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PF desarticula quadrilha de tráfico de pessoas que usava Corumbá como rota de entrada PF desarticula quadrilha de tráfico de pessoas que usava Corumbá como rota de entrada

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (15) a Operação Liberdade, com o objetivo de desarticular uma quadrilha de tráfico internacional que trazia pessoas de Bangladesh, país asiático localizado no Oceano Índico, quase todo cercado pelo território indiano para trabalhar em situação de escravidão no Distrito Federal. Uma das portas de entrada das vítimas, que entravam no Brasil ilegalmente, era Corumbá (MS).

Segundo a investigação da PF, a quadrilha aliciava trabalhadores em Bangladesh com promessas de salário falsas. Eles também cobravam pela imigração ilegal. Além de entrarem no País via Bolívia (Corumbá), também entravam por Guiana Inglesa (Boa Vista-RR) e Peru/Bolívia(Assis Brasil-AC).

No dia 23 de fevereiro deste ano, o jornal Correio do Estado publicou que 10 imigrantes de Bangladesh haviam sido barrados no dia anterior pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), quando tentavam ingressar no Brasil. Eles viajavam em um ônibus de transporte rodoviário, que ligava as cidades de Corumbá e Brasília (DF).

PF faz apreensão recorde de meia tonelada de cocaína PF faz apreensão recorde de meia tonelada de cocaína

A Polícia Federal (PF) apreendeu meia tonelada de cocaína, ontem (12), que era transportada em um caminhão de mudanças na Rodovia Presidente Dutra, em São Paulo. Duas pessoas foram presas e duas fugiram após dispararem contra os agentes federais. É a maior apreensão realizada em 2013 pela PF na Grande São Paulo.

A cocaína tem origem na Bolívia, que faz fronteira com o MS (Foto : divulgação/PF)

A PF anunciou que, em outros dois flagrantes, no sábado, 11, quase uma tonelada de drogas foi apreendida e outras três pessoas, presas. O balanço final das operações mostra que foram tirados de circulação 900 quilos de cocaína e 500 quilos de maconha.

Na manhã de ontem, a PF cercou o caminhão carregado de cocaína, placas de Campinas, que estava estacionado num local de parada de veículos e abastecimento na Dutra.

Após a identificação do alvo, os federais o seguiram até Guaianazes, na zona Leste da Capital, onde outros três homens aguardavam o motorista.

Tiroteio

Após a abordagem policial, o motorista e um dos traficantes conseguiram fugir. A PF informou que os suspeitos atiraram contra os agentes. Ninguém ficou ferido. No caminhão, diversos pacotes com a droga foram localizados em meio a uma mobília.

Após análise e pesagem das embalagens, a PF constatou a apreensão de 517 quilos de cocaína. Foram apreendidos o caminhão, um veículo de passeio, um furgão e uma moto, dinheiro e cheques.

A polícia acredita que a droga apreendida tem origem na Bolívia e pode ter passado pelo Mato Grosso do Sul, já que o Estado faz fronteira com o país vizinho. No final de semana, o DOF apreendeu 10 toneladas de maconha.

DOURADOS AGORA

 

 

Ex-diretor do HU em MS, investigado pela PF, é exonerado do cargo Ex-diretor do HU em MS, investigado pela PF, é exonerado do cargo

Foi publicada nesta segunda-feira (6), no Diário Oficial da União, a exoneração de José Carlos Dorsa Vieira Pontes, ex-diretor do Hospital Universitário de Mato Grosso do Sul. Ele estava afastado do cargo desde o dia 19 de março, época em que a Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), desencadeou a operação Sangue Frio, que investiga a suspeita de crimes de fraude em licitações em obras, formação de quadrilha, corrupção passiva e peculato. Ele é um dos investigados.

Ivestigado pela PF, José Carlos Dorsa estava afastado do cargo.

À época, o afastamento foi determinado pela Justiça pelo prazo de 60 dias. Agora, a exoneração, conforme a publicação em diário oficial, foi a pedido e é assinada pela reitora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Célia Maria Silva Correa Oliveira.

A exoneração ocorre um dia depois da reportagem exibida pelo Fantástico, que dá detalhes da operação Sangue Frio, como sessões de quimioterapia em pacientes que já tinham morrido. Além do HU, que era dirigido por Dorsa, as ações também atingiram o Hospital do Câncer do estado e seu ex-diretor, Adalberto Siufi.

As investigações, que ainda não foram concluídas, começaram em 2012 com o objetivo de apurar o fato do serviço médico de radioterapia estar há algum tempo sendo prestado a pacientes do SUS apenas pelo setor privado. A apuração contou com elementos colhidos pelo Ministério Público Federal em inquérito da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, que apurou o processo de reativação e normalização dos serviços de oncologia e radioterapia de hospital público.

A PF afirma, durante as investigações, que se trata de um “conluio entre Adalberto Siufi e José Carlos Dorsa para manter desativada a radioterapia do Hospital Universitário para que os pacientes fossem encaminhados ao hospital do câncer e de lá para a clínica”, do próprio Adalberto.

Divisão

Imagens do circuito interno de segurança de uma agência bancária em Campo Grande, gravadas no dia 10 de agosto de 2012, mostram o atendente de um banco entregando vários maços de dinheiro a um homem, que em seguida repassa a Antônio Carlos Canteiro Dorsa, conhecido como Cacaio. Ele é primo e assessor de José Carlos Dorsa Vieira Pontes. Para a polícia, Cacaio recebia propina de fornecedores e dividia com Dorsa.

Segundo as investigações, Cacaio também era funcionário de uma empresa que prestava serviços ao hospital, e duas operações foram feitas no atendimento registrado pelas câmeras. Um saque de R$ 48 mil e um depósito de R$ 4 mil na conta de Cacaio. De acordo com a Polícia Federal, era em operações como essa que Cacaio recebia propina.

G1
PF apreende carreta “recheada” com 309 quilos de cocaína e munições de fuzil PF apreende carreta “recheada” com 309 quilos de cocaína e munições de fuzil

Uma carreta, com placas de Mato Grosso, com o assoalho “recheado” de cocaína foi apreendida pela Polícia Federal de Corumbá na noite da quarta-feira, 1º de maio. O veículo estava numa garagem na rua Porto Carrero em Corumbá.

Carregamento de droga que estava escondido no assoalho de carreta Foto Divulgação PF

Acusado de tráfico internacional de drogas, o motorista, de 27 anos, foi preso em flagrante e pode pegar até 15 anos de prisão, se condenado judicialmente,, além de 06 a 12 anos por tráfico internacional de munição de uso restrito. Foram apreendidos 309 quilos e 100 gramas de cocaína com alto teor de pureza que seriam entregues no estado de São Paulo.

O delegado chefe da Polícia Federal local, Alexandre do Nascimento, explicou como foi a operação para realizar a maior apreensão de drogas deste ano na cidade. “As equipes desta delegacia já vinham investigando empresas transportadoras e alguns tipos de caminhões e carretas e suspeitaram de um caminhão Scania que havia chegado à cidade com o cavalo mecânico desacoplado da cabine. Os policiais acompanharam a movimentação do motorista e fizeram a abordagem”, contou o delegado.

Carreta foi preparada na Bolívia e droga seria entregue no estado de São Paulo Fotos: Anderson Gallo/Diário Online

De acordo com o delegado chefe, os agentes federais perceberam que a história contada pelo motorista – que é brasileiro e não teve a identidade informada pela PF – não se sustentava, foi acionada a Força Nacional para auxiliar na investigação usando os cães farejadores da corporação, que indicaram a presença do entorpecente. Os policiais federais ainda encontraram na carreta cinco caixas com munições de fuzil, arma de uso restrito. Segundo o delegado, cada caixa contém cerca de 100 munições de grosso calibre.

“O motorista disse que foi contratado para levar o caminhão até São Paulo e que sabia que tinha droga. As investigações continuam para tentar descobrir os verdadeiros donos da carga”, informou o delegado Alexandre. A carreta tinha sido preparada na Bolívia, de onde saiu com destino a São Paulo. Para retirar o carregamento, a PF precisou do apoio do Corpo de Bombeiros e de serralheiros.

DIÁRIO ONLINE
Em grampo da PF, Vander pede ajuda a pivô da “Máfia do Asfalto” Em grampo da PF, Vander pede ajuda a pivô da “Máfia do Asfalto”

Vê se você resolve, eu tô no desespero”, disse o deputado Vander Loubet (PT-MS) em telefonema ao empreiteiro Olívio Scamatti, preso pela Operação Fratelli, da Polícia Federal e do Ministério Público, sob acusação de chefiar organização criminosa que fraudou licitações em 78 municípios do interior de São Paulo com recursos de emendas parlamentares. A frequência e o conteúdo das conversas fazem com que a PF e a Procuradoria avaliem que, dos detentores de foro privilegiado citados na investigação, o caso de Loubet é o mais grave.

Vander pede ajuda “desesperada” a empreiteiro

Para os investigadores, o apelo de Loubet mostra o poderio de seu interlocutor. Embora use linguagem cifrada e evite nomes, o petista diz na ligação ao controlador do Grupo Demop – principal beneficiário do esquema de corrupção que se espalhou pela região noroeste do Estado – que vai se encontrar com “o governador daquele Estado”.

O contato entre o deputado e Scamatti foi interceptado pela PF no dia 12 de março, às 12h51. “(o governador) Chega hoje à noite e tá querendo conversar amanhã de manhã com nós, se você puder vir e, mais do que isso, o nosso amigo lá do Rio vai vir aqui também, vai almoçar comigo e se você estiver aqui pra tentar matar aquele negócio, que eu tô precisando resolver com ele aquilo, sabe, o diretor lá. Eu queria dar uma prensa naquele negócio lá, sabe?”

Parlamentares. Loubet é um dos deputados federais do PT e do PSDB citados na investigação que desarticulou a “Máfia do Asfalto”, instalada em gestões municipais. São apontados Cândido Vaccarezza e José Mentor, ambos petistas por São Paulo, e Edson Aparecido (PSDB), atual secretário-chefe da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Ao fazer o apelo “desesperado” a Scamatti, o petista Loubet diz: “Eu sei a situação, eu não sou de ligar, mas eu tô desesperado, rapaz, sabe o negócio lá… já venho empurrando, empurrando”. O empreiteiro responde secamente: “Pode deixar”.

Em ligação de 19 de fevereiro, às 12h17, o deputado e Scamatti falam sobre “liberação do transporte de asfalto”. O petista diz que “vai estar amanhã com o “cara”" e pergunta ao dono da Demop se “tem alguma coisa que ele (Scamatti) queira que veja com “ele”". Cauteloso, Loubet não cita nomes. O empreiteiro responde que “precisa ver aquele negócio do processo lá que não anda, está travado com o pessoal dele”. O petista diz “pra deixar que vai dar uma chorada pra ele amanhã”.

Por meio de sua assessoria, o deputado disse que “é complicado se manifestar sem ter acesso à integra dos autos da investigação”. Ele admitiu que conhece o empreiteiro, mas afirmou que “não tem nenhum tipo de relação política ou comercial com ele”. Vander Loubet lembrou que Scamatti é de São Paulo e ele, de Mato Grosso do Sul. “Não recebi doação do grupo empresarial Scamatti.”

Estadão (FAUSTO MACEDO, FERNANDO GALLO)
Cão farejador da PF encontra 100 kg de cocaína em peça cilíndrica de carreta Cão farejador da PF encontra 100 kg de cocaína em peça cilíndrica de carreta

A polícia federal de Mato Grosso do Sul fez mais uma grande apreensão de drogas. Desta vez oram 100 quilos de cocaína. A apreensão ocorreu por volta das 16 horas de ontem, na rodovia MS-060, que liga Sidrolândia a Campo Grande.

Tabletes foram encontrados no ‘bujão de ar’ da carreta (Foto: Divulgação/PF)

A PF interceptou por volta das 16 horas de ontem (23) uma carreta dirigida por um motorista residente na cidade de Ponta Porã e, durante a vistoria, encontrou um fundo falso na carroceria do veículo. Indagado, o motorista afirmou que utilizava o compartimento para contrabandear aparelhos celulares do Paraguai para o Brasil, mas que nessa ocasião não estava transportando nada de ilícito. Disse ainda já ter sido preso em 2011 por contrabando de cigarros.

A PF interceptou a carreta na BR-060, entre Campo Grande e Sidrolândia. Os policiais desconfiaram do condutor porque o caminhão estava vazio.

Oos policiais resolveram levar a carreta para sede da PF em Campo Grande, onde após minuciosa busca, inclusive com auxílio de cão farejador, encontraram 100 tabletes contendo cocaína ocultados numa peça cilíndrica – “bujão de ar” – da carreta.

Droga foi encontrada com auxílio de cão farejador (Foto: Divulgação/PF)

Durante o depoimento, o motorista disse ter sido contratado por uma pessoa em Ponta Porã, fronteira com o Paraguai, para transportar a droga até a cidade de Cuiabá, capital do Mato Grosso, onde entregaria a uma pessoa que faria contato com o mesmo em um posto de combustível na entrada da cidade.

Entretanto, o motorista não informou dados sobre o contratante e do destinatário que pudessem ajudar a polícia na identificação.

No entanto, a PF desconfia dessa versão porque, praticamente, não há tráfico de grande quantidade de cocaína para o Mato Grosso.

O quilo de cocaína custa em torno de R$ 3 mil na Bolívia. Em CAmpo Grande, o produto é batizado com 20% e passa a custar cerca de R$ 5 mil. Em São Paulo, onde o índice de pureza já cai para 50%, o quilo varia de R$ 8 mil a R$ 9 mil.

Na Europa, onde o índice de pureza chega a 30%, o quilo custa em torno de R$ 16 mil a R$ 20 mil.

O motorista foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, podendo ser condenado até 15 anos de prisão.

PF apreende 12,5 Kg de cocaína escondida em rolos de barbante PF apreende 12,5 Kg de cocaína escondida em rolos de barbante

A Polícia Federal apreendeu apreendeu cocaína em rolos de barbante. O fato ocorreu em fiscalização na BR-262, no local conhecido como Buraco das Piranhas, em Corumbá.

Droga estava escondida em meio a rolos de barbantes
Foto: Divulgação PF

De acordo com a PF, os policiais faziam fiscalizações de rotina dentro de um ônibus de viagem que saía de Corumbá e iria até Campo Grande. e encontram a droga no interior de um ônibus. Os 12,5 quilos de cocaína estavam acondicionados em rolos de barbantes.

O dono da mercadoria não foi identificado pela polícia.

A ação da polícia faz parte da Operação Sentinela, que é uma fiscalização intensiva e permanente na região de Corumbá, que conta com esforço conjunto da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança no combate ao crime organizado na faixa de fronteira.

PF apreende 405 kg de maconha em carreta carregada de soja em Naviraí PF apreende 405 kg de maconha em carreta carregada de soja em Naviraí

A Polícia Federal de Naviraí e policiais federais de Campo Grande apreenderam 405 kg de maconha, transportada em um fundo falso de uma carreta com placas de Altonia/PR, que estava carregada com 39 toneladas de grãos de soja.

A droga foi encontrada em um fundo falso no assoalho da carroceria da carreta Foto Umberto-Zum

Os policiais federais viram a carreta com atitude suspeita que trafegava pela cidade de Iguatemi, e começaram o monitoramento até a cidade de Eldorado, onde fizeram a abordagem.

O motorista da carreta, um homem de 29 anos, morador na cidade de Altonia/PR, entrou em contradições ao responder as perguntas dos policiais, o que chamou a atenção de que haveria algo de errado sendo transportado.

Os policiais encaminharam a carreta para a Delegacia de Policia Federal de Naviraí, onde após ser descarregada a carga de soja, foi encontrado um fundo falso no assoalho da carroceria, vários tabletes de maconha, que após pesados totalizaram 405 kg da droga.

Segundo informações, a carga de soja seria entregue no Porto de Paranaguá/PR, porém o motorista da carreta disse que não sabia da existência da droga. O motorsita foi preso em flagrante, e responderá pelo crime de tráfico de droga.

Ta Na Mídia Naviraí
Justiça afasta diretor-geral do Hospital Universitário durante Operação da PF Justiça afasta diretor-geral do Hospital Universitário durante Operação da PF

A Justiça Federal afastou do cargo por 60 dias o diretor geral do HU (Hospital Universitário) de Campo Grande, José Carlos Dorsa Veira Pontes. Ontem, o hospital foi alvo da operação Sangue Frio, que investiga denúncias de contratos suspeitos, superfaturamento, corrupção e formação de quadrilha.

José Carlos Dorsa Foto Divulgação

Hoje, a portaria 264 – assinada pela reitora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Célia Maria Correa Oliveira – oficializou o afastamento por força de decisão judicial. A mesma ordem levou ao afastamento, também por 60 dias, de Alceu Edison Torres. Ele é gestor de contrato com os terceirizados.

Segundo o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Edgar Marcon, a investigação detectou desvio de recursos do SUS que somam, inicialmente, R$ 3 milhões em reformas no HU.

SANGUE FRIO

Conforme o superintendente, na investigação, que teve início há um ano, além do desvio de dinheiro público, estão sendo apurados os crimes de fraudes em licitações – com fortes indícios de pelo menos sete pregões fraudados, desvio de recursos públicos, corrupção passiva e formação de quadrilha.

Da Operação Sangue Frio, desencadeada na manhã de ontem, participaram mais de 100 agentes da PF, e mais de 20 servidores da Controladoria-Geral da União, entidade parceira no processo investigatório.

Foram cumpridos 19 mandados de busca e apenas o diretor do Hospital do Câncer,Adalberto Siufi, chegou a ser preso por porte ilegal de armas, mas pagou fiança de mais de R$ 30 mil e já está solto.

Além dos diversos discos rígidos de computador e documentos, também foram apreendidos R$ 200 mil reais em espécie, distribuídos nas casas dos investigados.

PF caça advogados, funcionários e sindicalistas por fraudes no INSS PF caça advogados, funcionários e sindicalistas por fraudes no INSS

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (14) a Operação Lavoro para combater crimes previdenciários praticados principalmente em Naviraí. Mais de 140 policiais cumprem 12 mandados de prisão temporária e 29 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, nas cidades de Naviraí, Campo Grande, Juti e Itaquiraí, no Mato Grosso do Sul e também em Umuarama, no Paraná.

Foto Divulgação

São alvos da operação da PF escritórios de advogados, funcionários públicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Naviraí, presidentes de três Sindicatos Rurais (Naviraí, Juti e Itaquiraí), agenciadores e uma financeira, todos envolvidos na concessão de benefícios previdenciários fraudulentos.

A fraude consistia em obter aposentadorias rurais para pessoas que nunca trabalharam no campo ou não possuíam o tempo necessário para fazer jus ao benefício. Conseguida a aposentadoria, os integrantes do esquema faziam empréstimos consignados em uma financeira da cidade para o pagamento dos envolvidos. Os investigados cobravam em média R$ 5 mil pela concessão de cada benefício.

A Justiça proibiu os envolvidos de patrocinar casos perante o INSS e eles tiveram o sequestro e bloqueio de todos os seus bens. Dois funcionários do Instituto foram afastados de suas funções.

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