos reconhecem a família, que ficou conhecida até na imprensa internacional. As pessoas chegam a parar para desejar felicidades e dar parabéns pela coragem de encarar a sociedade e engravidar com idade mais avançada. “Continuo com a mesma disposição. É muito gostoso. Eu não me sinto cansada. Ser mãe é tudo de bom”, conta.

Neste Dia das Mães, Antônia tem um motivo duplo para comemorar. Roberto e Sofia nasceram prematuros e ficaram internados por mais de dois meses antes de receberem alta do hospital. Hoje, eles estão cheios de saúde. O menino pesa 5,680 kg e a menina 5,5 kg. “Agora eu vou ser mãe de verdade. No dia das mães minhas sobrinhas sempre me ligavam para desejar felicidades. Eu ficava um pouco sentida. Ano que vem eles já vão me desejar feliz dia das mães. Eu ainda imaginava que ouviria isso. Minha intuição falava que eu ainda ia ser mãe”, diz Antônia.

Antônia comenta que passa 24 horas por dia ligada nas crianças. Ela já reconhece cada choro e cada risada. Apesar da correria, ela se diz muito realizada. “Parece um sonho, mas é um sonho real. Estou muito feliz. Sonhei muito com isso. Dia das mães é um dia inesquecível para mim. Agora sou mãe de verdade. Tenho dois bebezinhos, uma felicidade que não tem preço. Lembro de quanto esperei por essa data”, afirma.

Opinião

Nesta semana, o Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as regras sobre reprodução assistida. A partir de então de agora, mulheres com mais de 50 anos de idade não podem mais fazer inseminação artificial. O medico Orlando de Castro Neto, responsável pelo procedimento de inseminação artificial de Antônia, acredita que o caso dela tenha sido o último com idade mais avançada.

Antônia passeia na orla com os gêmeos
(Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)

Para Antônia Letícia, a nova recomendação é discriminatória. “Fico hiper contente de ter conseguido (engravidar) antes dessa nova regra, mas deveriam estudar caso a caso. Passei por avaliação cardiológica, vascular, não tenho problema nenhum. É uma discriminação total. Quer dizer que uma pessoa com 60 anos não pode fazer nada na vida? Tem gente com 40 anos com mais problemas. Fiquei muito triste. Está tirando a chance de outras mães realizarem esse sonho”, comenta.

G1
Mulher é encontrada com vida 17 dias após desabamento em Bangladesh Mulher é encontrada com vida 17 dias após desabamento em Bangladesh

Funcionários que trabalham no resgate de vítimas do desabamento que deixou mais de mil mortos em Bangladesh disseram ter encontrado uma mulher viva, 17 dias depois do incidente, nesta sexta-feira (10). Oficiais do Exército ordenaram a parada de escavadeiras e guindastes enquanto tentavam retirar a mulher dos escombros. Segundo a agência France Presse, a operação de salvamento foi exibida ao vivo pela televisão local.

Equipes de resgate usaram uma serra manual e equipamentos de solda e de perfuração para tentar eliminar a barra de ferro e os detritos que a prendiam. Eles pediram um cilindro pequeno de oxigênio para ser levado até ela.

A mulher, identificada pela mídia de Bangladesh apenas como Reshma, foi mostrada em uma maca e sendo carregada a uma ambulância, recebendo uma máscara de oxigênio.

Segundo a agência Associated Press, centenas de pessoas que trabalhavam na remoção de corpos no local do acidente levantaram suas mãos para orar a Allah (Deus dos muçulmanos) pela descoberta da sobrevivente. Um homem disse em um alto-falante: “Allah, você é o melhor, você pode fazer qualquer coisa. Por favor, permita-nos resgatar a sobrevivente encontrada.”

Mohammad Rubel Rana, um trabalhador que cortava barras de ferro, disse que alertou as equipes de resgate depois de ouvir uma voz. “Eu ouvi uma voz fraca dizendo: ‘salva-me, salva-me’”, Rana disse à Reuters TV. “Ela recebeu água, biscoitos e oxigênio”.

Mulher é resgatada com vida 17 dias após prédio desabar em Bangladesh (Foto: AP)

Trabalhadores limpam os escombros desde o colapso do edifício onde funcionava uma fábrica têxtil, em 24 de abril. Mais de 2.500 pessoas foram resgatadas no local do desastre. No entanto, não houve sobreviventes encontrados nos destroços desde 28 de abril.

O número de mortos no desastre subiu nesta sexta-feira, com as autoridades confirmando 1.038 pessoas mortas.

Ela foi identificada pela mídia local como Reshma (Foto: AFP)

ondições de trabalho
O desastre tem questionado as condições de trabalho muitas vezes mortais na indústria do vestuário de Bangladesh, que fornece roupas para grandes varejistas em todo o mundo.

O setor têxtil é fundamental para a economia do país, gerando US$ 29 bilhões de receita ao ano. Em 2012, correspondeu a 80% das exportações do país. Os baixos salários e a abundante mão de obra tornam o segundo maior produtor de roupas do mundo, atrás apenas da China.

Há anos, as ONGs denunciam as péssimas condições de trabalho e as normas de segurança dessa indústria no país. Os incêndios costumam ser frequentes nas cerca de 4.500 confecções de Bangladesh. Em novembro de 2012, pelo menos 111 pessoas morreram em um incêndio em uma empresa têxtil.

Na quarta-feira, o governo de Bangladesh anunciou o fechamento de 18 fábricas têxteis em Dacca e Chittagong, a segunda cidade do país, depois de se comprometer com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) a tomar medidas imediatas para reforçar a segurança nas fábricas.

Também na quarta-feira, um grupo de especialistas da ONU pediu às grandes marcas internacionais do setor que não deixem Bangladesh, e sim que cooperem com o governo, com as organizações internacionais e com a sociedade civil para melhorar as condições trabalhistas.

 

G1.com

 

 

Mulher estuprada em ônibus no Rio de Janeiro é de Mato Grosso do Sul Mulher estuprada em ônibus no Rio de Janeiro é de Mato Grosso do Sul

A mulher estuprada dentro de um ônibus no Rio de Janeiro, é de Mato Grosso do Sul e estava na capital carioca para prestar um concurso público. Ela estava hospedada na casa de uma amiga e, no dia do crime, pegou o coletivo para ir ao centro da cidade resolver problemas pessoais.

Jovem relatou momentos de terror em entrevista Foto: Reprodução Rede Globo

A vítima, de 30 anos, recebeu um coquetel anti-HIV e passou por exame de corpo de delito. Ela deve passar por atendimento psicológico quando retornar à cidade onde mora, que não será divulgada, segundo a Polícia Civil, por motivo de preservação da imagem.

O ataque aconteceu na sexta-feira passada (4). Por volta das 15h30, o bandido entrou no coletivo, sacou uma arma da mochila que carregava e anunciou um assalto. O motorista foi obrigado a continuar dirigindo, enquanto um dos passageiros recebeu a missão de recolher dinheiro, relógios e celulares dos demais.

O veículo, que fazia a linha 369 (Bangu-Largo da Carioca), tinha cerca de dez ocupantes. Todos foram levados para o fundo do ônibus – exceto a vítima. “Ele pegou na minha mão e me levou para um banco perto do motorista, me abraçou e colocou a arma nas minhas costelas. Depois, bateu com a arma na minha cabeça”, contou em entrevista na segunda-feira (6) ao RJTV, jornal local da TV Globo. “Aí, deitou em cima de mim e começou a puxar o meu cabelo. Colocou a arma na minha cabeça e na minha boca”, recordou.

Cerca de uma hora depois, o criminoso saltou do veículo, e todos seguiram para a delegacia. Traumatizada, a mulher violentada não tem mais coragem de andar de ônibus na cidade. “Estou muito chocada com tudo”, disse, acrescentando que sua maior preocupação é a filha, que por ser mulher pode estar sujeita a passar pelo mesmo. “É por isso que estou aqui hoje (dando a entrevista), para que isso não aconteça mais.”

Após o ocorrido, o suspeito desembarcou e fugiu. Ele foi detido poucas horas depois de a polícia civil divulgar imagens da câmera do ônibus que registraram a ação do adolescente.

Ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, onde deverá ser internado em uma casa de recuperação para menores.

Com Informações do TERRA

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