| Sem acordo salarial, PM e bombeiros ameaçam aquartelamento Durante assembleia hoje na Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS e BM/MS) , a maioria dos presentes rejeitou o aumento de 7% proposto pelo governador. O presidente da entidade, Edmar Soares da Silva, declarou ter esgotado todos os meios de negociação. “Esperei até o dia 31 de dezembro e o Governo não cumpriu o que havia prometido em 2012, de valorização salarial dos praças e o preenchimento das vagas de ascensão funcional de cabos e sargentos”, disse. “Se não houver avanço nas negociações as categorias prometem aquartelamento (protesto no qual os policiais não saem dos quartéis)”, emendou Soares. Além das promessas de reajuste salariais, o presidente diz ainda que Puccinelli se comprometeu a realizar cursos de valorização dos praças. “Tudo deveria ser feito no ano passado, inclusive o preenchimento das vagas em claro (ascensão, porém o governador não autoriza), alegando impactos na folha de pagamento”, explica o presidente. Segundo a associação, a proposta feita pelo Governo foi de 7% em 2013 para oficiais, sargentos, subtenentes, cabos e soldados e um percentual diferenciado para cada categoria que vai de 8% a 20% até 2015. Os militares pedem 27% em cima da base da PM. Hoje, conforme a associação, o salário de um soldado inicial é de R$ 2,2 mil, que com o reajuste pedido iria para R$ 4,3 mil. Ainda conforme a associação, com o salário recebido hoje Mato Grosso do Sul paga o 25º pior salário do País. O servidor recebe atualmente R$ 2,2 mil, quando possuem a pretensão de salário inicial de R4 4,3 mil mensais. São 4.584 cabos, soldados e bombeiros da PM/MS em atividade, além de 1.841 subtenentes e sargentos. Para este final de semana, a associação prepara um manifesto pelo reajuste, com militares e as respectivas famílias na praça do Rádio Clube. A categoria diz ainda que enviará a proposta de reajuste para ser votada na próxima terça-feira. “Se houver recusa, vamos sugerir o aquartelamento e me responsabilizo pelos pelotões”, afirma o presidente Soares. |
| PM resgata jovem torturado em ‘tribunal do tráfico’ em favela no Rio Policiais militares resgataram um jovem, de 20 anos, de uma sessão de tortura no “tribunal do tráfico”, na Favela do Rola, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na tarde desta quarta-feira (15). Os agentes prenderam Gabriel Andrade de Oliveira, de 18 anos, apontado como gerente do tráfico na comunidade. Outros cinco criminosos conseguiram fugir. O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz). Gerente do tráfico foi preso no “tribunal do tráfico”(Foto: Divulgação/ Polícia Militar) A vítima foi identificada como Diogo Farias de Souza, de 20 anos, que teria uma dívida com traficantes. O rapaz foi amarrado, espancado e seria morto pelos traficantes, de acordo com a polícia. Os policiais foram alvejados pelos criminosos ao chegarem ao local onde ocorria a tortura, mas ninguém se feriu. A PM foi acionada após denúncias de moradores. Diogo foi encaminhado ao Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz. Segundo a polícia ele parecia confuso e falava coisas desconexas. Ele foi submetido a uma cirurgia de drenagem no tórax e seu estado de saúde é estável, de acordo com a Secretaria municipal de Saúde. Operação no Rola
G1.com |
| Filho de PM e adolescente são apreendidos por roubo à relojoaria Ação rápida da polícia apreende acusados de roubarem relojoaria no centro de Nova Andradina. Dois adolescentes infratores, de 16 anos, sendo um filho de policial militar, foram apreendidos na manhã deste sábado escondidos no quintal de uma casa na Rua Luiz Antonio da Silva. Foto Marcos DonzeliDe acordo com a ocorrência da Polícia Militar(PM), os dois adolescentes entraram em uma relojoaria localizada na rua Moura Andrade, por volta das 08h30, apontaram as armas para o proprietário e anunciaram o roubo. Da relojoaria e ótica São José, segundo relato do proprietário foram levados oito correntes de prata e 475 reais em dinheiro. “Foi muito rápido um deles apontou a arma em minha direção, pedindo dinheiro e jóias”, disse o proprietário. Joias, dinheiro e armas na Delpol Foto Marcos DonzeliApós o roubo os dois acusados saíram correndo a pé. A Polícia Militar foi acionada e em uma ação rápida conseguiu recuperar as jóias, o dinheiro e apreender os dois suspeitos com as armas, um revolver calibre, 38 e outro 32, ambos municiados. Um terceiro ladrão teria participado do roubo, porem não foi encontrado. Todo o material recuperado bem como os infratores foram levados para a Delpol. NOVA NOTÍCIAS |
| Viatura da PM tomba após colidir com Golf conduzido por motorista sem CNH Uma viatura da Polícia Militar tombou às 13h15 desta sexta-feira (3) depois de colidir com um veículo Golf branco, placas HRE 4268, no cruzamento das ruas Bom Sucesso com a das Orquídeas, bairro Jockey Club, em Campo Grande. Viatura da PM tombou após colisãoFoto Luiz Alberto/midiamax.comA viatura, um carro Prisma, ocupada por dois policiais do 10º Batalhão, descia pela Rua Bom Sucesso, que é preferencial, quando o veículo Golf, conduzido pelo mecânico autônomo Pedro Fernando Rocha e Santos, de 29 anos, que trafegava pela Rua das Orquídeas, não respeitou a parada obrigatória e acabou colidindo na lateral direita da viatura. Segundo a assessoria da PM, o motorista do Golf não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os policiais conseguiram sair da viatura sem precisar de ajuda e nenhum deles ficou ferido. Veículo foi apreendido porque estava com todos os documentos atrasados Foto Luiz Alberto/midiamax.comO mecânico foi detido e encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Vila Piratininga. Segundo a PM, ele será ouvido e liberado. Os soldados Bezerra e Gilberto, que estavam na viatura, não tiveram ferimentos. Eles realizavam rondas pela região do Jóquei Clube no momento colisão. A Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito) foi ao local para registrar a ocorrência e organizar o trânsito na região. O veículo foi apreendido porque estava com todos os documentos atrasados. |
| PM prende dois com fuzil por matarem homem com golpes de machado O corpo de um homem não identificado, que é conhecido pelo apelido de “Baixinho”, foi encontrado por policiais militares na rua Joaquim Diniz, no Jardim Veraneio em Campo Grande. Fuzil apreendido na casa no Jardim Auxiliadora(Foto: Maressa Mendonça) Sandro Luges Duarte, de 31 anos, foi preso e confessou ter matado o homem a golpes de machado no último no domingo (21). O homicídio foi descoberto depois que um casal foi abordado no bairro. A partir deles, os policiais encontraram maconha, um fuzil de uso restrito das Forças Armadas, munição e o corpo enterrado em um matagal. Os PMs pararam veículo Gol onde estava o irmão de Sandro, Marcos Luges Duarte, de 28 anos, a mulher dele de 25, e um rapaz identificado pelo nome de João Pedro, que estava foragido da justiça. Marcos e a mulher aparentavam nervosismo e foram acompanhados pelos policiais até a residência, no Jardim Auxiliadora. De acordo com a PM, a casa seria um ponto de venda de drogas. Dois homens, de 31 e 22 anos, usuários de drogas, estavam no local e os militares encontraram ainda duas porções de maconha, o fuzil – conhecido como mosquetão – e 51 munições da arma. Marcos, morador do local, disse que o fuzil era do irmão Sandro, e que estava guardando a arma a pedido dele. Os policiais militares foram até a casa de Sandro, no bairro Rita Vieira e efetuaram a prisão. Marcos será indiciado por ocultação de cadáver, pois sabia do crime e ajudou a esconder o corpo. Sandro será indiciado por homicídio, ocultação de cadáver e porte de arma. A mulher e os outros dois suspeitos também foram levados para interrogatório para apurar qual a participação deles nos crimes. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga. Com Informações do G1 |
| PM condenado por Carandiru deve cumprir só 3% da pena Condenados a 156 anos de prisão cada um, a maioria dos 23 policiais militares envolvidos no massacre do Carandiru deve permanecer atrás das grades em tempo integral por apenas cinco anos -ou 3% da pena. Isso porque o condenado pode pedir a mudança para o semiaberto (que permite trabalhar ou estudar fora durante o dia) após cumprir um sexto de sua pena. A maior parte dos juízes entende que esse cálculo deve ser feito sobre 30 anos, tempo máximo que uma pessoa pode ficar presa no Brasil, e não sobre a pena total, o que daria 26 anos. Esse cálculo foi apresentado pelo promotor Márcio Friggi aos jurados durante o julgamento que terminou na madrugada de ontem, 20 anos após a ação policial que deixou 111 mortos. O promotor disse ainda que, se a sentença for confirmada, essa pena só deverá começar a ser cumprida em dez anos, tempo que deve levar para que todos os recursos sejam esgotados. No caso do coronel Ubiratan Guimarães, comandante da operação, demorou quase cinco anos para que o Tribunal de Justiça julgasse a condenação de 632 anos do júri. Ele acabou absolvido. “O sistema penal é, infelizmente, extremamente burocrático”, disse o promotor. “Esperamos que não sejam mais 20 anos de aguardo para que se tenha uma definição”, disse Fernando Pereira da Silva, o outro promotor. Os réus têm direito de recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo e, posteriormente, aos tribunais superiores. Enquanto os recursos não forem julgados, os PMs que estão na ativa não perderão seus cargos. Isso só deve acontecer no caso de confirmação da prisão, após o julgamento de recursos. A Polícia Militar não informou o que ocorrerá com os PMs condenados. PRIMEIRA ETAPA O julgamento do primeiro grupo de policiais que atuou na invasão do Carandiru, em 1992, durou seis dias. Três dos 26 PMs foram absolvidos a pedido da Promotoria porque não teriam participado de mortes do primeiro andar da cadeia. Outros três julgamentos devem ocorrer neste ano. Serão levados aos bancos dos réus 53 PMs. Dos 84 denunciados, 79 estão vivos. Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress
Folha.com.br |
| PM é sequestrado em Nova Iguaçu e encontrado morto na Pavuna RIO – Aproximadamente uma hora e meia depois de ter sido levado por bandidos no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o policial militar Leandro de Lima Nascimento, de 35 anos, foi encontrado morto na Rua Sargento de Milícias, na Pavuna, Zona Norte, no final da noite de terça-feira. Lotado no Batalhão de Choque (BPChoque), o PM foi assassinado com um tiro no pescoço e seu corpo deixado a cerca de 20 quilômetros do local onde foi rendido. Um Vectra utilizado pelos criminosos na ação foi abandonado e queimado na Estrada do Camboatá, em Guadalupe, na Zona Norte. O corpo do policial militar Leandro de Lima Nascimento foi deixado na calçada da Rua Sargento de Milícias, nas margens do Rio Pavuna Fernando Quevedo / Agência O GloboDe acordo com informações de familiares, Leandro, que morava em Nova Iguaçu, teria saído da faculdade para buscar a mulher num curso pré-vestibular, no Centro da cidade, quando foi surpreendido pelo bandidos, por volta das 22h. Na ação, os criminosos teriam levado apenas a mochila da vítima e sua arma. A mulher do policial foi deixada no local, assim como a moto do PM, que foi comprada na última segunda-feira. Um amigo de Leandro, que também estaria no momento do sequestro, não sofreu nada. Às 23h30m, o corpo de Leandro foi deixado na calçada da Rua Sargento de Milícias, nas margens do Rio Pavuna, numa região muito escura. No local, moradores não quiseram comentar o caso. A principal hipótese é que ele tenha sido executado dentro do carro. Quatro viaturas da Divisão de Homicídios estiveram na área do crime para começar a investigação. Os policiais civis não divulgaram informações sobre o trabalho. PM e assaltante mortos em São João de Meriti Também na noite de terça-feira, um policial militar morreu após trocar tiros com dois bandidos em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O cabo da PM Anderson da Silva e Silva, lotado no 12º BPM (Niterói), teria reagido ao ser rendido por dois assaltantes quando entrava em seu carro, pouco tempo depois de fazer um saque em uma agência bancária na Avenida Automóvel Clube, no bairro do Jardim Redentor, em Vilar dos Telles. Dentro do veículo, Anderson trocou tiros com os bandidos. Um deles também foi baleado e, assim como o cabo da PM, morreu. Eles chegaram a ser levados para o Posto de Assistência Médica de Vilar dos Telles, mas não resistiram aos ferimentos. O segundo criminoso conseguiu fugir. Um outro policial, que estava de folga, estacionou na mesma rua, no momento da troca de tiros, e foi baleado de raspão. O PM foi encaminhado para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, Zona Norte, e está fora de perigo. A ocorrência foi registrada na 64ª DP (São João de Meriti). O Globo |
| PM que matou jovem em frente de boate responderá processo em liberdade A 1ª Câmara Criminal concedeu nesta segunda-feira habeas corpus ao policial militar Bonifácio dos Santos Júnior, que na madrugada do dia 28 de outubro do ano passado, em frente à casa de show Santa Fé, na rua Brilhante, matou com um tiro Ike Cézar Gonçalves, de 29 anos. Com o Habeas Corpus, o policial responderá em liberdade pelo crime de homicídio e enquanto o processo estiver tramitando não poderá atuar no patrulhamento da Polícia Militar, somente no serviço administrativo e que se recolha em casa a partir das 22 horas. O Habeas Corpus foi decidido com dois votos a favor e um contra. Ike foi atingido na testa e não resistiu ao ferimento Foto: Reprodução / TV MS RecordA defesa argumentou que o policial tem a mesma situação processual e de vida da do outro acusado pelo crime, Osni Ribeiro de Lima, que está em liberdade desde o início do ano. CRIME Conforme as informações da polícia, Bonifacio estava com o amigo Osni Ribeiro de Lima, de 36 anos, na casa de shows na rua Brilhante, quando ao sair se deparou com uma confusão no local. A princípio parece que o policial estava alcoolizado e ao sair, começou a atirar nas pessoas. Ike Cézar não estava envolvido na confusão e perguntou para ele, por que estava atirando, momento em que José Bonifácio atirou e atingiu a vítima na testa. O rapaz foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento. Um amigo de Ike teve a perna atingida de raspão, quando tentava separar a briga na saída da festa. Depois do crime, Bonifácio e o amigo fugiram. Os dois foram presos nas respectivas casas. |
| Preso mais um integrante do PCC envolvido na morte de PM aposentado A Ronda Ostensiva Tática do Interior (Rotai) prendeu na noite de ontem (14), mais um suspeito no envolvimento da morte do policial aposentado Otacílio Pereira de Oliveira, de 60 anos, crime este registrado no dia 6 de março deste ano, em Três Lagoas. Paulo Alberto Oliveira Barbosa e Ivan Verdugo Maciel foram apresentados pela polícia Foto DivulgaçãoApontado como um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Ivan Verdugo Maciel, mais conhecido como “Porvinha ou C4”,de 32 anos foi localizado em uma residência,no Bairro Jardim Oiti. Mesmo com um cerco policial montado, Maciel ainda tentou fugir, escondendo-se em meio a algumas ferragens, porém acabou sendo preso Ele está com mandado de prisão em aberto e teria confessado ser integrante do PCC. Confessou ainda que estava guardado certa quantia de drogas e uma arma de fogo na residência de um amigo, identificado como Paulo Alberto Oliveira Barbosa, o Paulinho, de 26 anos, situada no Bairro Nossa Senhora Aparecida. Diante das informações, os policiais deslocaram-se até o endereço indicado, onde encontraram Barbosa, além de oito invólucros, contendo em seu interior três gramas de cocaína cada e um pote de plástico com mais 55 gramas da droga. Ainda em buscas pelo imóvel, os militares localizara um revólver calibre 38, com a numeração raspada e com seis munições intactas, além de um pacote com 800 gramas de ácido bórico, que segundo os envolvidos, era misturado à cocaína para dar maior volume e peso, uma balança de precisão, aparelhos celulares e certa quantia em dinheiro. Barbosa afirmou que o material seria de “Porvinha” e que estaria apenas guardando-o. RÁDIO CAÇULA |
| Investigações apontam que PM foi feito refém antes de ser morto por indígenas O delegado Marcelo Batistela, um dos responsáveis pelo caso do assassinato do cabo aposentado da Polícia Militar e também produtor rural, Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, deu novas informações a respeito do ocorrido. A vítima foi assassinada com golpes de facão e flecha no final da tarde desta sexta-feira (12), durante conflito contra indígenas na zona rural do município de Douradina. Parentes do policial foram para o hospital assim que souberam do conflito Foto: Osvaldo DuarteFerreira possuía um sítio que faz divisa com a aldeia, e de acordo com o delegado, os indígenas cortavam com frequência as cercas da propriedade, fazendo com que o gado escapasse. A polícia apurou que esta situação havia acontecido diversas vezes e que a vítima tentava dialogar com os indígenas, mas sem sucesso. No início da semana houve sério desentendimento e ontem o conflito foi desencadeado. Segundo Batistela, o PM foi capturado e ficou refém por quase duas horas, sofrendo agressões neste período. Um indígena de 51 anos também acabou ferido. Os dois foram levados ao Hospital da Vida, onde Ferreira morreu antes mesmo de receber atendimento médico. Já o indígena medicado e, em seguida, detido acusado de homicídio. Ele alega que não participou das agressões e que apanhou dos companheiros da comunidade ao tentar defender o produtor. Autoridades estão em Douradina investigando o caso. O clima na região continua tenso. O delegado afirma que não são descartadas prisões de outras pessoas. DOURADOS AGORA |
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