Postagens com as tags: Santos voltar para a home

Corinthians impede tetra do Santos e volta a ser Todo Poderoso do Paulistão Corinthians impede tetra do Santos e volta a ser Todo Poderoso do Paulistão

“Salve o Corinthians, o campeão dos campeões”. Neste domingo, a frase que dá o pontapé inicial ao hino entoado com orgulho por milhões de corintianos faz muito sentido. Principalmente para esse Corinthians, comandado por Tite. O empate por 1 a 1 com o Santos, na Vila Belmiro, deu ao Timão seu 27º título do Campeonato Paulista. Algo corriqueiro em sua história centenária, é verdade. Mas não para esse grupo, campeão brasileiro, da Taça Libertadores e do mundo em sequência.

O Paulistão, por mais renegado que seja por alguns, era perseguido por Tite havia quase dez anos. Desde 2004, mais precisamente, quando foi demitido do São Caetano – o Azulão, sob o comando do agora santista Muricy Ramalho, seria campeão estadual em seguida. De lá para cá, Tite foi campeão de quase tudo. Teve Sul-Americana, Brasileiro, Libertadores, Mundial, mas não aquele que é considerado o principal estadual do país. O título, portanto, coroa a invejável galeria do treinador.

Mais do que isso: ajuda a diminuir a dor da eliminação precoce da Libertadores da América, na última quarta-feira, ainda nas oitavas de final, para o tradicional Boca Juniors. Dá à fiel torcida, que tanto apoiou após a queda para os argentinos, um motivo para fechar em grande estilo uma semana que poderia ser das mais tristes. Saco de pancadas das brincadeiras dos rivais nos últimos quatro dias, o Timão volta a ser Todo Poderoso no estado.

Durante a semana, vários assuntos esquentaram o clássico: a iminente saída de Neymar, a eliminação precoce do Corinthians na Libertadores, com direito a erros da arbitragem, e a troca do juiz da final – Rodrigo Braghetto, sacado porque sua empresa presta serviços ao Timão, deu lugar a Guilherme Ceretta de Lima. A maior expectativa, porém, era sobre Neymar.

O santista, se está mesmo de despedida, queria coroar isso com um título. Mas em sua quinta final seguida de Campeonato Paulista, ele não conseguiu brilhar. A fragilidade do Santos o deixou praticamente sozinho nessa batalha. E o tão sonhado tetra inédito do Peixe não veio. Fica a missão para o time da Baixada de encontrar um substituto para o seu craque. Seja para agora ou para depois.

corinthians comemora seu 27º título do Campeonato Paulista (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Peixe dependente x Timão solidário

A proximidade da saída de Neymar para o futebol europeu aumentou a atenção a cada gesto ou lance do craque na partida. A começar pela maneira com que ele cantou o hino nacional, passando pela prece que fez ajoelhado no círculo central antes de a bola rolar até as faltas sofridas e os dribles dados.

Nada mais natural diante do tamanho do atacante para o futebol brasileiro e da sua importância para o Santos. Aliás, o time da Vila Belmiro é totalmente dependente do seu craque. A cada partida isso fica mais claro. Numa final, então… Acelerado, o atacante tentou. Armou, driblou, chutou, mas, sozinho, não fez milagre.

Bem diferente do Corinthians. Sem se abater com a precoce eliminação na Libertadores da América, o time do técnico Tite mostrou sua principal força: o conjunto. Paulinho, Danilo, Romarinho e Paolo Guerrero se destacaram pela voluntariedade e por estarem sempre presentes nas jogadas de perigo.

Apesar da diferença técnica entre um e outro foi o Santos que abriu o placar na Vila Belmiro. E, por incrível que pareça, Neymar não participou do lance. Aos 26 minutos, Felipe Anderson bateu falta cruzada, Durval ajeitou de cabeça e Cícero bateu de virada, quase um voleio, sem chance para o goleiro Cássio.

Para ser campeão, o Peixe ainda precisava de mais um gol. Mas não houve tempo de se empolgar. Apenas dois minutos depois, o Corinthians empatou. Em uma jogada característica, um gol coletivo, com cinco jogadores participando do lance. Após bela troca de passes entre Alessandro, Romarinho e Guerrero, Paulinho chutou, Rafael defendeu e Danilo, decisivo, fez no rebote.

Com tudo igual novamente, Neymar continuou sua missão a frente do “exército de um homem só” em que se transformou o Peixe. Já o Corinthians, comandado por Danilo, bombardeou o Peixe. O meia acertou a trave, Paulinho também. E Romarinho teve grande chance de virar, mas parou nas mãos do goleiro Rafael.

Neymar tenta, Timão comemora

Dependente ou não de Neymar, o segundo tempo para o Santos era tudo ou nada. Já o Corinthians tinha duas opções: ir para cima e definir logo a decisão ou administrar a vantagem do empate. Preferiu a segunda. Assim, deu espaço para o Peixe criar e se aproximar do gol de Cássio.

Neymar, é claro, era o articulador. Mas estava nervoso. Logo no início da etapa discutiu com Paulo André, depois de tomar uma bolada do adversário. Com o dedo em riste, reclamou com o corintiano. Recebeu a bronca de volta. O clima entre eles estava ruim desde o primeiro tempo, por falta dura do zagueiro não marcada.

O fato de ir para cima do Corinthians, claro, deixou o Santos mais vulnerável. Nos contra-ataques, o Timão poderia ter matado o jogo, mas falhou. Romarinho perdeu gol feito aos 16. Após lançamento do campo de defesa, o atacante ficou sozinho, cara a cara, com Rafael. O chute rasteiro, porém, bateu na trave e saiu pela linha de fundo.

Se o Peixe tinha mais posse de bola, o Timão era mais perigoso. Foi assim a partida inteira, deixando claro que falta ao time da Vila Belmiro poder de decisão. Só Neymar o tem, com raros e esporádicos lances de Cícero, que fez boa partida. Era preciso mais ímpeto para que o Santos tirasse o título do Corinthians.

Não houve. O empate por 1 a 1, somado à vitória do Timão por 2 a 1 no Pacaembu, deu ao Corinthians o seu 27º título do Campeonato Paulista e impediu o Santos de chegar ao tetra consecutivo, algo inédito na era do profissionalismo no estadual de São Paulo.

 

 

G1.com
Paulinho brilha, Timão vence Santos e fica a um empate do título Paulinho brilha, Timão vence Santos e fica a um empate do título

O dia da primeira final do Campeonato Paulista foi dia dos filhos demonstrarem seu amor pelas mães. Elas foram homenageadas com fotos no Instagram, Facebook, palavras bonitas, presentes… E dona Erica, além de tudo, ganhou uma atuação daquelas para sair de casa com a camisa 8 do filho, toda orgulhosa, cheia de si. O gol, os desarmes, os chutes, as jogadas e o sorriso de Paulinho fizeram dela a mais feliz das mães envolvidas na decisão. E fizeram dos corintianos os alvinegros mais felizes do Pacaembu.

A vitória por 2 a 1 sobre o Santos deixa o Timão a um empate da conquista – e a equipe de Tite está prestes a acertar com mais um reforço. O Peixe precisa de um triunfo simples para levar a decisão aos pênaltis na Vila Belmiro. Vale lembrar que a equipe da Baixada bateu Palmeiras e Mogi Mirim dessa forma antes de chegar à final. Se ganhar por dois gols de diferença, o time de Muricy Ramalho será tetracampeão, feito até hoje alcançado somente pelo Paulistano, de 1916 a 19, e que coroaria a passagem de Neymar, cada vez mais perto de ser negociado com um clube espanhol.

Paulinho se emociona com gol sobre o Santos (Foto: Rodrigo Coca/Agência Estado)

Paulinho fez o primeiro gol da vitória. Brigou no segundo, marcado por Paulo André. Fez de tudo um pouco. Se o Paulistão do jogador da seleção brasileira até então não era dos melhores, ele apareceu na hora mais importante. Fez valer o esforço de dona Erica, que o criou sem o pai, e pedia dinheiro ao borracheiro para que o filho pudesse treinar, como mostrou reportagem do Esporte Espetacular neste domingo.

Resultado justo numa decisão que, por muito tempo, teve apenas um time em campo. A primeira jogada razoável de Neymar ocorreu aos cinco minutos do segundo tempo. Vejam bem, razoável! O primeiro escanteio surgiu aos 18, quando o Corinthians já havia batido nove. A estratégia de escalar Marcos Assunção fracassou e foi abandonada no intervalo. Já o Timão esteve quase sempre num ritmo superior. Disputava uma final mesmo, enquanto os visitantes demoraram para engrenar. Antes, pareciam estar numa oitava rodada de Paulistão.

Com 2 a 0 no placar, o passo do Timão rumo ao troféu era enorme, mas houve tempo para que o predestinado Durval, em busca de seu 11º título estadual consecutivo, diminuísse de cabeça e colocasse ainda mais fogo na segunda partida.

Se o placar é favorável ao Corinthians, a semana dará ao Santos mais descanso. O Timão recebe o Boca Juniors na quarta-feira, e precisa vencer por dois gols de diferença para avançar às quartas de final da Libertadores. Já o Peixe, que só volta a campo pela Copa do Brasil no dia 22, contra o Joinville, na Vila, terá a semana inteira para pensar só no Corinthians.

Corinthians x Ninguém

Se o texto referente ao primeiro tempo não tivesse o nome de nenhum jogador do Santos, não seria absurdo algum. É preciso esforço para destacar uma linha ao time comandado por Muricy Ramalho, que escalou Marcos Assunção no meio sob o pretexto de liberar Arouca e Cícero para armarem o time, e respaldado na ideia de que todos sabem jogar. Podem até saber, mas não estavam muito a fim. Totalmente entregues à marcação corintiana, os santistas abusaram dos chutões, não conseguiram trocar três passes consecutivos, e fizeram com que até Neymar se integrasse à mediocridade da equipe. O craque reclamou demais de Miralles, em duas oportunidades, e Arouca na sequência.

Quem mereceu elogios por alguns minutos foi Léo, que cortava insistentes cruzamentos do lado esquerdo corintiano. Com Bruno Peres de volta ao time após longo período afastado por lesão, Fábio Santos, Danilo e Emerson armaram triangulações e deram trabalho. A distância entre as linhas de zaga e meio-campo do Santos era um abismo onde Danilo deitava e rolava. Em uma das chegadas em velocidade, Sheik ajeitou o corpo e parecia que soltaria um chute tão fulminante quanto aquele de um ano atrás, da semifinal da Libertadores, na Vila Belmiro. Mas a bola saiu rasteira e Rafael, desta vez, espalmou.

 

Apesar do domínio, poucas chances eram criadas. Foi aí que o filho da dona Erica resolveu desequilibrar. Nome certo na convocação de Luiz Felipe Scolari para a Copa das Confederações, nesta terça-feira, Paulinho deitou e rolou. Considerado volante nas convenções do futebol, foi meia e atacante. Mexeu-se pelos dois lados, ajudou o meio a subir a marcação e quase fez três gols. Quase!

Primeiro, cabeceou livre para fora. No fim do primeiro tempo, acertou um chute sensacional no travessão, e ainda viu Guerrero, sozinho, chutar para fora no rebote. Entre um lance e outro, foi oportunista após cobrança de falta de Romarinho e desvio de Danilo. Bateu com firmeza, e fez justiça a 45 minutos de um time só.

De um lado Paulinho. Do outro, a reação

Qualquer mãe festejada em seu dia, que estivesse assistindo ao jogo em sua casa, sabia que Marcos Assunção tinha de sair. Muricy também sabia. No primeiro tempo, ele bateu uma falta (de forma péssima) com menos de um minuto de jogo, e depois foi espectador de uma final que acontecia em sua volta. Felipe Anderson voltou do intervalo em seu lugar, e André no de Miralles. Mas Paulinho também voltou, para desespero santista.

O Peixe melhorou, até porque piorar era impossível, mas os lances de maior perigo ainda foram corintianos. Foram de Paulinho. Primeiro, ele desarmou Neymar e armou contra-ataque, que passou por Guerrero e chegou a Emerson. Rafael saiu corajosamente nos pés do atacante. Depois, arrancou do campo de defesa, passou por Durval como se o zagueiro fosse um cone, fez nova finta, mas bateu para fora. Ovacionado pela torcida.

Só que o segundo tempo tinha duas equipes. As substituições de Muricy surtiram efeito. Felipe Anderson e o recuo de Arouca aproximaram os setores do Santos, e o time conseguiu trocar mais passes. Quando André pegou rebote de Cássio e não teve equilíbrio para finalizar, o técnico ficou tão louco que ao jogar o boné no chão nem percebeu que o impedimento já havia sido marcado. Cícero ainda acertou a trave após arrancada de Neymar, que teve de segurar a bola até que o companheiro se aproximasse.

Mas o Timão tinha cartas na manga. Tinha Alexandre Pato e o grito da torcida, que resolveu voltar a jogar. E tinha Paulinho. Após cobrança de escanteio, ele, deitado, brigou pela bola com Durval e Renê Júnior, e fez com que ela sobrasse para um chutaço de Paulo André. Não foi lá uma pintura para sua galeria de quadros, mas um belo gol. E delírio de Tite, e da maioria dos 38.505 presentes no Pacaembu.

Delírio com uma vantagem de dois gols de diferença, que durou pouquíssimo. O gol do Santos foi um claro recado a Muricy. Felipe Anderson, que substituiu Marcos Assunção, cobrou falta na cabeça de Durval. Jogador que joga com bola rolando, e com bola parada.

Até o próximo domingo, mães e filhos podem sonhar com o título paulista.

 

G1.com
Pacaembu e Vila Belmiro serão as sedes das finais do Paulista Pacaembu e Vila Belmiro serão as sedes das finais do Paulista

A FPF (Federação Paulista de Futebol) anunciou nesta segunda-feira que o Pacaembu e a Vila Belmiro vão sediar as duas partidas da final do Campeonato Paulista entre Santos e Corinthians.

O primeiro jogo está marcado para o próximo domingo, às 16h, no Pacaembu. A segunda partida será realizada no dia 19, às 16h, na Vila Belmiro.

O Santos terá a vantagem de decidir em casa por ter feito melhor campanha em relação ao Corinthians na somatória das três fases.

O Santos terminou a fase classificatória na terceira colocação, com 39 pontos. Nas quartas de final e na semifinal, o time avançou após eliminar Palmeiras e Mogi Mirim, respectivamente, nos pênaltis.

Já o Corinthians somou 35 pontos e ficou na quinta colocação ao término da primeira fase. Nas quartas de final, passou pela Ponte Preta. Na semifinal, eliminou o São Paulo nos pênaltis.

Santos e Corinthians decidiram os Estaduais de 2009 e 2011. Em 2009, o Corinthians levou a melhor após vencer o primeiro jogo na Vila Belmiro e empatar a segunda partida no Pacaembu.

Dois anos depois, o Santos sagrou-se campeão após empatar no Pacaembu e ganhar na Vila Belmiro.

Folha.com.br
Santos bate Palmeiras nos pênaltis, vai à semi e segue na luta pelo tetra consecutivo Santos bate Palmeiras nos pênaltis, vai à semi e segue na luta pelo tetra consecutivo

O Santos está firme na luta pelo tetracampeonato consecutivo do Campeonato Paulista. Na tarde deste sábado, o time venceu o Palmeiras nos pênaltis por 4 a 2, com Kleber e Leandro perdendo batidas e tornando Rafael como herói após o empate por 1 a 1 no tempo normal. Curiosamente, o camisa 9 havia desencantado minutos antes de errar a batida que desclassificou sua equipe.

Foto Luiz Fernando Menezes/UOL

O time da Vila Belmiro poderia ter vencido sem grandes sustos, mas Neymar abusou de perder gols. A vitória classifica a equipe de Muricy Ramalho para a semifinal do torneio para enfrentar o vencedor do jogo entre Botafogo e Mogi Mirim, marcado para 18h30 deste sábado. A decisão da vaga para a final acontece no próximo fim de semana.

Os santistas quase não se complicaram. Na verdade, o placar só não foi resolvido no tempo normal porque Bruno esteve em uma tarde inspirada e fez importantes defesas que salvaram o alviverde. Neymar, por exemplo, foi frustrado na sua tentativa de balançar as redes por três vezes cara a cara. Como já tem acontecido durante a temporada, os palmeirenses tentaram jogar só na base da raça e só conseguiam levantar a sua torcida em lampejos de criatividade de Leandro, que chegou a perder gol após driblar o goleiro.

Mesmo atuando com duas linhas de quatro jogadores no meio-campo, o Palmeiras não tinha uma postura defensiva no inicio do jogo e, inclusive, teve duas oportunidades de fazer o gol antes de o Santos abrir o placar. Na melhor oportunidade, Vinícius tabelou com Charles dentro da área e cruzou rasteiro para Leandro, que deu um leve desviou e a bola passou muito próxima a trave de Rafael.

Dois minutos após o lance mais perigo do Palmeiras, o Santos saiu na frente com o gol de Cícero. A zaga palmeirense vacilou após cobrança de escanteio de Montillo, a bola sobrou para Neymar, que dominou e chutou cruzado antes de Cícero desviar com o bico da chuteira para fazer o gol.

Além das duas linhas de quatro, Gilson Kleina apostava em algumas marcações individuais. Em uma delas, o lateral direito Ayrton marca Neymar sempre de perto. Quando o lateral não precisou se preocupar com o atacante, acabou dando espaço para Edu Dracena. O zagueiro santista achou bola na entrada da área e acertou um belíssimo chute. Bruno defendeu e ainda contou com o travessão para evitar que o placar fosse aumentado. O goleiro voltou a trabalhar em ótimo chute de Neymar de fora da área.

O Palmeiras voltou para o segundo tempo com mais domínio de bola, mas com dificuldades de entrar na retranca santista. Os donos da casa, por sua vez, usavam muito bem Neymar. Foi com ele, aliás, que quase o placar foi ampliado. Cícero disparou pela direita, tocou para o camisa 11, que ficou cara a cara com Bruno. O goleiro, de pé, defendeu.

Os palmeirenses responderam com Leandro. O atacante foi lançado, driblou Rafael e só precisava tocar para empatar. Léo conseguiu salvar em cima da hora e foi imediatamente ovacionado pela Vila Belmiro. Muricy resolveu mudar e colocou Miralles no lugar de André e Neto no posto de Alan Santos. Mesmo com a troca, Neymar seguia como a grande referência. Cícero lançou a bola para o atacante, que tentou colocar por cima de Bruno e acabou errando.

Neymar voltou a perder outro gol após ficar cara a cara com Bruno. Ele recebeu lançamento pela esquerda e tentou tirar do goleiro. O camisa 1 conseguiu usar o pé para defender e ainda viu Maurício Ramos salvar a bola em cima da linha no rebote aproveitado por Miralles. De tanto perder gol, o ditado de “quem não faz toma” entrou no jogo. Kleber recebeu cruzamento de Souza, cabeceou e empatou a partida.

Nos pênaltis, Kleber e Leandro perderam pelo Palmeiras, e Souza e Wesley converteram, enquanto que Miralles, Cícero, Montillo e Renê Junior fizeram pelo Santos.

UOL
Com gripe A H1N1, jovem é submetida a parto emergencial em Santos Com gripe A H1N1, jovem é submetida a parto emergencial em Santos

Uma jovem de 19 anos, que estava grávida de sete meses, teve de ser submetida a um parto emergencial ontem (22) em razão de complicações decorrentes da gripe A H1N1.

A paciente, que não teve o nome divulgado, estava internada desde o dia 15 deste mês no hospital Ana Costa, em Santos (72 km de SP), e foi o primeiro caso de gripe A H1N1 confirmado na cidade. O resultado do exame foi divulgado ontem.

Segundo o hospital, a jovem corria risco de morrer e, para salvar o bebê, a cesárea foi realizada de forma emergencial.

A mãe apresentava um quadro de “morte cerebral iminente”, segundo informações do hospital. O bebê, um menino, encontra-se internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal, respirando com o auxílio de aparelhos. A assessoria de imprensa do hospital informou que todas as medidas de prevenção e terapia foram adotadas, tanto em relação à jovem quanto à criança.

Gestantes formam um dos grupos com maior incidência de gripe A H1N1. Também estão sujeitos a maior risco idosos, crianças de seis meses a dois anos, obesos e portadores de doenças crônicas. No entanto, o comprometimento cerebral não é comum.

CAMPANHA

A campanha de vacinação contra a gripe que acontece até a próxima sexta-feira (26) em todo o país protege os pacientes contra a gripe A H1N1.

Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, a campanha também quer imunizar a população contra outros dois tipos do vírus influenza: influenza A H3N2 e B.

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60%, e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente.

Idosos com 60 anos ou mais, crianças a partir dos seis meses e menores de dois anos de idade, gestantes, trabalhadores da saúde, doentes crônicos, puérperas (que deram à luz em até 45 dias) e indígenas são considerados os públicos-alvo da campanha.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS, e é respaldada por estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias

 

Folha.com.br
Gol no final da partida salva o Ituano da queda e empura o Palmeiras para fora do G4 Gol no final da partida salva o Ituano da queda e empura o Palmeiras para fora do G4

O Ituano entrou em campo para evitar o rebaixamento. O Palmeiras buscava a vitória para visando a um lugar no G-4 do Campeonato Paulista, o que garantiria a vantagem de jogar em casa o jogo único das quartas de final. Até os 48 minutos do segundo tempo, o jogo estava empatado em 1 a 1, o que decretava o rebaixamento da equipe da casa. Até que Marcão, no último lance da partida, aproveitou falha do goleiro Bruno, que havia substituído Fernando Prass, machucado, e marcou o gol que garantiu a vitória por 2 a 1, resultado que manteve o time na Série A-1. Fernando Gabriel abriu o placar para o time da casa, em outra falha de Bruno. Tiago Real marcou o gol palmeirense.

Para o Verdão, o resultado foi ruim. O tropeço interrompeu uma série de três vitórias seguidas no estadual e fez o time comandado por Gilson Kleina fechar a primeira fase na sexta posição. Com isso, terá de enfrentar o Santos na Vila Belmiro, pelas quartas de final. Missão nada simples. O Ituano, com o gol salvador, alcançou a 14ª colocação, com 20 pontos. Curiosamente, quem acabou rebaixado foi o Mirassol, equipe que havia goleado o Verdão por 6 a 2 na primeira fase.

Thiago Real tenta fugir da marcação do Ituano no primeiro tempo (Foto: Marcos Bezerra / Ag. Estado)

A data e o horário do clássico contra o Santos, pelas quartas, serão divulgados após reunião na Federação Paulista de Futebol nesta segunda-feira, a partir das 15h.

Wesley perde gol incrível no primeiro tempo

Pouca técnica, raros lance de emoção e muitos erros. O primeiro tempo da partida decepcionou o público que compareceu ao estádio Novelli Júnior, em Itu. No Palmeiras, com vários jogadores suspensos e outros poupados, o técnico Gilson Kleina aproveitou o duelo para dar chance a reservas como o lateral Weldinho, o volante João Denoni e o meia Tiago Real. No Ituano, Doriva pediu personalidade para encarar o rival e buscar a vitória para afastar o risco de queda para a Série A-2.

Melhor tecnicamente, o Palmeiras já havia perdido duas boas chances com menos de 20 minutos, ambas com Wesley. Na primeira, após boa triangulação do ataque, o meio-campista chutou por cima do gol. Na segunda, fez o mais difícil e, após passe de Vinícius, chutou para fora, à direita de Anderson, que já estava batido. Antes da metade da etapa inicial, o Alviverde perdeu o goleiro Fernando Prass, que deixou o campo com uma lesão no ombro.

Com o passar do tempo, o Verdão diminuiu seu ritmo. E o Ituano, que até os 35 não havia dado um chute ao gol adversário, passou a levar perigo ao gol de Bruno, que fez boa defesa aos 38, em lance de Paulinho. Três minutos depois, o goleiro só olhou o chute de Fernando Gabriel, que parou no travessão. Foi o último lance de emoção do fraco primeiro tempo.

Gols saem no segundo tempo

Com Vilson na vaga de João Denoni, o Verdão voltou bem mais ligado para a etapa complementar. A equipe armou uma blitz nos minutos iniciais e esteve muito perto de abrir o marcador. Vinícius, aos três, fez grande jogada pela esquerda, mas falhou na finalização. Léo Gago, em cobrança de falta aos cinco, acertou o travessão. Leandro, aos nove, exigiu bela defesa de Anderson. Aos 12, o goleiro trabalhou de novo, em nova falta de Léo Gago. O Ituano mal conseguia passar do meio-campo.

O tempo passava, e o Palmeiras seguia com controle total. Aos 20, Vinícius só não marcou porque o zagueiro Cleber fez o desarme no momento da finalização. No minuto seguinte, Gilson Kleina colocou seu time ainda mais no ataque, com a entrada de Maikon Leite na vaga de Wesley. No momento em que o Verdão era soberano, o Ituano abriu o placar, em gol de falta de Fernando Gabriel, que contou com a falha de Bruno.

O Alviverde não se abateu e chegou ao empate no minuto seguinte, com Tiago Real, que recebeu de Maikon Leite e bateu no canto direito de Anderson.  O segundo gol parecia questão de tempo. Aos 30, Léo Gago assustou em chute cruzado. Dois minutos depois, o juiz Flávio Rodrigues de Souza errou ao não marcar pênalti de Cleber em Tiago Real.  O Ituano só foi assustar aos 38, em cobrança de falta de Fernando Gabriel, que bateu no travessão. Neste momento, como o Mirassol vencia o Linense por 1 a 0, o time da casa necessitava de um gol para escapar do rebaixamento.

A emoção tomou conta do duelo nos minutos finais. Doriva partiu para o tudo ou nada e colocou Marcão para reforçar o ataque. E foi justamente o grandalhão de 1,95m que aproveitou nova falha de Bruno para chutar e garantir a vitória e a salvação do Ituano.

 

 

G1.com
Vídeo mostra briga começando na rua e terminando em canal de Santos Vídeo mostra briga começando na rua e terminando em canal de Santos

As imagens de uma briga entre dois homens em Santos, no litoral de São Paulo, divulgada em um site de compartilhamento de vídeos, viraram febre na internet nos últimos dias. A confusão, em determinado momento, lembra uma luta ao estilo UFC, mas com uma diferença: ao invés do octógono, os brigões vão parar dentro de um canal da cidade, o que motivou a criação de várias versões pelos internautas. Veja no vídeo abaixo:

A cena começa com dois homens discutindo à distância. Um começa a jogar pedras e o outro tenta se proteger segurando uma bicicleta. Pouco depois, o que está com a bicicleta avança e joga o veículo em cima do outro, que cai. Os dois passam para uma luta corporal e acabam caindo dentro do Canal 4, na esquina das ruas Siqueira Campos com Rodrigo Silva, no bairro Macuco.

É nesse momento que a confusão passa a ganhar ares de vale-tudo. Sob os olhares de dezenas de pessoas, o homem de regata e bermuda consegue imobilizar o de camisa branca com um golpe conhecido como “mata leão”, e fica assim por um bom tempo. Depois ele o larga e passa a desferir tapas e socos, o que no UFC seria chamado de “trocação”.  A luta acaba e os dois vão embora pelo canal.

Devido ao sucesso, o vídeo gravado por um cinegrafista amador já ganhou outras versões, algumas bem-humoradas. Uma delas foi editada e conta com a narração de Galvão Bueno.

O comerciante Donizeth da Silva, dono do bar que aparece no vídeo, já assistiu as imagens, mas não presenciou a briga. Ele diz que esse tipo de confusão não é comum no local. “O bairro está muito tranquilo. Quando começa algum tipo de desentendimento logo alguém aparece para separar”, explica.

 

G1.com
Muricy é internado com diverticulite e não tem previsão de alta Muricy é internado com diverticulite e não tem previsão de alta

O técnico Muricy Ramalho, do Santos, deu entrada na manhã desta sexta-feira no Hospital São Luiz da região do Morumbi, em São Paulo.

Com diverticulite, Muricy está internado em hospital de São Paulo e deve desfalcar o Santos nas próximas partidas Foto Ricardo Saibun/Santos FC

Com dores abdominais, o treinador realizou bateria de exames e teve constatado quadro de diverticulite que pode o impedir de comandar as próximas partidas do Peixe, já que não tem previsão de alta, apesar de passar bem.

Esta não é a primeira vez que Muricy é levado ao hospital. Em fevereiro de 2009, o treinador foi internado com problemas de pedra no rim logo após o clássico entre Corinthians e São Paulo, clube que comandava na época. Já em 2011, uma hérnia de disco o tirou de alguns dias da preparação para o Mundial de Clubes.

Muricy está sendo tratado clinicamente pelo médico-cirurgião Alexandrer Morell e a tendência é que permaneça internado durante o fim de semana, apesar de não ter a previsão de alta.

Na noite desta quinta, Muricy comandou normalmente o Santos no empate por 1 a 1 com o São Caetano, sem apresentar sintomas do problema que o internaria. Sem saber o período que passará no hospital, é quase certo que o treinador não estará no gramado no duelo contra o Flamengo-PI, fora de casa, na próxima quarta.

GAZETA ESPORTIVA
Prass salva, Palmeiras finaliza mal e clássico com Santos termina 0 a 0 Prass salva, Palmeiras finaliza mal e clássico com Santos termina 0 a 0

Sem Neymar, Montillo, Valdivia, e com mais nove desfalques no total, o clássico Palmeiras e Santos, na tarde deste domingo, no Pacaembu, pela 14ª rodada do Campeonato Paulista, foi ruim, principalmente no segundo tempo. Poucos lances de emoção aconteceram, mas o empate sem gols foi garantido pela boa exibição de Fernando Prass, e pelo erro de pontaria do ataque alviverde. O camisa 1 palmeirense fez duas belas defesas impedindo gols de Cícero e Giva, e garantiu a igualdade.

O Santos chega a 28 e agora perde a vice-liderança para Ponte Preta – alvinegro é o terceiro lugar. Já o Palmeiras foi ultrapassado pelo rival Corinthians, e agora ocupa a sétima colocação, com 25 pontos.

Na próxima rodada, o Palmeiras encara o Mirassol, quarta-feira, às 19h30, como visitante no interior do estado. Já o Santos enfrenta o Mogi Mirim, quinta-feira, às 21h, na Vila Belmiro.

O clássico de 12 desfalques, sendo sete do Palmeiras (Leandro Amaro, Vilson, Henrique, Souza, Valdivia, Maikon Leite, Kleber Pinheiro) e cinco do Santos (Marcos Assunção, Patito Rodriguez, Felipe Anderson, Montillo e Neyma) teve início de jogo empolgante. As duas equipes impuseram velocidade em campo, e deixaram a partida bem disputada.

O alviverde quase marcou logo aos dois minutos de jogo quando Rafael rebateu chute de fora da área Wesley e Leandro finalizou por cima da meta no rebote. Do lado santista, chances não foram claras, mas o alvinegro rondou à área do adversário com perigo.

O goleiro Rafael mostrou-se inseguro no primeiro tempo. O camisa 1 santista soltou a bola até em passe mal executado por Wesley, e gerou confiança aos jogadores palmeirenses. Diversos chutes passaram a ser executados. Leo Gago, duas vezes, e Leandro, outras duas, ficaram perto de abrir o placar.

Do outro lado, o goleiro do Palmeiras, Fernando Prass, demonstrou maior segurança. Ele não deu rebote em finalizações de Giva e André, e ainda fez a defesa mais bonita da primeira etapa, aos 35 minutos. O lance em questão foi uma cabeçada de Cícero após cobrança de escanteio de Neilton, que fez primeiro jogo como titular.

Neilton foi o carrasco do Palmeiras na Copa São Paulo de Juniores neste ano ao marcar os três gols da vitória santista na semifinal por

3 a 1. No duelo pelo profissional, no entanto, o jovem vinha bem em campo, mas não voltou para o segundo tempo. Muricy Ramalho colocou o volante Alan Santos no lugar.

A alteração fez o Santos ganhar espaço no meio de campo e o time foi melhor no início da etapa. Aos 6 minutos, Fernando Prass fez outra bela defesa desta vez em chute de Giva. Dominado, o Palmeiras só reagiu a partir dos 11 minutos quando Gilson Kleina colocou o meia Rondinelly no lugar do volante Charles.

O Palmeiras recuperou espaço em campo, igualou o confronto, mas não teve qualidade técnica no ataque. Kleina ainda tentou resolver o problema com Vinicius na vaga de Caio. No último lance de perigo da partida, Rafael defendeu chute de fora da área de Wesley. Nada de mais emocionante aconteceu.

O excesso de desfalques pesou, e o nível técnico do jogo foi baixo. Não à toa, as duas torcidas reclamaram demais dos jogadores durante boa parte do segundo tempo.

 

De: UOL

Informação e Contato

O Jornal MS é focado em conteúdo de notícias gerais, políticas, policiais, automotivas, tecnológicas, serviços, entretenimento, esportes, além de vídeos compartilhados.

Notícias do Mato Grosso do Sul e do mundo!

Redes Sociais

Categorias mais populares